<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559</id><updated>2011-12-23T09:38:02.594-02:00</updated><category term='5 - Filosofia'/><category term='James Clavell - Tai Pan'/><category term='Bernard Cornwell - A Busca do Graal'/><category term='Ernest Hemingway - O Velho e o Mar'/><category term='6 - Geral'/><category term='Pablo Picasso - Guernica'/><category term='1 - Livros'/><category term='Jostein Gaarder - O Mundo de Sofia'/><category term='7 - Bonsai'/><category term='Rubem Fonseca - A Grande Arte'/><category term='8 - Pinturas'/><category term='Supertramp - Paris'/><category term='Noah Gordon - O Físico'/><category term='Lou-Salomé - Pensamento'/><category term='Sidney Sheldon - Se Houver Amanhã'/><category term='Aldous Huxley - Admirável Mundo Novo'/><category term='Júlio Verne - Vinte Mil Léguas submarinas'/><category term='The Beatles - Sgt. Pepper&apos;s Lonely Hearts Club Band'/><category term='Júlio Verne - Viagem ao Centro da Terra'/><category term='Vikas Swarup - Sua Resposta Vale Um Bilhão'/><category term='Jostein Gaarder - O Dia do Curinga'/><category term='Milan Kundera - A Insustentável Leveza do Ser'/><category term='Jiddu Krishnamurti - A Busca'/><category term='Jostein Gaarder - O Livro das Religiões'/><category term='Moacyr Scliar - A Mulher Que Escreveu a Bíblia'/><category term='Nina Simone - Live in Paris'/><category term='Hermann Hesse - O Lobo da Estepe'/><category term='José Saramago - As Intermitências da Morte'/><category term='Louis Begley - Despedida em Veneza'/><category term='William Wyler - Ben-Hur'/><category term='Nietzsche - O Anticristo e Ditirambos de Dionísio'/><category term='Robert Heinlein - Amor Sem Limites'/><category term='4 - Músicas'/><category term='Arthur Hiller - O Homem de la Mancha'/><category term='Anna Netrebko - Apresentações'/><category term='James Clavell - Changi'/><category term='Desenho Aquarela do Brasil'/><category term='Milan Kundera - O Livro do Riso e do Esquecimento'/><category term='Arthur Conan Doyle - Sherlock Holmes'/><category term='James Clavell - Xógum'/><category term='Milos Forman - Um Estranho No Ninho'/><category term='Led Zeppelin - Led Zeppelin IV'/><category term='Alfred Hitchcock - O Homem Que Sabia Demais'/><category term='Nietzsche - Ecce Homo'/><category term='Ken Kesey - Um Estranho No Ninho'/><category term='Fernando Pessoa - Alberto Caeiro - Poesia'/><category term='Viviane Mosé - Pensamento Chão'/><category term='Raul Seixas e Marcelo Nova – A Panela do Diabo'/><category term='Italo Calvino - Se Um Viajante Numa Noite De Inverno'/><category term='William Dietrich - A Chave de Roseta'/><category term='Stanley Kubrick - Laranja Mecânica'/><category term='Amyr Klink - Mar Sem Fim'/><category term='Trevanian - Shibumi'/><category term='Júlio Verne - A Volta ao Mundo em Oitenta Dias'/><category term='3 - Filmes'/><category term='Milan Kundera - Risíveis Amores'/><category term='José Saramago - Ensaio Sobre a Cegueira'/><category term='Ken Follett - Os Pilares da Terra'/><category term='Artistas Desconhecidos'/><category term='William Dietrich - As Pirâmides de Napoleâo'/><category term='Allan Massie - Calígula'/><category term='Robert Heinlein - Um Estranho Numa Terra Estranha'/><category term='Viviane Mosé - Café Filosófico - Nietzsche'/><category term='Nietzsche - A Gaia Ciência'/><category term='2 - Poesia'/><category term='Pinchas Perry - Quando Nietzsche Chorou'/><category term='Fernando Pessoa - Álvaro de Campos - Poesia'/><title type='text'>Discutindo Arte</title><subtitle type='html'>Compartilhando experiências com a arte</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-4824884801604143090</id><published>2011-10-22T15:34:00.001-02:00</published><updated>2011-10-22T15:34:23.979-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ernest Hemingway - O Velho e o Mar'/><title type='text'>O Velho e o Mar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-wM25BwU-WLY/TqL-kQTSvTI/AAAAAAAAAss/pQ2lVl5j8Wg/s1600-h/o-velho-e-o-mar8%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="o-velho-e-o-mar8" border="0" alt="o-velho-e-o-mar8" src="http://lh6.ggpht.com/-GC9sYs9B7OI/TqL-nZQO3LI/AAAAAAAAAs0/t9ggYV5mXG0/o-velho-e-o-mar8_thumb.jpg?imgmax=800" width="163" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Ernest Hemingway (1899-1961) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1952&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura norte-americana&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados desta edição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Bertrand Brasil, 2004, 128 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Fernando de Castro Ferro&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hemingway era parte da comunidade de escritores expatriados em Paris, conhecida como &amp;quot;geração perdida&amp;quot;, nome inventado e popularizado por Gertrude Stein. Levando uma vida turbulenta, Hemingway casou-se quatro vezes, além de vários relacionamentos românticos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos. Uma breve passagem, mas marcante para um escritor americano que estabeleceu uma relação emotiva e ideológica com os espanhóis. Em Pamplona, meados do século XX, fascinado pelas touradas, a ponto de tornar-se um toureiro amador, transporta essa experiência para dois livros: &lt;i&gt;O Sol Também Se Levanta&lt;/i&gt; (1926) e &lt;i&gt;Por Quem os Sinos Dobram&lt;/i&gt; (1940). Ao cobrir a Guerra Civil (1937) – como jornalista do &lt;i&gt;North American Newspaper Alliance&lt;/i&gt;, não hesitou em se aliar às forças republicanas contra o fascismo. Em 1952 publica &amp;quot;&lt;i&gt;O Velho e o Mar&lt;/i&gt;&amp;quot;, com o qual ganhou o prêmio &lt;i&gt;Pulitzer&lt;/i&gt; (1953), considerada a sua obra-prima. Hemingway recebeu o Nobel de Literatura de 1954.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao longo da vida do escritor, o tema suicídio aparece em escritos, cartas e conversas com muita frequência. Seu pai suicidou-se em 1929 por problemas de saúde e financeiros. Sua mãe, Grace, dona de casa e professora de canto e ópera, o atormentava com a sua personalidade dominadora. Ela enviou-lhe pelo correio a pistola com a qual o seu pai havia se matado. O escritor, atônito, não sabia se ela queria que ele repetisse o ato do pai ou que guardasse a arma como lembrança. A vida inteira jogou com a morte, até que, na manhã de 2 de julho de 1961, em Ketchum, Idaho, tomou do fuzil de caça e disparou contra si mesmo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Velho e o Mar, uma obra-prima do nosso tempo. Essa é a história de um homem que convive com a solidão do alto-mar, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e sua inabalável confiança na vida. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de passar quase três meses sem fisgar um peixe, escarnecido pelos colegas de profissão, o velho Santiago enfrenta o alto-mar, sozinho, em seu pequeno barco. Quer provar aos outros e a si mesmo que ainda é um bom pescador. É em completa solidão que ele travará uma luta de três dias com um peixe imenso, um animal quase mitológico, que lembra um ancestral literário, a baleia Moby Dick. À medida que o combate se desenvolve, o leitor vai embarcando no monólogo interior de Santiago, em suas dúvidas, sua angústia, sentindo os músculos retesados, a boca salgada e com gosto de carne crua, as mãos úmidas de sangue. Por fim o peixe se dobra à força do pescador. Mas a vitória não será completa - surgem os tubarões... &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito num estilo ágil e nervoso, máxima depuração da prosa jornalística do autor, o livro explora os limites da capacidade humana diante de uma natureza voraz, onde todos os elementos estão permanentemente em luta, numa autodevoração sem fim. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-4824884801604143090?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/4824884801604143090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2011/10/o-velho-e-o-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4824884801604143090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4824884801604143090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2011/10/o-velho-e-o-mar.html' title='O Velho e o Mar'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-GC9sYs9B7OI/TqL-nZQO3LI/AAAAAAAAAs0/t9ggYV5mXG0/s72-c/o-velho-e-o-mar8_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-1100671643289753323</id><published>2010-04-22T01:18:00.001-03:00</published><updated>2010-04-22T01:22:27.421-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Robert Heinlein - Amor Sem Limites'/><title type='text'>Amor Sem Limites</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8_OKZhowTI/AAAAAAAAArU/SpK7RUE75Gk/s1600-h/AMOR_SEM_LIMITES_1243299705P2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="AMOR_SEM_LIMITES_1243299705P" border="0" alt="AMOR_SEM_LIMITES_1243299705P" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8_OK82U8vI/AAAAAAAAArY/47d5AzXr5nA/AMOR_SEM_LIMITES_1243299705P_thumb.jpg?imgmax=800" width="154" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Robert A. Heinlein (1907-1988) &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1973&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura norte-americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;Dados desta edição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Record, 1973, 642 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Marina Leão Teixeira Viriato de Medeiros&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8_OLgoOAZI/AAAAAAAAArc/-DICrlk51JM/s1600-h/RobertHeinlein10.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Robert Heinlein" border="0" alt="Robert Heinlein" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8_OMWkJOgI/AAAAAAAAArg/bTEVpxPiDMI/RobertHeinlein_thumb8.jpg?imgmax=800" width="134" height="218" /&gt;&lt;/a&gt;Robert Anson Heinlein (Butler, Missouri, EUA, 7 de julho de 1907 — Carmel, Califórnia, EUA, 8 de maio de 1988) foi um grande mestre da ficção científica e o primeiro escritor deste gênero a viver exclusivamente da sua obra literária.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Formado pela Academia Naval de Annapolis seu grande sonho era servir a Marinha dos Estados Unidos, profissão que exerceu até 1934 quando foi reformado após contrair tuberculose, ao sair da marinha estudou física e matemática na Universidade da Califórnia e trabalhou em vários ramos: arquitetura, política, corretagem de imóveis e mineração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde jovem apreciava astronomia e era leitor assíduo de ficção científica, em 1938 transpôs para o papel seus conhecimentos, iniciando sua brilhante carreira literária. Ganhou quatro vezes o Prêmio Hugo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O maior e o mais ambicioso trabalho de Heinlein, o livro narra a história de um homem tão apaixonado pela Vida que se recusa a parar de vivê-la; e tão apaixonado com o Tempo que se torna seu próprio ancestral.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lazarus Long, personagem central desta história, é o representante mais velho da raça humana: ele tem mais de 2.300 anos de idade! Nascido em 11 de novembro de 1890 submete-se a vários rejuvenescimentos, vive diversas vidas sob nomes diferentes, de cada uma das quais faz a sua crônica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No ano de 4272 as pessoas têm a grande preocupação de conhecerem a origem de suas famílias. Apesar das fabulosas conquistas da ciência e da tecnologia, o homem continua obcecado pela própria identidade e pelo conhecimento do seu passado. Acha-se que qualquer pessoa física ou jurídica sem tradição, sem história, estará meio condenada à destruição pelo trauma que tal situação implica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É imenso o progresso material do mundo em 4272, mas a civilização regrediu, porque o avanço da genética e o advento da implantação de clones fazem com que a moral convencional sofra uma profunda reviravolta, alterando conceitos firmemente gravados na consciência humana desde os seus primórdios. O incesto deixa de ser imoral, graças à impossibilidade da procriação de descendentes defeituosos garantida pela ciência, como prova o amor tórrido de Ted Bronson, de fazer inveja a Sófocles... A busca do hedonismo é avassaladora. O homem torna-se um animal na verdadeira acepção da palavra, assegurando sua longevidade pelo acasalamento consangüíneo de exemplares selecionados. Tal como o gado e os animais de laboratório.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é o extraordinário tema da mais recente e ambiciosa obra de um grande mestre da ficção científica, AMOR SEM LIMITES, como o classificou a crítica americana, &amp;quot;é um romance completo, extremamente rico em detalhes&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-1100671643289753323?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/1100671643289753323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/amor-sem-limites.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1100671643289753323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1100671643289753323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/amor-sem-limites.html' title='Amor Sem Limites'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8_OK82U8vI/AAAAAAAAArY/47d5AzXr5nA/s72-c/AMOR_SEM_LIMITES_1243299705P_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8071041961128421921</id><published>2010-04-21T00:55:00.001-03:00</published><updated>2010-04-21T00:57:13.442-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Allan Massie - Calígula'/><title type='text'>Calígula</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S853NX9gwcI/AAAAAAAAArE/DF9sXVIkX_0/s1600-h/imagem4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="imagem" border="0" alt="imagem" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S853OW0uIgI/AAAAAAAAArI/n03ngi-ND1k/imagem_thumb2.jpg?imgmax=800" width="154" height="224" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Allan Massie(1938-)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 2004&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura&amp;#160; Inglesa&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Ediouro, 2005, 276 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Beatriz Horta&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S853QlDb0vI/AAAAAAAAArM/tQPZ7nPABJ8/s1600-h/AllanMassie8.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Allan Massie" border="0" alt="Allan Massie" align="right" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S853RT1BJgI/AAAAAAAAArQ/XoORPRLAlyA/AllanMassie_thumb6.jpg?imgmax=800" width="124" height="176" /&gt;&lt;/a&gt; Allan Massie&lt;/b&gt; (Cingapura, 19 de outubro de 1938). Historiador, jornalista e escritor britânico. Cresceu em Aberdeenshire na Escócia e foi educado na Inglaterra estudando em Glenalmond e no Trinity College, em Cambridge, onde se formou e passou a lecionar História. Também morou e lecionou durante vários anos na Itália. Atualmente é resenhista-chefe do The Scotsman, colunista do Daily Telegraph e do Spectator, membro da &lt;em&gt;Real Sociedade de Literatura&lt;/em&gt; e juiz do &lt;em&gt;Prémio Man Booker&lt;/em&gt;. Autor prolífico, já publicou mais de 30 livros, incluindo 19 novelas, destacando-se especialmente pela popularidade alcançada por seus romances históricos. Um grande admirador de Sir Walter Scott e do russo Andreï Makini, Massie mora com sua esposa Allison e seus três filhos na cidade de Selkirk, na fronteira escocesa, onde vive há 25 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gaio Júlio César Germânico, o Calígula, é considerado pelos historiadores um dos mais cruéis, sangrentos e autoritários imperadores romanos. Tinha menos de 25 anos quando se tornou imperador, sem nunca ter servido no exército ou assumido um cargo público. Seu reinado foi breve e marcado pela instabilidade mental, com relatos de orgias e devassidão sexual, delírios de loucura e grandeza. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesta biografia romanceada, o autor questiona a versão da maioria dos historiadores e filósofos a respeito desse personagem símbolo da decadência romana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem ousaria ignorar um pedido de Agripina, mãe do pequeno Nero? Lucius, oficial do estado-maior de Germânico e Tibério, temido e invejado por ter tido a honra de privar da intimidade de dois dos imperadores romanos, acatou aquele pedido como uma ordem: escrever a biografia do falecido Gaio, imperador-comandante do Império Romano, que em apenas quatro anos de governo reuniu mais poderes do que Júlio César. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas seria possível contar a história do imprevisível, louco, devasso, cruel e sedutor Gaio sem desnudar a história de Roma e da família imperial? Esse é o fio condutor de mais um romance histórico escrito por Allan Massie, sem dúvida um especialista na história de Roma e de seus senhores. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de Augusto, César, Antônio, Tibério e Nero, é a vez de Calígula - &amp;quot;(...) o homem mais solitário do mundo (...) tão perdido a ponto de se achar um deus - ele, que não dominava nem a própria cabeça (...).&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Narrado em forma de biografia romanceada, o livro apresenta personagens e fatos reais. Combinando conhecimento histórico com uma fértil imaginação, o autor questiona a versão da maioria dos historiadores e filósofos a respeito desse personagem símbolo da decadência romana. Afinal, no que se transformara a capital do Império senão num retrato de seus governantes? Será que Calígula realmente enlouqueceu ou, ao contrário, provou sua sanidade mental expondo o inferno que era Roma? &amp;quot;Gaio era apenas a manifestação radical da doença que atinge todos nós (...) uma geração mergulhada no vício e prestes a dar origem a uma prole ainda mais vil.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O império, que se estendia do Reno aos desertos da África, devorou a República e se tornou um lugar abandonado pelos deuses, onde o dinheiro corrompeu a política e a cobiça, a violência, a corrupção, a desordem e a desonra imperavam. Você já ouviu falar em algum lugar assim? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Calígula. Um retrato fascinante do mundo romano escrito por um dos melhores romancistas da atualidade.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8071041961128421921?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8071041961128421921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/caligula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8071041961128421921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8071041961128421921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/caligula.html' title='Calígula'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S853OW0uIgI/AAAAAAAAArI/n03ngi-ND1k/s72-c/imagem_thumb2.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-937665779310634287</id><published>2010-04-19T14:25:00.001-03:00</published><updated>2010-04-19T14:25:43.385-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sidney Sheldon - Se Houver Amanhã'/><title type='text'>Se Houver Amanhã</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8ySEidnZrI/AAAAAAAAAq8/YEfZks_CCco/s1600-h/36796_145%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="36796_145" border="0" alt="36796_145" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8ySFquOhTI/AAAAAAAAArA/06UVsDetOek/36796_145_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="164" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Sidney Sheldon (1917-2007)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1985&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura&amp;#160; Americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Record, 1986, 402 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de A. B. Pinheiro de Lemos&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Sidney Sheldon&lt;/b&gt; (Chicago, 11 de Fevereiro de 1917 — Los Angeles, 30 de Janeiro de 2007) foi um novelista e roteirista estadunidense.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nascido Sidney Schechtel, de pai judeu alemão e mãe judia russa, iniciou sua carreira em Hollywood como revisor de roteiros em 1937 além de colaborar em inúmeros filmes de segunda linha. Preferiu trabalhar no cinema do que na literatura por não julgar-se capaz de escrever um livro. Entrou para o Army Air Cops (Unidade do Exercito que compreende quase toda a aviação, e que se tornou parte da Força Aérea em 1947) durante a Segunda Guerra Mundial mas não chegou a servir por causa de uma hérnia de disco. Sheldon retornou à vida civil e começou a escrever musicais para a Broadway além de roteiros para a MGM e Paramount Pictures. Foi o criador da série televisiva Jeannie é um Gênio e Casal 20.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 1969, &lt;i&gt;Sidney Sheldon&lt;/i&gt; lançou seu primeiro romance, &lt;i&gt;A Outra Face&lt;/i&gt; (título original: &lt;i&gt;The Naked Face&lt;/i&gt;), e a partir daí escreveu vários títulos de sucesso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sidney Sheldon vendeu mais de 300 milhões de livros em todo o mundo. É o único escritor que recebeu quatro dos mais cobiçados prêmios da indústria cultural americana: o Oscar (cinema), o Emmy (tv), o Tony (teatro) e o Edgar (literatura) de suspense. É atualmente o autor mais traduzido em todo o planeta, cujos romances foram vendidos em 51 idiomas e distribuídos em 180 países.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mesmo não sendo um escritor elogiado pelos críticos, Sheldon se orgulhava da autenticidade das suas obras, uma vez que essas eram escritas segundo experiências vividas pelo autor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sheldon, um dos escritores mais produtivos da literatura americana contemporânea, morreu no dia 30 de janeiro de 2007, em Los Angeles, aos 89 anos, devido a complicações causadas por uma pneumonia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;sup&gt;Fonte:&lt;a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sidney_Sheldon" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sidney_Sheldon"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Sidney_Sheldon&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Crimes perfeitos, como o roubo de um quadro de Goya do Museu do prado, são um desafio pára Tracy Whitney. Mas ela não é uma ladra qualquer: para vingar-se dos homens que a colocaram injustamente na prisão, Tracy torna-se uma especialista em aplicar golpes em empresários inescrupulosos. De Nova Orleans a Londres, passando por Paris, Biarritz, Madri e Amsterdam, ela desafia a Interpol com uma série de ações ousadas, tendo como rival apenas Jeff Stevens, um irresistível trambiqueiro.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-937665779310634287?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/937665779310634287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/se-houver-amanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/937665779310634287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/937665779310634287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/se-houver-amanha.html' title='Se Houver Amanhã'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8ySFquOhTI/AAAAAAAAArA/06UVsDetOek/s72-c/36796_145_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5291016474709439453</id><published>2010-04-17T21:48:00.001-03:00</published><updated>2010-04-17T21:48:01.535-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Milan Kundera - O Livro do Riso e do Esquecimento'/><title type='text'>O Livro do Riso e do Esquecimento</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8pWubim0bI/AAAAAAAAAqs/sLPBnf-l4RU/s1600-h/Imagem%20054%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Imagem 054" border="0" alt="Imagem 054" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8pWvCLmc9I/AAAAAAAAAqw/1VzNtTglWHM/Imagem%20054_thumb.jpg?imgmax=800" width="165" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Milan Kundera(1929-&amp;#160; )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1978&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura Tcheca &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Nova Fronteira, 1987, 254 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução da edição francesa &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8pWvhtKR3I/AAAAAAAAAq0/wc3ZKGbWY_I/s1600-h/Milan%20Kundera%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Milan Kundera" border="0" alt="Milan Kundera" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8pWwBMtVmI/AAAAAAAAAq4/YVHVs2z4T3U/Milan%20Kundera_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" width="138" height="155" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160; Milan Kundera (1 de abril de 1929, Brno, Tchecoslováquia) foi membro do partido comunista e envolveu-se, assim como outros artistas, na Primavera de Praga de 1968. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Seus livros foram proibidos de serem publicados em seu país , apenas em 2006 foi lançado na República Tcheca o seu livro mais famoso - “A Insustentável Leveza do Ser”. Vive na França desde 1975, tornando-se cidadão francês em 1980.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O livro do riso e do esquecimento&lt;/em&gt; é uma narrativa entrecortada de erotismo e imagens oníricas. Em sete partes aparentemente autônomas o autor lança um olhar agudo e amargo sobre o cotidiano da República Tcheca após a invasão russa de 1968: as desilusões da juventude, a desorientação dos intelectuais, a prepotência dos líderes políticos, tudo converge para o esquecimento, imposto ou voluntário, individual ou coletivo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como em &lt;em&gt;A insustentável leveza do ser&lt;/em&gt;, Kundera articula de forma admirável, muitas vezes invisível, o destino individual dos personagens e o destino coletivo de um povo, a vida ordinária de pessoas comuns e a vida extraordinária da História.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5291016474709439453?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5291016474709439453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/o-livro-do-riso-e-do-esquecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5291016474709439453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5291016474709439453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2010/04/o-livro-do-riso-e-do-esquecimento.html' title='O Livro do Riso e do Esquecimento'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/S8pWvCLmc9I/AAAAAAAAAqw/1VzNtTglWHM/s72-c/Imagem%20054_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-680911113336525329</id><published>2009-10-18T22:41:00.001-02:00</published><updated>2009-10-18T22:41:23.752-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Júlio Verne - Viagem ao Centro da Terra'/><title type='text'>Viagem ao Centro da Terra</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Stu1sMP_d6I/AAAAAAAAAqE/Lq8D6s0Ht84/s1600-h/1952854_6_item_4_23.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="1952854_6_item_4_2" border="0" alt="1952854_6_item_4_2" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Stu1sij4JjI/AAAAAAAAAqI/Nj7nlEEqVhw/1952854_6_item_4_2_thumb4.jpg?imgmax=800" width="165" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Júlio Verne (1828-1905)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1864&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura francesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora RBA, 2003, 267 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Coleção Biblioteca Júlio Verne&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No ano de 1863, pleno século XIX, o Dr. Lidenbrock, professor e geólogo alemão, depois de ter encontrado um manuscrito, escrito em código, de um antigo alquimista islandês do século XVI, e de o ter decifrado, descobriu que este foi ao centro da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Querendo também realizar tal feito “impossível”, ele e o seu sobrinho Axel, partiram para a Islândia com o intuito de penetrar no interior da crosta terrestre e chegar ao centro da Terra, como vinha referido no misterioso manuscrito, a entrada para o interior da Terra era feita a partir de uma cratera de um vulcão na região ocidental da ilha da Islândia, o Sneffels. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de chegada à Islândia, o Dr. Lidenbrock contratou um caçador islandês, Hans, para servir de guia até ao vulcão e de ajudante na sua longa jornada no interior da Terra. Já abaixo da superfície terrestre, estes três homens desceram corredores e galerias, passando por vários obstáculos e peripécias, como por exemplo falta de água, andaram perdidos, Axel perdeu-se do grupo, entre outras... Até que chegaram a uma galeria de dimensões colossais que continha no seu interior um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano"&gt;oceano&lt;/a&gt;, ilhas, nuvens, e até mesmo luz, gerada por um fenômeno elétrico desconhecido. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para além destas características ainda possuía outra, mais chocante, existia vida naquele mundo paralelo ao mundo superficial, vida que na superfície era considerada já extinta há muitos milhares de anos, que ia desde dinossauros ao homem das cavernas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tudo isto a milhares de metros de profundidade, os três exploradores tiveram de construir uma jangada para viajar naquele oceano que parecia não ter fim. Resistiram a uma tempestade de vários dias que os levou à margem oposta do oceano, onde encontraram a passagem para o centro da Terra, mas estava bloqueada por um desabamento de terras recente. Hans colocou pólvora em torno da passagem e explodiu com o obstáculo, mas essa explosão foi de tal ordem que fez com que a jangada onde os três estavam fosse puxada para uma chaminé de um vulcão, em consequência de uma erupção foram expelidos para a superfície terrestre. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando estabeleceram contato com os habitantes locais, descobriram que tinham saído no vulcão Stromboli, localizado a norte da Sicília. Ou seja, percorreram mais de cinco mil quilômetros nesse mundo paralelo.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-680911113336525329?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/680911113336525329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/viagem-ao-centro-da-terra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/680911113336525329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/680911113336525329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/viagem-ao-centro-da-terra.html' title='Viagem ao Centro da Terra'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Stu1sij4JjI/AAAAAAAAAqI/Nj7nlEEqVhw/s72-c/1952854_6_item_4_2_thumb4.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-6420117586712658900</id><published>2009-10-14T23:45:00.001-03:00</published><updated>2009-10-14T23:45:47.030-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jostein Gaarder - O Livro das Religiões'/><title type='text'>O Livro das Religiões</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StaM0ZkNPfI/AAAAAAAAApg/opdmgCawaYY/s1600-h/109713.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="10971" border="0" alt="10971" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StaM1JBHNOI/AAAAAAAAApk/Ll7zmE8r_vQ/10971_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="218" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Jostein Gaarder, Henry Notaker e Victor Hellern&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura norueguesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 320 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Isa Mara Lando&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles5BAC18/JosteinGaarder2%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StaM1qwy4jI/AAAAAAAAApo/nLtZX4cad_U/s1600-h/JosteinGaarder4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Jostein Gaarder" border="0" alt="Jostein Gaarder" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StaM2XSWxTI/AAAAAAAAAps/U-uj20NzsLk/JosteinGaarder_thumb3.jpg?imgmax=800" width="104" height="135" /&gt;&lt;/a&gt; Jostein Gaarder nasceu em 1952, na Noruega. Estudou filosofia, teologia e literatura, e foi professor durante dez anos. Estreou como escritor em 1986, tornando-se logo um dos autores de maior destaque em seu país. A partir de 1991, ganhou projeção internacional com &lt;em&gt;O Mundo de Sofia&lt;/em&gt;, já traduzido para 42 línguas. Mora em Oslo, com a mulher e dois filhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O autor de &lt;em&gt;O mundo de Sofia&lt;/em&gt; mergulha neste livro no universo complexo e contraditório das religiões. Juntamente com o jornalista Henry Notaker e o professor Victor Hellern, ele investiga todas as formas de religiosidade, expondo suas semelhanças e diferenças, define e contextualiza religiões, apresenta deuses desconhecidos e oferece ao leitor a possibilidade de conhecer um mundo em que não faltam demonstrações de sabedoria, fé e, claro, muitos conflitos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cada uma a seu modo, todas as religiões exaltam valores como compaixão, fraternidade e honestidade, ao mesmo tempo em que expõem as fragilidades e contradições da natureza humana. Dos diversos conflitos que marcam as disputas religiosas no mundo à reafirmação da pluralidade de crenças, neste livro o escritor norueguês propicia um contato intelectual esclarecido e generoso em relação a um dos pilares da vida da humanidade. E isso mesmo quando mostra o ponto de vista de pessoas que não têm religião - como os ateus, os agnósticos, os materialistas, os racionalistas convictos, os marxistas e os humanistas radicais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com simplicidade e erudição, &lt;em&gt;O livro das religiões&lt;/em&gt; descreve as características e a base de cada fé, e mostra também um abrangente quadro de referência das interrogações e angústias espirituais não-religiosas. Para complementar, a edição brasileira - a segunda no mundo, após a publicação original na Noruega - conta ainda com um apêndice sobre as religiões no Brasil, elaborado pelo cientista social Antônio Flávio Pierucci.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-6420117586712658900?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/6420117586712658900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-livro-das-religioes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6420117586712658900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6420117586712658900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-livro-das-religioes.html' title='O Livro das Religiões'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StaM1JBHNOI/AAAAAAAAApk/Ll7zmE8r_vQ/s72-c/10971_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2838261976823106130</id><published>2009-10-11T17:50:00.001-03:00</published><updated>2009-10-11T17:50:07.291-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Led Zeppelin - Led Zeppelin IV'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><title type='text'>Led Zeppelin – Led Zeppelin IV</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StJE-ZOfDWI/AAAAAAAAApY/iJvZ8gWogow/s1600-h/led_zeppeliniv2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="led_zeppelin-iv" border="0" alt="led_zeppelin-iv" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StJE_mLD7qI/AAAAAAAAApc/Zc-xjiH965U/led_zeppeliniv_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="243" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é o quarto álbum da banda&amp;#160; britânica Led Zeppelin, lançado em 8 de Novembro de 1971. Não possui qualquer título oficial mencionado na capa e é habitualmente designado de &lt;i&gt;&lt;b&gt;Led Zeppelin IV&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, na linha dos três anteriores registos da banda. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É um dos álbuns mais vendidos da história, com mais de 23 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos.&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;As vendas a nível mundial estimam-se para cerca de 37 milhões de cópias.&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&amp;quot;Black Dog&amp;quot; (Page/Plant/Jones) – 4:57 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Rock and Roll&amp;quot; (Page/Plant/Jones/Bonham) – 3:40 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;The Battle Of Evermore&amp;quot; (Page/Plant) – 5:52 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Stairway to Heaven&amp;quot; (Page/Plant) – 8:03 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Misty Mountain Hop&amp;quot; (Page/Plant/Jones) – 4:38 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Four Sticks&amp;quot; (Page/Plant) – 4:45 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Going To California&amp;quot; (Page/Plant) – 3:31 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;When The Levee Breaks&amp;quot; (Page/Plant/Jones/Bonham/Memphis Minnie) – 7:08 &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2838261976823106130?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2838261976823106130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/led-zeppelin-led-zeppelin-iv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2838261976823106130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2838261976823106130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/led-zeppelin-led-zeppelin-iv.html' title='Led Zeppelin – Led Zeppelin IV'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/StJE_mLD7qI/AAAAAAAAApc/Zc-xjiH965U/s72-c/led_zeppeliniv_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8009716172192506298</id><published>2009-10-10T00:01:00.001-03:00</published><updated>2009-10-10T00:01:31.390-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arthur Hiller - O Homem de la Mancha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><title type='text'>O Homem de la Mancha</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_46_JeewI/AAAAAAAAAoo/NfwKbXajBoA/s1600-h/4CE20E_18.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="4CE20E_1" border="0" alt="4CE20E_1" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_47njML8I/AAAAAAAAAos/my2lduzJG-4/4CE20E_1_thumb14.jpg?imgmax=800" width="184" height="258" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Musical&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;EUA, 1972&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;2 horas e 12 minutos&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Dirigido por Arthur Hiller&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Roteiro de Dale Wasserman, baseado na peça teatral musical de mesmo nome de sua autoria, por sua vez inspirada no clássico &lt;i&gt;D. Quixote&lt;/i&gt;, de Miguel de Cervantes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_48LY76cI/AAAAAAAAAow/94j6AMlvRzw/s1600-h/3625952566_35f126d9e3_o7.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="3625952566_35f126d9e3_o" border="0" alt="3625952566_35f126d9e3_o" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_48x9sV0I/AAAAAAAAAo0/jF9UXae3IQ8/3625952566_35f126d9e3_o_thumb8.jpg?imgmax=800" width="370" height="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a Inquisição na Espanha, Miguel de Cervantes é aprisionado como herege, e jogado em um calabouço com ladrões e assassinos. Para se defender de um &amp;quot;julgamento&amp;quot; dos companheiros de cela, ele lhes conta a história do cavaleiro errante Don Quixote de La Mancha.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_49pucACI/AAAAAAAAAo4/96Gc034v57g/s1600-h/MV5BMTIxMzMzNDg3M15BMl5BanBnXkFtZTYw.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="MV5BMTIxMzMzNDg3M15BMl5BanBnXkFtZTYwMjQ3MzI2__V1__SX450_SY341_" border="0" alt="MV5BMTIxMzMzNDg3M15BMl5BanBnXkFtZTYwMjQ3MzI2__V1__SX450_SY341_" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_4-RQPr-I/AAAAAAAAAo8/GoTtEQjcX_U/MV5BMTIxMzMzNDg3M15BMl5BanBnXkFtZTYw%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="370" height="286" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Man of La Mancha&lt;/i&gt; foi escolhido como um dos&amp;#160; dez melhores filmes de 1972 pelo &lt;i&gt;National Board of Review&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_4_BfKZZI/AAAAAAAAApA/yJUuNnKhdz8/s1600-h/MV5BMTM2OTM2MTM0N15BMl5BanBnXkFtZTYw%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="MV5BMTM2OTM2MTM0N15BMl5BanBnXkFtZTYwOTM3MzI2__V1__SX324_SY400_" border="0" alt="MV5BMTM2OTM2MTM0N15BMl5BanBnXkFtZTYwOTM3MzI2__V1__SX324_SY400_" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_4_1N0ZJI/AAAAAAAAApE/LggUgjqzdns/MV5BMTM2OTM2MTM0N15BMl5BanBnXkFtZTYw.jpg?imgmax=800" width="240" height="291" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Peter O'Toole .... Don Quixote de La Mancha / Miguel de Cervantes / Alonso Quijana &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Sophia Loren .... Aldonza / Dulcinéia &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;James Coco .... Sancho Pança / criado de Cervantes &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Harry Andrews .... governador &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;John Castle .... Duque / Dr. Sanson Carrasco &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Brian Blessed .... Pedro &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ian Richardson .... padre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Julie Gregg .... Antônia Quijana &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Rosalie Crutchley .... governanta &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Gino Conforti ... . barbeiro &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Marne Maitland .... capitão da guarda &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Dorothy Sinclair .... Maria &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Miriam Acevedo .... Fermina &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_5As2zhqI/AAAAAAAAApI/0Dv9KZgceok/s1600-h/3625135417_2215ba60a9_o7.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="3625135417_2215ba60a9_o" border="0" alt="3625135417_2215ba60a9_o" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_5BGAI8PI/AAAAAAAAApM/6b2WmUKIXk8/3625135417_2215ba60a9_o_thumb10.jpg?imgmax=800" width="370" height="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Oscar&lt;/b&gt; 1973 (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Indicado na categoria de melhor trilha sonora. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Globo de Ouro&lt;/b&gt; 1973 (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Indicado nas categorias de melhor ator - comédia / musical (Peter O'Toole) e melhor ator coadjuvante (James Coco). &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;National Board of Review&lt;/b&gt; 1972 (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Venceu na categoria de melhor ator (Peter O'Toole) &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7fe453c2-36a3-446c-b7e0-d128e9e1627b" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="165627f6-c2e2-4b25-934e-2cb57614cb57" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RfHnzYEHAow&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_5ByyfBUI/AAAAAAAAApQ/y8jjF-5jEBI/video528e48c1d7ab%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('165627f6-c2e2-4b25-934e-2cb57614cb57'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/RfHnzYEHAow&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/RfHnzYEHAow&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:81091b55-da62-41f7-a9f7-9edd2da202d7" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="7a26d115-77c6-4bff-811b-58d8b5b5c20b" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ayz50HeFJUU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_5CSmJ71I/AAAAAAAAApU/8TIsDvjWvHM/videob7bc3d360e8f%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('7a26d115-77c6-4bff-811b-58d8b5b5c20b'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/ayz50HeFJUU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/ayz50HeFJUU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8009716172192506298?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8009716172192506298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-homem-de-la-mancha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8009716172192506298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8009716172192506298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-homem-de-la-mancha.html' title='O Homem de la Mancha'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss_47njML8I/AAAAAAAAAos/my2lduzJG-4/s72-c/4CE20E_1_thumb14.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8370043683870537684</id><published>2009-10-09T00:05:00.001-03:00</published><updated>2009-10-09T00:05:29.183-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jostein Gaarder - O Dia do Curinga'/><title type='text'>O Dia do Curinga</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss6obm6ZM1I/AAAAAAAAAoY/1SxowXHp7aw/s1600-h/106133.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="10613" border="0" alt="10613" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss6ocN4lnKI/AAAAAAAAAoc/ROFlIg4BtUo/10613_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="220" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Jostein Gaarder (1952 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura norueguesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 384 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de João Azenha Jr.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles5BAC18/JosteinGaarder2%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss6odRZfE1I/AAAAAAAAAog/rj6xIIf9XAo/s1600-h/JosteinGaarder4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Jostein Gaarder" border="0" alt="Jostein Gaarder" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss6oeBtgOsI/AAAAAAAAAok/01JSzx5KNeY/JosteinGaarder_thumb2.jpg?imgmax=800" width="104" height="135" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/strong&gt;Jostein Gaarder nasceu em 1952, na Noruega. Estudou filosofia, teologia e literatura, e foi professor durante dez anos. Estreou como escritor em 1986, tornando-se logo um dos autores de maior destaque em seu país. A partir de 1991, ganhou projeção internacional com &lt;em&gt;O Mundo de Sofia&lt;/em&gt;, já traduzido para 42 línguas. Mora em Oslo, com a mulher e dois filhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Você já pensou que num baralho existem muitas cartas de copas e de ouros, outras tantas de espadas e de paus, mas que existe apenas um curinga?&amp;quot;, pergunta à sua mãe certa vez a jovem protagonista de &lt;em&gt;O mundo de Sofia&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esse é o ponto de partida deste outro livro de Jostein Gaarder, a história de um garoto chamado Hans-Thomas e seu pai, que cruzam a Europa, da Noruega à Grécia, à procura da mulher que os deixou oito anos antes. No meio da viagem, um livro misterioso desencadeia uma narrativa paralela, em que mitos gregos, maldições de família, náufragos e cartas de baralho que ganham vida transformam a viagem de Hans-Thomas numa autêntica iniciação à busca do conhecimento - ou à filosofia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O dia do curinga&lt;/em&gt; é a história de muitas viagens fantásticas que se entrelaçam numa viagem única e ainda mais fantástica - e que só pode ser feita por um grande aventureiro: o leitor.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8370043683870537684?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8370043683870537684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-dia-do-curinga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8370043683870537684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8370043683870537684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/o-dia-do-curinga.html' title='O Dia do Curinga'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss6ocN4lnKI/AAAAAAAAAoc/ROFlIg4BtUo/s72-c/10613_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-1748881357672550334</id><published>2009-10-08T10:43:00.001-03:00</published><updated>2009-10-08T10:43:49.960-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Stanley Kubrick - Laranja Mecânica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><title type='text'>Laranja Mecânica</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sXxVfp5I/AAAAAAAAAnY/WJFQ3uvcmwE/s1600-h/larmec2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="larmec" border="0" alt="larmec" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sYFosVnI/AAAAAAAAAnc/NduOaQiNh2M/larmec_thumb.jpg?imgmax=800" width="172" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Ficção Científica&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Reino Unido, 1971&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;2 horas e 18 minutos&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Dirigido por Stanley Kubrick&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ambientado numa Inglaterra num futuro indeterminado, o filme mostra a vida de um jovem, chamado Alex DeLarge, cujos gostos variam de música clássica (Beethoven), a estupro e ultraviolência. Ele é o líder de uma gang de arruaceiros, aos quais se refere como &amp;quot;druguis&amp;quot; (palavra originária do russo &lt;i&gt;druk&lt;/i&gt;, amigo). Alex narra a maioria do filme em &amp;quot;Nadsat&amp;quot;, um idioma que mistura o russo, o inglês e o &lt;i&gt;cockney&lt;/i&gt; (por exemplo, &lt;i&gt;rozzer&lt;/i&gt; é polícia, &lt;i&gt;drugo&lt;/i&gt; é amigo, &lt;i&gt;chavalco&lt;/i&gt; é cara, &lt;i&gt;moloko&lt;/i&gt; é leite). Alex é irreverente e abusa dos demais; mente para seus pais para faltar da escola.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sYrRxZKI/AAAAAAAAAng/zduDrUGOzYY/s1600-h/a_clockwork_orange_046.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="a_clockwork_orange_04" border="0" alt="a_clockwork_orange_04" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sZcYUKJI/AAAAAAAAAnk/R9GZhVwPd2I/a_clockwork_orange_04_thumb5.jpg?imgmax=800" width="320" height="262" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Alex leva seus droogs a invadir uma casa, golpeiam um escritor que vive nela e estupram a sua esposa, enquanto Alex canta &lt;i&gt;Singin' in the Rain&lt;/i&gt;. Depois, lida com uma tentativa de golpe de um seus droogs subordinados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de faltar às aulas, seduz a duas adolescentes em uma loja de discos; apesar de não reconhecer o nome de suas estrelas favoritas, este as leva para sua casa e tem relações sexuais com ambas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sa3vZ7nI/AAAAAAAAAno/DEW3GCTqzD0/s1600-h/actkubrickclockwork1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="actkubrickclockwork" border="0" alt="actkubrickclockwork" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sbQz974I/AAAAAAAAAns/wt5zbCzj3v0/actkubrickclockwork_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="190" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Posteriormente, Alex é capturado durante um assalto, traído por seus droogs (um ao qual Alex tinha cortado a parte superior da mão direita por ter desrespeitado sua autoridade na gang). Alex é golpeado no rosto com uma garrafa de leite e fica cego, de forma temporária, na cena do crime. Essa cegueira permitirá sua captura. Depois de ser preso, descobre que a vítima do roubo morreu: Alex é um assassino. É sentenciado a 14 anos de prisão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3scJoBeeI/AAAAAAAAAnw/FvFFqjajRJg/s1600-h/clockwork_orange_fight1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="clockwork_orange_fight" border="0" alt="clockwork_orange_fight" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sc7LcSZI/AAAAAAAAAn0/BNQx60hGaF4/clockwork_orange_fight_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="229" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de ter cumprido dois anos de prisão, ele consegue a liberdade condicional, e se submete ao tratamento Ludovico, uma terapia experimental de aversão, desenvolvida pelo governo como estratégia para deter o crime na sociedade. O tratamento consiste em ser exposto a formas extremas de violência, como ver um filme muito violento. Alex é incapaz de parar de assistir, pois seus olhos estão presos por um par de ganchos. Também é drogado antes de ver os filmes, para que associe as ações violentas com a dor que estas lhe provocam.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sd_6jMoI/AAAAAAAAAn4/zacNps1Pino/s1600-h/011989736EX00%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="0,,11989736-EX,00" border="0" alt="0,,11989736-EX,00" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3seCLaTVI/AAAAAAAAAn8/kcXbcf5EgmQ/011989736EX00_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="208" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O tratamento o torna incapaz de qualquer ato de violência (nem mesmo em defesa própria), bem como de tocar uma mulher nua. Como efeito secundário, também não consegue ouvir a 9ª Sinfonia de Beethoven — que era sua peça favorita.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sem a capacidade de se defender, e de ter sido desalojado por seus pais (estes alugaram sua casa a um hóspede, entregado seu som e tesouros, e aparentemente mataram Basil, sua cobra de estimação), Alex desanimadamente perambula por Londres. Ele encontra a velhas vítimas e dois de seus antigos droogs (agora policiais) que lhe golpeiam e quase afogam.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sfusZIjI/AAAAAAAAAoA/kgEDMZ1idIw/s1600-h/laranjamecanica.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="laranja-mecanica" border="0" alt="laranja-mecanica" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sgOQ64vI/AAAAAAAAAoE/uudabDXGcBk/laranjamecanica_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="229" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Alex vaga pelos bosques até chegar à casa do escritor cuja esposa havia estuprado. O escritor o deixa entrar antes de descobrir sua identidade; logo, droga a Alex através de uma garrafa de vinho que ele o faz beber e tenta fazê-lo se suicidar tocando uma versão eletrônica da Nona Sinfonia de Beethoven. Alex se joga de uma janela, mas sobrevive.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3siEH0QgI/AAAAAAAAAoI/Z66pygpgliY/s1600-h/a_clockwork_orange1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="a_clockwork_orange" border="0" alt="a_clockwork_orange" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sinSsl1I/AAAAAAAAAoM/04GQ6eNjemM/a_clockwork_orange_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="209" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de uma grande recuperação no hospital, Alex parece ser o de antes. No hospital, o Ministro de Interior (que havia antes selecionado Alex pessoalmente para o tratamento Ludovico) visita Alex, desculpando-se pelos efeitos do tratamento, dizendo que só seguia as recomendações de sua equipe. O governo oferece a Alex um trabalho muito bem remunerado se ele aceitar apoiar a eleição do partido político conservador, cuja imagem pública se viu seriamente danificada pela tentativa de suicídio de Alex e o polêmico tratamento ao qual foi submetido. Antecipando seu regresso, Alex narra o final do filme: &amp;quot;Definitivamente, estava curado&amp;quot; enquanto se vê uma fantasia surreal dele mesmo transando com uma mulher na neve, rodeado por damas e cavaleiros vitorianos aplaudindo, e pode-se escutar o último movimento da Nona Sinfonia ao fundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3skpmcBtI/AAAAAAAAAoQ/Fc2IBBc8NzU/s1600-h/clockworkorange0%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="clockwork-orange-0" border="0" alt="clockwork-orange-0" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3slJZrUII/AAAAAAAAAoU/kXyshfz7CmU/clockworkorange0_thumb.jpg?imgmax=800" width="320" height="204" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;li&gt;Malcolm McDowell .... Alex DeLarge &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Patrick Magee ....... Sr. Alexander &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Michael Bates ....... Chefe dos guardas &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Warren Clarke ....... Dim &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Adrienne Corri ...... Senhora Alexander &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Carl Duering ........ Dr. Brodski &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Paul Farrell ........ Morador de rua &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Clive Francis ....... Lodger &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Michael Glover ...... Diretor da prisão &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Michael Tarn ........ Pete &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;James Marcus ........ George &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Aubrey Morris ....... Deltoid &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Godfrey Quigley ..... Capelão da prisão    &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;    &lt;h5&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Oscar 1972 (EUA)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h5&gt;   &lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Indicações &lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Melhor Filme &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Diretor &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Roteiro Adaptado &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Edição &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;h5&gt;Globo de Ouro 1972 (EUA)&lt;/h5&gt;   &lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Indicações &lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Melhor Filme - Drama &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Diretor &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Ator - Drama (Malcolm McDowell) &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;h5&gt;BAFTA 1973 (Reino Unido)&lt;/h5&gt;   &lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Indicações &lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Melhor Filme &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Diretor &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Roteiro &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Fotografia &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Direção de Arte &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Edição &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Trilha Sonora &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;h5&gt;NYFCC 1971 (EUA)&lt;/h5&gt;   &lt;dl&gt;&lt;dt&gt;Indicações &lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Melhor Filme &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Melhor Diretor &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-1748881357672550334?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/1748881357672550334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/laranja-mecanica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1748881357672550334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1748881357672550334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/laranja-mecanica.html' title='Laranja Mecânica'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss3sYFosVnI/AAAAAAAAAnc/NduOaQiNh2M/s72-c/larmec_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3056971038605039684</id><published>2009-10-07T18:52:00.001-03:00</published><updated>2009-10-07T18:52:26.249-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supertramp - Paris'/><title type='text'>Supertramp - Paris</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss0NlsBFDVI/AAAAAAAAAnQ/E2PNjKa5v64/s1600-h/Supertramp2020Paris2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Supertramp%20-%20Paris" border="0" alt="Supertramp%20-%20Paris" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss0Nmd4pO6I/AAAAAAAAAnU/gvfHH64boW4/Supertramp2020Paris_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Paris é o sétimo álbum do Supertramp, lançado em 1980 &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;CD 1&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;School&amp;quot; – 5:28 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Ain't Nobody But Me&amp;quot; – 5:37 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;The Logical Song&amp;quot; – 3:56      &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Bloody Well Right&amp;quot; – 7:38 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Breakfast in America&amp;quot; – 2:56      &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;You Started Laughing&amp;quot; – 4:02 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Hide In Your Shell&amp;quot; – 6:54 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;From Now On&amp;quot; – 7:07 &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;CD 2&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&amp;quot;Dreamer&amp;quot; – 3:29 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Rudy&amp;quot; – 7:23      &lt;ol&gt;       &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;     &lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;A Soapbox Opera&amp;quot; – 4:51      &lt;ol&gt;       &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;     &lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Asylum&amp;quot; – 6:54      &lt;ol&gt;       &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;     &lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Take the Long Way Home&amp;quot; – 5:08      &lt;ol&gt;       &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;     &lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Fool's Overture&amp;quot; – 10:57      &lt;ol&gt;       &lt;ol&gt;&lt;/ol&gt;     &lt;/ol&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Vocal lider&amp;quot; – 1:23 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Crime Of The Century&amp;quot; – 6:31 &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rick_Davies"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3056971038605039684?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3056971038605039684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/supertramp-paris.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3056971038605039684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3056971038605039684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/supertramp-paris.html' title='Supertramp - Paris'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ss0Nmd4pO6I/AAAAAAAAAnU/gvfHH64boW4/s72-c/Supertramp2020Paris_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-7161026301153271780</id><published>2009-10-06T20:16:00.001-03:00</published><updated>2009-10-06T20:16:28.229-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vikas Swarup - Sua Resposta Vale Um Bilhão'/><title type='text'>Sua Resposta Vale Um Bilhão</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsvPwEBHi4I/AAAAAAAAAnA/wLfZ3cQBj2s/s1600-h/Imagem531.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Imagem53" border="0" alt="Imagem53" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsvPwwHQxVI/AAAAAAAAAnE/kJMVq3tGaZE/Imagem53_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="230" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Vikas Swarup&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura indiana&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Companhia das Letras, 344 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Paulo Henriques Britto&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsvPxSuhfvI/AAAAAAAAAnI/wF08dD4CFlk/s1600-h/VikasSwarup.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Vikas Swarup" border="0" alt="Vikas Swarup" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsvPypZDHkI/AAAAAAAAAnM/0bPY7CuW-KE/VikasSwarup_thumb.jpg?imgmax=800" width="112" height="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Vikas Swarup é diplomata de carreira. Já serviu na Turquia, nos Estados Unidos, na Etiópia e na Grã-Bretanha. Atualmente serve no Ministério das Relações Exteriores da Índia, em Nova Delhi. &lt;em&gt;Sua resposta vale um bilhão&lt;/em&gt; já foi traduzido para vários idiomas, inclusive francês, alemão e russo, e já foi&amp;#160; transformado em filme.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sua resposta vale um bilhão&lt;/em&gt;, romance de estréia do diplomata indiano Vikas Swarup, é uma narrativa à maneira das &lt;em&gt;Mil e uma noites&lt;/em&gt;, com uma história central em que um personagem conta histórias para outro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O contador de histórias aqui é Ram Mohammad Thomas, um garçom de dezoito anos que ganhou um bilhão de rupias - o maior prêmio de todos os tempos - num programa televisivo de perguntas e respostas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os organizadores do concurso, inadimplentes, se recusam a pagar o prêmio. Alegam que um garoto inculto como Ram não poderia conhecer as respostas, e o entregam à polícia para que ele seja torturado e confesse a fraude. Salvo por uma advogada, Ram terá de contar a ela a história de sua vida. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cada episódio explica como ele ficou sabendo coisas como o significado da inscrição &amp;quot;INRI&amp;quot;, que aparece nos crucifixos, e qual a maior condecoração por bravura concedida pelas forças armadas indianas. Unificadas pela presença do protagonista, herói picaresco que sempre acaba se saindo bem, graças a uma combinação de esperteza e sorte, as narrativas são ora cômicas, ora trágicas e apresentam um rico panorama da Índia contemporânea, onde passado e presente, miséria e opulência, religiosidade e comercialismo, ternura e violência se misturam. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-7161026301153271780?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/7161026301153271780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/sua-resposta-vale-um-bilhao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7161026301153271780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7161026301153271780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/sua-resposta-vale-um-bilhao.html' title='Sua Resposta Vale Um Bilhão'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsvPwwHQxVI/AAAAAAAAAnE/kJMVq3tGaZE/s72-c/Imagem53_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8812857439641801585</id><published>2009-10-05T21:06:00.001-03:00</published><updated>2009-10-05T21:06:38.452-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rubem Fonseca - A Grande Arte'/><title type='text'>A Grande Arte</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsqKBcITYXI/AAAAAAAAAmQ/7M8iRB7GNuE/s1600-h/image6.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsqKCKkcptI/AAAAAAAAAmU/82NH1O8mKAM/image_thumb2.jpg?imgmax=800" width="154" height="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160; &lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Rubem Fonseca (1925 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura brasileira &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 304 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsqKCxSA9MI/AAAAAAAAAmY/S_Sd__eXsis/s1600-h/RubemFonseca.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Rubem Fonseca" border="0" alt="Rubem Fonseca" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsqKDVL6VnI/AAAAAAAAAmc/Kdcs3boWvIU/RubemFonseca_thumb.jpg?imgmax=800" width="114" height="151" /&gt;&lt;/a&gt; Rubem Fonseca nasceu em Juiz de Fora, em 1925, e mora no Rio de Janeiro desde os oito anos de idade. É romancista, contista e roteirista de cinema. Já publicou diversas obras no Brasil e no exterior. Em 2003 recebeu, pelo conjunto de sua obra, o prêmio Camões e o prêmio de literatura latino-americana e do Caribe Juan Rulfo. Acredita, como Joseph Brodsky, que a verdadeira biografia de um escritor está nos seus livros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. &amp;quot;Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake - um dos grandes personagens da nossa literatura contemporânea - lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto, de mão em mão, as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A grande arte&lt;/em&gt;, publicado originalmente no final de 1983, permaneceu durante meses na lista dos livros mais vendidos do Brasil. A crítica, que já tinha os contos de Rubem Fonseca em alta consideração, acolheu o romance com entusiasmo, tanto no Brasil como no exterior. &lt;em&gt;A grande arte&lt;/em&gt; virou filme de Walter Salles em 1991, com roteiro baseado no romance de Rubem Fonseca. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A ficção latino-americana tem se mostrado capaz de combinar sem nenhuma dificuldade o inteligente com o popular. &lt;em&gt;A grande arte&lt;/em&gt; prende o leitor porque os seus elementos parodísticos dão realce, em vez de depreciar, ao seu lado sensacionalista, tornando o livro refinado e superior. [...] Uma improvisação valiosa, mesmo em tradução.&amp;quot;- David Sexton, &lt;em&gt;The Independent&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;&lt;em&gt;A grande arte&lt;/em&gt; é um empolgante policial e um ótimo romance - obrigatório.&amp;quot;- Sérgio Augusto, &lt;em&gt;Folha de S.Paulo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8812857439641801585?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8812857439641801585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/grande-arte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8812857439641801585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8812857439641801585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/grande-arte.html' title='A Grande Arte'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsqKCKkcptI/AAAAAAAAAmU/82NH1O8mKAM/s72-c/image_thumb2.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-9156641972568553535</id><published>2009-10-04T01:13:00.001-03:00</published><updated>2009-10-04T01:13:37.413-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Clavell - Tai Pan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Tai Pan</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ssgg6HWy4vI/AAAAAAAAAlo/u1JFywEYscU/s1600-h/614954.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="61495" border="0" alt="61495" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ssgg6wHrpII/AAAAAAAAAls/AEys70BByNY/61495_thumb6.jpg?imgmax=800" width="154" height="222" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da Obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por James Clavell (1924 – 1994)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1966&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Record, 740 págs. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Sônia Coutinho&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ssgg7tWARZI/AAAAAAAAAlw/8GmaqFf8eSY/s1600-h/JamesClavell5.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="James Clavell" border="0" alt="James Clavell" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ssgg8EZw0cI/AAAAAAAAAl0/gm4_6Y6N-l4/JamesClavell_thumb3.jpg?imgmax=800" width="154" height="200" /&gt;&lt;/a&gt; Charles Edmund Dumaresq Clavell (Sydney, Austrália, 10 de outubro de 1924 - Vevey, Suíça, 7 de setembro de 1994) nasceu na Austrália, mas foi criado na Inglaterra e naturalizado americano, foi escritor e diretor de cinema. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a segunda guerra mundial serviu a Real Artilharia Britânica, foi capturado em 1942 pelos japonese na ilha de Java e internado no campo de prisioneiros de Changi em Cingapura, fato que influenciou toda a sua obra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dirigiu filmes famosos como “Ao Mestre, Com Carinho” de 1967 com Sidney Poitier e “A Mosca da Cabeça Branca” de 1958, refilmado como “A Mosca” na década de 80.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escreveu seis romances durante a sua carreira:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Changi (King Rat), 1962&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tai Pan, 1966&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Xógum (Shogun), 1975&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Casa Nobre (Noble House), 1981&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Turbilhão (Whirlwind), 1986&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gai Jin, 1993&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Trata da tomada da ilha e formação do porto de Hong Kong pelos ingleses. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O herói, Dirk Struan e seu digno anti-herói Tyler Brock, são dois exemplos de determinação, armadores e negociantes ocupam-se tanto com seus como com os interesses econômicos da coroa inglesa nesta época (janeiro de 1841). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ambos são duros e experientes homens do mar, proprietários de navios mercantes, ópio principalmente e outras mercadorias da china para o mundo e do mundo para a china, em uma época de mercenários e outros perigos ambos tem barcos bem armados e bem tripulados e no desenrolar do livro tanto se envolvem politicamente como pessoalmente em escaramuças entre china e Inglaterra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A capacidade de reação de Dirk as mais variadas situações, desde envolvimento em guerras, envolvimento com os políticos ingleses e tríades chinesas, que se fazem necessárias a sobrevivência e crescimento da casa nobre, passando por seu respeitoso ódio mortal por seu maior inimigo, Tyler e seu relacionamento com o filho que oriundo da sociedade inglesa choca-se com as posturas de seu pai que entre outras coisas tem como assassino e adultero até o momento em que descobre que eles são na realidade iguais. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O autor morou efetivamente na china por longo período, o que lhe permite dar um realismo impressionante a sociedade chinesa da época, que apesar de exclusivista aceita e respeita o Tai pan como fantástico ser humano que é. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O comportamento de Dirk se adequa a vida de qualquer empresário tal qual um arte da guerra, com coragem honra e astucia, ele envolve todos a seu redor de forma a que suas vontades e necessidades sempre prevaleçam de uma forma ou de outra, tanto que seu filho vem a tornar-se o tai pan da casa nobre para continuação da saga. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enfim um livro emocionante que conduz o leitor a participar das suas batalhas navais, politicas e pessoais de tal forma que ao final dos escritos muitos leitores certamente o lerão mais uma vez; no mínimo!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-9156641972568553535?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/9156641972568553535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/tai-pan.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/9156641972568553535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/9156641972568553535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/tai-pan.html' title='Tai Pan'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Ssgg6wHrpII/AAAAAAAAAls/AEys70BByNY/s72-c/61495_thumb6.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3788171564782339330</id><published>2009-10-01T12:02:00.001-03:00</published><updated>2009-10-01T12:02:55.164-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amyr Klink - Mar Sem Fim'/><title type='text'>Mar Sem Fim</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsTElX4elgI/AAAAAAAAAlA/CU6X25sGefc/s1600-h/111712.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="11171" border="0" alt="11171" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsTEl8M3OLI/AAAAAAAAAlE/nmN8oqtl4bk/11171_thumb.jpg?imgmax=800" width="129" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Amyr Klink (1955 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura brasileira&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 308 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsTEnJXbsKI/AAAAAAAAAlI/V6zN829UTfE/s1600-h/AmyrKlink4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Amyr Klink" border="0" alt="Amyr Klink" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsTEnlV62uI/AAAAAAAAAlM/clwMLK5SCKU/AmyrKlink_thumb2.jpg?imgmax=800" width="104" height="154" /&gt;&lt;/a&gt; Amyr Klink&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;nasceu em São Paulo, em 1955. Formou-se em economia e administração, mas é conhecido por suas viagens ao redor do mundo. Navegador experiente, registrou em livro diversas de suas aventuras, como a travessia a remo do Oceano Atlântico (&lt;em&gt;Cem dias entre céu e mar&lt;/em&gt;) e a expedição de quase dois anos entre a Antártica e o Ártico (&lt;em&gt;Paratii: entre dois pólos&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A viagem relatada em &lt;em&gt;Mar sem fim&lt;/em&gt; começa numa data curiosa: 31 de outubro de 1998, Dia das Bruxas. Foi nesse dia que Amyr Klink deixou a mulher, Marina, e as filhas em Paraty, decidido a realizar o grande projeto de sua vida: sua primeira volta ao mundo, realizada nas águas da Convergência Antártica - notável e precisa fronteira entre as águas frias do Norte e as águas geladas da Antártica. Ali estão os mares mais perigosos do planeta. Um percurso considerado um desafio, mesmo com os equipamentos sofisticados da navegação moderna. Amyr foi o primeiro a realizá-lo, navegando sozinho no veleiro &lt;em&gt;Paratii&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foram 141 dias no mar. Um verão inteiro viajando em latitudes onde o sol nunca se esconde, enfrentando um mar temperamental, às vezes extremamente violento, com períodos de nenhuma visibilidade, muito gelo, vento forte, e o tempo todo submetido a uma rotina que não permitia mais do que cinco horas de sono não contínuo por dia. Dezoito mil milhas navegadas, 12.240 das quais sem pisar em terra, e com muitos sustos, como quando por pouco não ocorre uma colisão entre o &lt;em&gt;Paratii&lt;/em&gt; e um gigantesco iceberg. O réveillon de Amyr, em meio a uma tempestade aparentemente eterna, tem um sabor de pesadelo. E, ao mesmo tempo, o deslumbramento: miragens de ilhas, a visão de um cachalote e da rica fauna marinha.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa é a viagem que o leitor acompanha neste livro, que contém três cadernos especiais com 53 ilustrações da fauna da região, fotos, mapas da Antártica feitos especialmente para esta edição pelo artista plástico Sírio Cansado, e ainda desenhos do &lt;em&gt;Paratii&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3788171564782339330?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3788171564782339330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/mar-sem-fim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3788171564782339330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3788171564782339330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/10/mar-sem-fim.html' title='Mar Sem Fim'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsTEl8M3OLI/AAAAAAAAAlE/nmN8oqtl4bk/s72-c/11171_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8861341073351220297</id><published>2009-09-29T13:00:00.001-03:00</published><updated>2009-09-29T13:00:56.142-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Saramago - Ensaio Sobre a Cegueira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Ensaio Sobre a Cegueira</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsIvLnmEkvI/AAAAAAAAAkI/f0KiXl1QRg4/s1600-h/105693.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="10569" border="0" alt="10569" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsIvMLhxtAI/AAAAAAAAAkM/OtmZz78Tp-c/10569_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="228" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por José Saramago (1922 – ) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura portuguesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 312 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsIvNNdlH4I/AAAAAAAAAkQ/vO3mCNZkvKE/s1600-h/JoseSaramago4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Jose Saramago" border="0" alt="Jose Saramago" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsIvNmm7TbI/AAAAAAAAAkU/3w_i8YN9cc4/JoseSaramago_thumb2.jpg?imgmax=800" width="154" height="150" /&gt;&lt;/a&gt; José Saramago nasceu em 1922, na província do Ribatejo, em Portugal. Devido a dificuldades econômicas foi obrigado a interromper os estudos secundários, tendo a partir de então exercido diversas atividades profissionais: serralheiro mecânico, desenhista, funcionário público, editor, jornalista, entre outras. Seu primeiro livro foi publicado em 1947. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente da literatura, primeiro como tradutor, depois como autor. Romancista, teatrólogo e poeta, em 1998 tornou-se o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma &amp;quot;treva branca&amp;quot; que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O &lt;em&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/em&gt; é a fantasia de um autor que nos faz lembrar &amp;quot;a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam&amp;quot;. José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: &amp;quot;uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8861341073351220297?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8861341073351220297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/ensaio-sobre-cegueira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8861341073351220297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8861341073351220297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/ensaio-sobre-cegueira.html' title='Ensaio Sobre a Cegueira'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsIvMLhxtAI/AAAAAAAAAkM/OtmZz78Tp-c/s72-c/10569_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-4714604874559457566</id><published>2009-09-28T15:28:00.001-03:00</published><updated>2009-09-28T15:28:24.610-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jostein Gaarder - O Mundo de Sofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><title type='text'>O Mundo de Sofia</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEAPMLbWjI/AAAAAAAAAjo/YkqUkIzM8DA/s1600-h/imagemCAXIKYET1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="imagemCAXIKYET" border="0" alt="imagemCAXIKYET" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEAQIKozpI/AAAAAAAAAjs/_bsfKc5Q5Uk/imagemCAXIKYET_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="232" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Jostein Gaarder (1952 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura norueguesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 560 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de João Azenha Jr.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEAQgOx6dI/AAAAAAAAAjw/gWKLN1-8LRc/s1600-h/JosteinGaarder21.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEAQgOx6dI/AAAAAAAAAj0/d05BZ-LZ77U/s1600-h/JosteinGaarder2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Jostein Gaarder" border="0" alt="Jostein Gaarder" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEARzLfwdI/AAAAAAAAAj8/Lw1K_crWAo4/JosteinGaarder_thumb2.jpg?imgmax=800" width="104" height="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Jostein Gaarder nasceu em 1952, na Noruega. Estudou filosofia, teologia e literatura, e foi professor durante dez anos. Estreou como escritor em 1986, tornando-se logo um dos autores de maior destaque em seu país. A partir de 1991, ganhou projeção internacional com &lt;em&gt;O Mundo de Sofia&lt;/em&gt;, já traduzido para 42 línguas. Mora em Oslo, com a mulher e dois filhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de &amp;quot;lição&amp;quot; em &amp;quot;lição&amp;quot;, o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante &lt;em&gt;thriller&lt;/em&gt; que toma um rumo muito surpreendente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prêmio Monteiro Lobato &amp;quot;A Melhor Tradução/Jovem&amp;quot; pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 1995 &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-4714604874559457566?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/4714604874559457566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-mundo-de-sofia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4714604874559457566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4714604874559457566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-mundo-de-sofia.html' title='O Mundo de Sofia'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsEAQIKozpI/AAAAAAAAAjs/_bsfKc5Q5Uk/s72-c/imagemCAXIKYET_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-88630928528934318</id><published>2009-09-27T22:54:00.001-03:00</published><updated>2009-09-27T22:54:59.030-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche - Ecce Homo'/><title type='text'>Ecce Homo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsAXaCsYcgI/AAAAAAAAAh0/blOY3Ni1FH4/s1600-h/105702.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="10570" border="0" alt="10570" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsAXa7CcYcI/AAAAAAAAAh4/us0DSJ1K7EI/10570_thumb2.jpg?imgmax=800" width="134" height="211" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Conheço minha sorte. Alguma vez o meu nome estará unido a algo gigantesco – de uma crise como jamais houve na Terra, a mais profunda colisão de consciência, de uma decisão tomada, mediante um conjuro, contra tudo o que até este momento se acreditou, se exigiu, se santificou. Eu não sou um homem, eu sou dinamite.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Friedrich Nietzsche (1844-1900)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura alemã&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Companhia das Letras, 176 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Paulo César de Souza&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsAXb_GrsvI/AAAAAAAAAh8/yRZSZHUhfUE/s1600-h/Nietzsche9.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Nietzsche" border="0" alt="Nietzsche" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsAXcf3EAUI/AAAAAAAAAiA/QjcQRtt3oUQ/Nietzsche_thumb6.jpg?imgmax=800" width="124" height="155" /&gt;&lt;/a&gt; Friedrich Nietzsche nasceu em Roecken, perto de Leipzig, Alemanha, em 1844. Durante dez anos foi professor de filologia clássica na Universidade da Basiléia, Suíça. Em 1872, publicou seu primeiro livro, &lt;em&gt;O nascimento da tragédia&lt;/em&gt;. Escreveu mais treze obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu. Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Um dos mais importantes filósofos do século XIX, exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais. Morreu em 1900. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em outubro de 1888, ao completar 44 anos de idade, Friedrich Nietzsche decidiu fazer um balanço de sua vida. Escreveu então &lt;em&gt;Ecce homo&lt;/em&gt;, um dos mais belos livros da língua alemã, a obra mais singular jamais escrita por um filósofo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ecce homo&lt;/em&gt; não é uma simples autobiografia: é sobretudo confissão e interpretação, uma síntese inestimável da obra de Nietzsche e de seus conflitos. Um grande pensador, dos mais influentes de nossa época, fala apaixonadamente de suas influências, de sua paixão, de como surgiram suas obras, de seu modo de vida, de seus objetivos - e faz, assim, uma original e desconcertante introdução a si mesmo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Considerando que Nietzsche o escreveu apenas algumas semanas antes de sofrer a perda completa da razão, &lt;em&gt;Ecce homo&lt;/em&gt; é também sua última palavra, como filósofo, psicólogo e &amp;quot;anticristo&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-88630928528934318?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/88630928528934318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/ecce-homo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/88630928528934318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/88630928528934318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/ecce-homo.html' title='Ecce Homo'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SsAXa7CcYcI/AAAAAAAAAh4/us0DSJ1K7EI/s72-c/10570_thumb2.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-7775662455665056431</id><published>2009-09-25T00:03:00.001-03:00</published><updated>2009-09-25T00:03:09.467-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Louis Begley - Despedida em Veneza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Despedida em Veneza</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Srwy4PqLUkI/AAAAAAAAAg8/HNWVVaM9MZg/s1600-h/gfdhbfd4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="gfdhbfd" border="0" alt="gfdhbfd" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Srwy5gBahFI/AAAAAAAAAhA/R3Pgw5pUIzI/gfdhbfd_thumb5.jpg?imgmax=800" width="154" height="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Louis Begley (1933 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Editora Companhia das Letras, 224 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Anna Olga de Barros Barreto&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Srwy6YIedkI/AAAAAAAAAhE/USJBFm-rw-g/s1600-h/Louis11.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Louis" border="0" alt="Louis" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Srwy7CgMiGI/AAAAAAAAAhI/_ku0zngEbjo/Louis_thumb10.jpg?imgmax=800" width="123" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;Louis Begley&amp;#160; Nasceu em 1933 na cidade de Stryj, então pertencente à Polônia. Em 1947, a família estabeleceu-se no Brooklyn, em Nova York. Depois de se graduar em Harvard em 1959, Begley atuou como advogado até se aposentar, em 2007. Entre os prêmios que recebeu, destacam-se o IrishTimes/Aer Lingus International Fiction Prize, o PEN/Hemingway Award, o Prix Médicis Étranger e o Konrad Adenauer Stiftung Literaturpreis.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Thomas Mistler, dono de uma bem-sucedida agência de publicidade, culto e requintado, é um genuíno &lt;em&gt;self-made man&lt;/em&gt;; seus êxitos são em grande parte &amp;quot;independentes da circunstância, em si bastante agradável, de ter nascido [...] com uma colher de prata firmemente enfiada em sua boca&amp;quot;. Surpreendido pela revelação de que está gravemente doente, encara a notícia como uma possibilidade de libertação: &amp;quot;Iria a Veneza. Era o único lugar no mundo onde nada o irritava&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ali, cercado da arte que o emociona, Mistler reflete, com um certo desencanto e um toque de humor, sobre sua história: a herança conservadora, os negócios, as relações amorosas (duradouras ou fortuitas) a que não se entrega - a esposa, com quem se entedia; a fotógrafa ousada, de quem se serve e que se serve dele; a mulher reencontrada, que ele desejou tanto e que nunca o amou. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com uma escrita sempre elegante, entre perspicaz e terna, Louis Begley nos faz acompanhar a história de um homem que se despede do seu tempo. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-7775662455665056431?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/7775662455665056431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/despedida-em-veneza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7775662455665056431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7775662455665056431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/despedida-em-veneza.html' title='Despedida em Veneza'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Srwy5gBahFI/AAAAAAAAAhA/R3Pgw5pUIzI/s72-c/gfdhbfd_thumb5.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8978910374066058904</id><published>2009-09-24T00:01:00.000-03:00</published><updated>2009-09-24T00:01:00.918-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Moacyr Scliar - A Mulher Que Escreveu a Bíblia'/><title type='text'>A Mulher Que Escreveu a Bíblia</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrrFRyKxrjI/AAAAAAAAAgU/meYIcI5G0iE/s1600-h/112073.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="11207" border="0" alt="11207" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrrFYv88GHI/AAAAAAAAAgY/kXoKFnsX6-E/11207_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="228" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Moacyr Scliar (1937 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura brasileira &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 1999, 224 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrrFaatJdQI/AAAAAAAAAgc/R2y_vrLlFj4/s1600-h/MoacyrScliar3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Moacyr Scliar" border="0" alt="Moacyr Scliar" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrrFcqyjyVI/AAAAAAAAAgg/LKr39Begx4I/MoacyrScliar_thumb1.jpg?imgmax=800" width="130" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; Moacyr Scliar nasceu em Porto Alegre em 1937. É autor de oitenta livros em vários gêneros: romance, conto, ensaio, crônica, ficção infanto-juvenil. Suas obras foram publicadas em mais de vinte países, com grande repercussão crítica. Recebeu numerosos prêmios, como o Jabuti (1988, 1993 e 2000), o APCA (1989) e o Casa de las Americas (1989). É colaborador em vários órgãos da imprensa no país e no exterior. Tem textos adaptados para o cinema, teatro, televisão e rádio, inclusive no exterior. É médico e membro da Academia Brasileira de Letras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A mulher que escreveu a Bíblia&lt;/em&gt; é um pequeno romance em que se fundem as três maiores qualidades do gaúcho Moacyr Scliar: a imaginação, o humor e a fluência narrativa. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ajudada por um ex-historiador que se converteu em &amp;quot;terapeuta de vidas passadas&amp;quot;, uma mulher de hoje descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão - a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade - e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Moacyr Scliar recria o cotidiano da corte de Salomão e oferece novas versões de célebres episódios bíblicos. Em sua narrativa, repleta de malícia e irreverência, a sátira e a aventura são matizadas pela profunda simpatia do autor pelos excluídos de todas as épocas e lugares. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Prêmio Jabuti 2000 de Melhor Romance &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8978910374066058904?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8978910374066058904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/mulher-que-escreveu-biblia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8978910374066058904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8978910374066058904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/mulher-que-escreveu-biblia.html' title='A Mulher Que Escreveu a Bíblia'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrrFYv88GHI/AAAAAAAAAgY/kXoKFnsX6-E/s72-c/11207_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8684035714774865908</id><published>2009-09-23T00:21:00.001-03:00</published><updated>2009-09-23T13:43:34.394-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alfred Hitchcock - O Homem Que Sabia Demais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><title type='text'>O Homem Que Sabia Demais</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUFDPRm4I/AAAAAAAAAfo/E7F2xpkLzL8/s1600-h/Man20Who20Knew20Too20MuchDVD4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Man%20Who%20Knew%20Too%20MuchDVD" border="0" alt="Man%20Who%20Knew%20Too%20MuchDVD" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUF21AxhI/AAAAAAAAAfs/8bQauVfL64s/Man20Who20Knew20Too20MuchDVD_thumb5.jpg?imgmax=800" width="154" height="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Suspense &lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Estados Unidos, 1956&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;2 horas&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Dirigido por Alfred Hitchcock&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUGcZs-TI/AAAAAAAAAfw/mgNfbfHcrxM/s1600-h/key_art_alfred_hitchcock_presents6.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="key_art_alfred_hitchcock_presents" border="0" alt="key_art_alfred_hitchcock_presents" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUHDV-WPI/AAAAAAAAAf0/cHFa-gFD4WY/key_art_alfred_hitchcock_presents_th.jpg?imgmax=800" width="304" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O filme de é uma refilmagem de um filme homônimo do próprio diretor, de 1934.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUIAadIWI/AAAAAAAAAf4/7qpB9Go7P8E/s1600-h/862523.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="86252" border="0" alt="86252" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUIzv6BDI/AAAAAAAAAf8/ErP2cFybB6Q/86252_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pouco antes de morrer, um agente secreto conta ao médico americano Ben McKenna e sua esposa Jo, dois turistas de passagem pelo Marrocos, sobre um plano para assassinar um diplomata durante um concerto. Para impedir que a informação chegue à polícia, os conspiradores seqüestram o filho do médico. Sem saber em quem confiar, o casal tem de lutar para recuperá-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUJZRjgFI/AAAAAAAAAgA/8KfJOwlvrA0/s1600-h/homem_demais_56_023.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="homem_demais_56_02" border="0" alt="homem_demais_56_02" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUKCLIZVI/AAAAAAAAAgE/UxRInKqQDMw/homem_demais_56_02_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em suas clássicas aparições, o diretor Alfred Hitchcock surge neste filme de costas para a câmera, vendo acrobatas em um mercado marroquino, pouco antes do assassinato.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUK4GspWI/AAAAAAAAAgI/eTwMdv9Z1_8/s1600-h/homem_demais_56_043.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="homem_demais_56_04" border="0" alt="homem_demais_56_04" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmULYPUfZI/AAAAAAAAAgM/qoqIbXNWYXk/homem_demais_56_04_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;li&gt;James Stewart .... Dr. Ben McKenna &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Doris Day .... Jo McKenna &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Brenda De Banzie .... Lucy Drayton &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Bernard Miles .... Edward Drayton &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Ralph Truman .... Buchanan &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Daniel Gélin .... Louis Bernard &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Mogens Wieth .... embaixador &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Alan Mowbray .... Val Parnell &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Hillary Brooke .... Jan Peterson &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Christopher Olsen .... Hank McKenna &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Reggie Nalder .... assassino &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Noel Willman .... Woburn &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Alix Talton .... Helen Parnell &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Yves Brainville .... Inspetor    &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oscar&lt;/strong&gt; 1957 (EUA)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Venceu na categoria de melhor canção original, por &lt;i&gt;Whatever Will Be, Will Be&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Que sera, sera&lt;/i&gt;). &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:3246fc3c-7e52-41dd-9d8f-3540dc472af7" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="32d99d15-5203-4c3c-b0ad-9309b841a6b7" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yVuEC3r7a-o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrpQNczVSnI/AAAAAAAAAgQ/MuFfO9YOWkc/videocc0e7a771dcb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('32d99d15-5203-4c3c-b0ad-9309b841a6b7'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/yVuEC3r7a-o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/yVuEC3r7a-o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/li&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8684035714774865908?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8684035714774865908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-homem-que-sabia-demais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8684035714774865908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8684035714774865908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-homem-que-sabia-demais.html' title='O Homem Que Sabia Demais'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrmUF21AxhI/AAAAAAAAAfs/8bQauVfL64s/s72-c/Man20Who20Knew20Too20MuchDVD_thumb5.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3300687788957673836</id><published>2009-09-22T14:04:00.001-03:00</published><updated>2009-09-22T14:04:14.796-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Saramago - As Intermitências da Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>As Intermitências da Morte</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrkDgykOhMI/AAAAAAAAAfY/a0JWDPW5lHM/s1600-h/imagemCAYK8GC93.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="imagemCAYK8GC9" border="0" alt="imagemCAYK8GC9" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrkDhvBaWuI/AAAAAAAAAfc/E-apVM4jmdw/imagemCAYK8GC9_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por José Saramago (1922 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura portuguesa &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 208 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrkDiqwA_bI/AAAAAAAAAfg/op7tNyz1Owc/s1600-h/JoseSaramago7.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Jose Saramago" border="0" alt="Jose Saramago" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrkDje9dR-I/AAAAAAAAAfk/DWaXDbJHQAU/JoseSaramago_thumb5.jpg?imgmax=800" width="154" height="151" /&gt;&lt;/a&gt; José Saramago nasceu em 1922, na província do Ribatejo, em Portugal. Devido a dificuldades econômicas foi obrigado a interromper os estudos secundários, tendo a partir de então exercido diversas atividades profissionais: serralheiro mecânico, desenhista, funcionário público, editor, jornalista, entre outras. Seu primeiro livro foi publicado em 1947. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente da literatura, primeiro como tradutor, depois como autor. Romancista, teatrólogo e poeta, em 1998 tornou-se o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto&amp;quot;, escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte. Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. E foi nela que o primeiro escritor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel da Literatura buscou o material para seu novo romance, &lt;em&gt;As intermitências da morte&lt;/em&gt;. Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder &amp;quot;passar desta para melhor&amp;quot;. Os empresários do serviço funerário se vêem &amp;quot;brutalmente desprovidos da sua matéria-prima&amp;quot;. Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não pára de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque &amp;quot;sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao fim e ao cabo, a própria morte é o personagem principal desta &amp;quot;ainda que certa, inverídica história sobre as intermitências da morte&amp;quot;. É o que basta para Saramago, misturando o bom humor e a amargura, tratar da vida e da condição humana. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3300687788957673836?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3300687788957673836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/as-intermitencias-da-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3300687788957673836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3300687788957673836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/as-intermitencias-da-morte.html' title='As Intermitências da Morte'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrkDhvBaWuI/AAAAAAAAAfc/E-apVM4jmdw/s72-c/imagemCAYK8GC9_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-6284836048832281263</id><published>2009-09-21T05:34:00.001-03:00</published><updated>2009-09-21T05:34:30.123-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noah Gordon - O Físico'/><title type='text'>O Físico</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Src6k7FjIhI/AAAAAAAAAfQ/DgSsT54ssyc/s1600-h/imagemCAGY63PY1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="imagemCAGY63PY" border="0" alt="imagemCAGY63PY" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Src6ld2ApaI/AAAAAAAAAfU/v5tEmt3Dm7g/imagemCAGY63PY_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="215" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Noah Gordon (1926 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1986&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura americana &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Rocco, 596 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Aulyde Soares Rodrigues&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O drama turbulento e, por vezes, divertido, de um homem dotado do poder quase místico de curar, que tem a obsessão de vencer a morte e a doença, é aqui contado desde o obscurantismo e a brutalidade do século XI na Inglaterra ao esplendor e sensualidade da Pérsia, detalhando a idade de ouro da civilização árabe e judaica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A história começa quando Rob Cole, órfão, aprendiz de um barbeiro-cirurgião na Inglaterra, toma conhecimento da existência de uma escola extraordinária na Pérsia, onde um famoso físico leciona. Decidido a ir a seu encontro, descobre que o único problema estava no fato de que cristãos não tinham acesso às universidades muçulmanas durante as Cruzadas. A solução era Rob assumir a identidade de um judeu, ao mesmo tempo em que se envolvia com uma avalanche de fatos verdadeiramente impressionantes. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Mais que uma recriação histórica magistral, aqui está também a história fantástica de uma vocação para a medicina. O romance de Noah Gordon recria o século XI de maneira tão eloqüente que o leitor é levado em suas centenas de páginas por uma onda gigantesca de autenticidade e imaginação” (Publishers Weekly)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-6284836048832281263?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/6284836048832281263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-fisico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6284836048832281263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6284836048832281263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-fisico.html' title='O Físico'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Src6ld2ApaI/AAAAAAAAAfU/v5tEmt3Dm7g/s72-c/imagemCAGY63PY_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2371947728053300976</id><published>2009-09-20T00:16:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T00:20:17.372-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche - O Anticristo e Ditirambos de Dionísio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><title type='text'>O Anticristo e Ditirambos de Dionísio</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWefTvUUrI/AAAAAAAAAfA/GdEMyGKvxfA/s1600-h/123875.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWegGIl7iI/AAAAAAAAAfE/EOQja3e16fM/12387_thumb3.jpg?imgmax=800" width="116" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&amp;quot;Este livro é para os espíritos livres, pois só estes o compreenderão&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Friedrich Nietzsche (1844-1900)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura alemã&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Companhia das Letras, 176 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Paulo César de Souza&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWegoHbWbI/AAAAAAAAAfI/6ZsOdK9OatU/s1600-h/Nietzsche4.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Nietzsche" border="0" alt="Nietzsche" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWehU3DWrI/AAAAAAAAAfM/v8NYujFcTDo/Nietzsche_thumb2.jpg?imgmax=800" width="124" height="155" /&gt;&lt;/a&gt; Friedrich Nietzsche nasceu em Roecken, perto de Leipzig, Alemanha, em 1844. Durante dez anos foi professor de filologia clássica na Universidade da Basiléia, Suíça. Em 1872, publicou seu primeiro livro, &lt;em&gt;O nascimento da tragédia&lt;/em&gt;. Escreveu mais treze obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu. Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Um dos mais importantes filósofos do século XIX, exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais. Morreu em 1900.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Anticristo&lt;/em&gt; foi redigido em 1888, mas Nietzsche não chegou a acompanhar a publicação, pois, como se sabe, ficou demente no início de 1889. A obra saiu apenas em 1895, editada por sua irmã, que expurgou algumas passagens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em quase todos os seus livros Nietzsche discute a religião e a moral cristãs, mas é em &lt;em&gt;O Anticristo&lt;/em&gt; que essa discussão alcança a forma mais desinibida e polêmica. Ele faz uma reinterpretação do cristianismo inicial, distinguindo entre o que teria sido Jesus de Nazaré e a interpretação que o apóstolo Paulo fez, algum tempo depois, da figura e dos ensinamentos de Jesus. Para Nietzsche, foi são Paulo quem transformou Jesus em Cristo, foi ele o verdadeiro inventor do cristianismo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro oferece, entre outras coisas, uma crítica do conceito cristão de Deus, uma análise do tipo psicológico do Salvador, uma psicologia da fé e dos crentes, uma comparação entre o budismo e o cristianismo, envolvendo uma concepção bastante heterodoxa sobre a natureza do cristianismo. No final, este é condenado como uma religião niilista e negadora da sexualidade, ou seja, contrária aos valores vitais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Os Ditirambos de Dionísio&lt;/em&gt; são nove poemas &amp;quot;inspirados&amp;quot; pelo deus Dionísio, que para Nietzsche simbolizava o oposto dos valores cristãos. Eles são publicados pela primeira vez no Brasil, numa edição bilíngüe alemão-português&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2371947728053300976?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2371947728053300976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-anticristo-e-ditirambos-de-dionisio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2371947728053300976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2371947728053300976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/o-anticristo-e-ditirambos-de-dionisio.html' title='O Anticristo e Ditirambos de Dionísio'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWegGIl7iI/AAAAAAAAAfE/EOQja3e16fM/s72-c/12387_thumb3.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-6254175447144996013</id><published>2009-09-19T00:18:00.001-03:00</published><updated>2009-09-19T00:18:16.939-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Italo Calvino - Se Um Viajante Numa Noite De Inverno'/><title type='text'>Se Um Viajante Numa Noite De Inverno</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrRNcFh00XI/AAAAAAAAAeg/h5xvVZaaGv8/s1600-h/fgre3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="fgre" border="0" alt="fgre" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrRNdDoFI9I/AAAAAAAAAek/VcJjrW5vUMI/fgre_thumb1.jpg?imgmax=800" width="154" height="229" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Ítalo Calvino (1923 – 1985)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura italiana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Companhia das Letras, 280 págs&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Nilson Moulin&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrRNdnnrV8I/AAAAAAAAAeo/bGDvOIql0lM/s1600-h/ItaloCalvino5.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Italo Calvino" border="0" alt="Italo Calvino" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrRNd-mPpFI/AAAAAAAAAes/c7P9jGDyF6I/ItaloCalvino_thumb3.jpg?imgmax=800" width="131" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; Ítalo Calvino nasceu em Santiago de Las Vegas, Cuba, em 1923, tendo ido logo a seguir para a Itália. Participou da resistência ao fascismo durante a guerra e foi membro do Partido Comunista até 1956. Em 1946 instalou-se em Turim, onde doutorou-se com uma tese sobre Joseph Conrad. Publicou sua primeira obra, &lt;em&gt;Il sentiero dei nidi di ragno&lt;/em&gt;, em 1947. Com &lt;em&gt;O visconde partido ao meio&lt;/em&gt;, lançado em 1952, o autor abandonou o neo-realismo dos primeiros livros e começou a explorar a fábula e o fantástico, elementos que marcariam profundamente a sua obra. Nos anos 60 e 70 aprofundou suas experiências formais em livros como &lt;em&gt;As cidades invisíveis&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Se um viajante numa noite de inverno&lt;/em&gt;. Considerado um dos maiores escritores europeus deste século, morreu em 1985.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesse romance, Calvino consegue uma proeza notável: unir o prazer voraz da leitura às tortuosas questões da vanguarda literária. No centro de sua preocupação está um tema que os teóricos chamam de &amp;quot;crise da representação&amp;quot;, ou seja, no mundo capitalista contemporâneo, dividido, múltiplo, alienado, não teriam mais lugar os romances tradicionais, com princípio, meio e fim, que constroem personagens e organizam o mundo, dando um sentido às coisas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O leitor de hoje estaria condenado ou à leitura espinhosa de obras que se debruçam sobre si mesmas e procuram desesperadamente uma saída para a literatura, ou à superficialidade descartável das obras de simples entretenimento. Calvino &amp;quot;socorre&amp;quot; esse leitor que é inquieto e exigente mas que gostaria que os autores escrevessem livros &amp;quot;como uma macieira faz maçãs&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para isso, faz do próprio leitor seu personagem principal, cuja grande missão é ler romances. E tal como você, leitor(a), ele entra numa livraria e compra este livro: &lt;em&gt;Se um viajante numa noite de inverno&lt;/em&gt;. É aí que começa a história. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-6254175447144996013?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/6254175447144996013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/se-um-viajante-numa-noite-de-inverno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6254175447144996013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6254175447144996013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/se-um-viajante-numa-noite-de-inverno.html' title='Se Um Viajante Numa Noite De Inverno'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrRNdDoFI9I/AAAAAAAAAek/VcJjrW5vUMI/s72-c/fgre_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8479972739208444477</id><published>2009-09-18T00:04:00.001-03:00</published><updated>2009-09-18T00:04:15.816-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Júlio Verne - Vinte Mil Léguas submarinas'/><title type='text'>Vinte Mil Léguas Submarinas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrL4rODyWrI/AAAAAAAAAeE/6BLroilAdl8/s1600-h/1952854_6_item_3_23.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="1952854_6_item_3_2" border="0" alt="1952854_6_item_3_2" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrL4r6_3bxI/AAAAAAAAAeI/tq9CWEj0VwQ/1952854_6_item_3_2_thumb8.jpg?imgmax=800" width="164" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Júlio Verne (1828-1905)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1870&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura francesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora RBA, 2003, 528 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Coleção Biblioteca Júlio Verne&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Verne, em &lt;i&gt;Vinte Mil Léguas Submarinas&lt;/i&gt;, consegue criar um submarino, o &lt;i&gt;Nautilus&lt;/i&gt;, completamente autônomo do meio terrestre, movido somente a eletricidade. O engenheiro, dono e capitão de tal feito, é o capitão Nemo, ele e a sua tripulação cortaram todas as relações com os continentes e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá, a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas a humanidade não conhece a existência desta obra prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este com ou sem intenção, começou a provocar estragos em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, imaginando-o como um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Professor Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land, arpoador exímio de nacionalidade canadiana, partem no navio &lt;i&gt;Abraham Lincoln&lt;/i&gt; da marinha norte-americana, juntamente com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar este monstro e livrar os mares de tal aberração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No contato com o monstro, o &lt;i&gt;Abraham Lincoln&lt;/i&gt; é danificado até ao ponto de não conseguir prosseguir viagem. Aronnax, Conseil e Ned Land, são atirados ao mar onde são recolhidos pelo submarino, e assim feitos prisioneiros, mas com a liberdade de poderem andar à vontade neste navio que navega abaixo do nível do mar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Durante vários meses, o Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilômetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade arcaica légua. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8479972739208444477?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8479972739208444477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/vinte-mil-leguas-submarinas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8479972739208444477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8479972739208444477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/vinte-mil-leguas-submarinas.html' title='Vinte Mil Léguas Submarinas'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrL4r6_3bxI/AAAAAAAAAeI/tq9CWEj0VwQ/s72-c/1952854_6_item_3_2_thumb8.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3008785042592574731</id><published>2009-09-17T13:23:00.001-03:00</published><updated>2009-09-17T20:03:48.950-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ken Follett - Os Pilares da Terra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Os Pilares da Terra</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrJig4Ukd4I/AAAAAAAAAd0/I7tELjtg8iI/s1600-h/OSPILARESDATERRAVOL11.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="OSPILARESDATERRAVOL1" border="0" alt="OSPILARESDATERRAVOL1" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrJihRtdZ2I/AAAAAAAAAd4/UAGFhm3ggBo/OSPILARESDATERRAVOL1_thumb.jpg?imgmax=800" width="144" height="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrJihw-pi8I/AAAAAAAAAd8/7Yv_9FAd9lA/s1600-h/OSPILARESDATERRAVOL21.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="OSPILARESDATERRAVOL2" border="0" alt="OSPILARESDATERRAVOL2" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrJiiuyiv8I/AAAAAAAAAeA/36S4It3fg_0/OSPILARESDATERRAVOL2_thumb.jpg?imgmax=800" width="144" height="214" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Ken Follett (1949 - )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1989&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura inglesa &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Rocco, 12ª edição, 2001, 1100 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 2 volumes &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Paulo Azevedo&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na década de 70, quando Kenneth Follett ainda era um repórter do London Evening News, ele visitou uma catedral na cidadezinha de Peterborough, para passar o tempo enquanto o trem não chegava. A visita foi o início de uma obsessão que levou quinze anos para se transformar no livro que muitos consideram o melhor do autor de “A chave de Rebecca” e “O buraco da agulha”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pilares da terra é uma obra diferente das outras deste autor que é um dos preferidos de leitores de todo o mundo. Ao invés de manipular uma trama recheada de espiões e agentes secretos, como é seu costume, Ken Follett mergulha, aqui, na Inglaterra do século XII e na construção minuciosa de uma catedral gótica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Emocionante, complexo, pontilhado de coloridos detalhes históricos, Os pilares da terra traça o painel de um tempo conturbado, varrido por conspirações, jogos intrincados de poder, violência e surgimento de uma nova ordem social e cultural. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A figura que melhor expressa os ideais que inspiraram Ken Follett a escrever este livro é Philip, prior de Kingsbridge, um homem que luta contra tudo e todos para construir um templo grandioso a Deus. Mas a galeria de personagens que gravitam em torno da catedral inclui Aliena, a bela herdeira banida de suas terras, Jack, seu amante, Tom, o construtor, William o cavaleiro boçal, e Waleran, o bispo capaz de tudo para pavimentar seu caminho até o lugar do Papa, em Roma. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como painel de fundo, uma Inglaterra sacudida por lutas entre os sucessores prováveis ao trono que Henrique I deixou sem descendentes. Épico que consegue captar simultaneamente o que acontece nos castelos, feiras, florestas e igrejas, Os pilares da terra é a recriação magistral de uma época que nossa imaginação não quer esquecer.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3008785042592574731?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3008785042592574731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/os-pilares-da-terra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3008785042592574731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3008785042592574731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/os-pilares-da-terra.html' title='Os Pilares da Terra'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrJihRtdZ2I/AAAAAAAAAd4/UAGFhm3ggBo/s72-c/OSPILARESDATERRAVOL1_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5476771163999353345</id><published>2009-09-16T17:02:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T00:40:57.264-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pinchas Perry - Quando Nietzsche Chorou'/><title type='text'>Quando Nietzsche Chorou</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEVBZC4JI/AAAAAAAAAdM/wuPkjp6IeFI/s1600-h/1462.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="146" border="0" alt="146" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEV8J9IkI/AAAAAAAAAdQ/ITOfAgRpWnE/146_thumb.jpg?imgmax=800" width="154" height="219" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Drama&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estados Unidos,&amp;#160; 2007&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1 hora e 35 minutos&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dirigido por Pinchas Perry&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Baseado no romance homônimo de Irvin D. Yalom&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Baseado no best-seller e premiado romance de Irvin D. Yalom, o filme “Quando Nietzsche Chorou” conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche e o médico Josef Breuer, professor de Sigmund Freud. Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas.&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEWVibPFI/AAAAAAAAAdU/tliTHTX_fPk/s1600-h/200930_219042_2_0123.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="200930_219042_2_012" border="0" alt="200930_219042_2_012" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEXAS5diI/AAAAAAAAAdY/r5dtTGMCzQQ/200930_219042_2_012_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="198" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Breuer passa por uma má fase após ter se envolvido emocionalmente com uma de suas pacientes, com quem cria uma obsessão sexual e fica completamente atormentado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEX9aXI7I/AAAAAAAAAdc/QeYMbabIsEI/s1600-h/whennietzschewept3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="when-nietzsche-wept" border="0" alt="when-nietzsche-wept" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEYnWjycI/AAAAAAAAAdg/2M0uZxe8rxY/whennietzschewept_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="166" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Breuer é procurado por Lou Salomé, amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero, assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEZTmfLWI/AAAAAAAAAdk/77a66M6QaD4/s1600-h/kw_wnw3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="kw_wnw" border="0" alt="kw_wnw" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEaGyB8zI/AAAAAAAAAdo/LOy9iCGT3qo/kw_wnw_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanalise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo de auto-conhecimento. Eles então descobrem o poder da amizade e do amor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEaoR_v3I/AAAAAAAAAds/2YKfddXUCU0/s1600-h/200930_219042_3_0123.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="200930_219042_3_012" border="0" alt="200930_219042_3_012" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEbUkwlQI/AAAAAAAAAdw/fThXgc0dYWc/200930_219042_3_012_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Katheryn Winnick….Lou Salomé&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Armand Assante.…Friedrich Nietzche &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ben Cross….Josef Breuer &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Michal Yannai….Bertha &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Jamie Elman….Sigmund Freud &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Andreas Beckett &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Rachel O'Meara &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5476771163999353345?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5476771163999353345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/quando-nietzsche-chorou.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5476771163999353345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5476771163999353345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/quando-nietzsche-chorou.html' title='Quando Nietzsche Chorou'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrFEV8J9IkI/AAAAAAAAAdQ/ITOfAgRpWnE/s72-c/146_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5159147727925255533</id><published>2009-09-15T16:13:00.001-03:00</published><updated>2009-09-15T16:13:24.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bernard Cornwell - A Busca do Graal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Trilogia “A Busca do Graal”</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nQ3761bI/AAAAAAAAAc0/IGxMTMyuGZs/s1600-h/exibe_thumb10.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="exibe_thumb" border="0" alt="exibe_thumb" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nRlai7xI/AAAAAAAAAc4/1rENgRee714/exibe_thumb_thumb6.jpg?imgmax=800" width="124" height="180" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nSSYqX_I/AAAAAAAAAc8/w3W12-XY8ts/s1600-h/dds8.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="dds" border="0" alt="dds" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nTVBqFyI/AAAAAAAAAdA/xl1o5_h5P0Y/dds_thumb4.jpg?imgmax=800" width="124" height="178" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nT7Px_KI/AAAAAAAAAdE/b_GCkYKq3g4/s1600-h/exibe_thumbd8.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="exibe_thumbd" border="0" alt="exibe_thumbd" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nU89VerI/AAAAAAAAAdI/gRVr4Mu237U/exibe_thumbd_thumb4.jpg?imgmax=800" width="124" height="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Bernard Cornwell (1944- )&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura inglesa&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Record, 2003, 442, 462 e 392 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A série Em busca do Graal traz como cenário a Guerra dos Cem Anos, um conflito dinástico iniciado em 1337, com Eduardo III reivindicando a coroa da França, e que terminou com a tomada de Bordeaux pelos franceses, em 19 de outubro de 1453. As tramas, os homens e as histórias por trás da luta pela coroa francesa confirmam Cornwell como um dos principais escritores históricos da atualidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Volume 1&amp;#160; - O Arqueiro&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aos 18 anos apenas, Thomas vê o pai morrer em seus braços após um ataque-surpresa à aldeia de Hookton. Um lugar simples que escondia um grande segredo: a lança usada por São Jorge para matar o dragão, uma das maiores relíquias da cristandade. Em busca de vingança contra um homem conhecido apenas como Arlequim, o rapaz, um arqueiro habilidoso, se junta ao exército inglês em campanha na França, onde se envolve em batalhas e aventuras que, sem perceber, lançam-no na busca do lendário Santo Graal. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Volume 2 – O Andarilho &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Neste novo romance, a aventura começa em 1346. Os ingleses invadiram a França e os escoceses a Inglaterra. São tempos incertos e obscuros, e o primeiro que encontrasse o Santo Graal - uma espécie de tesouro guardado por anjos e procurado por demônios - seria considerado vitorioso.    &lt;br /&gt;Thomas de Hookham, jovem arqueiro inglês, que aos 18 anos viu o pai morrer em seus braços após um ataque de surpresa, deixa a França, seguindo para as Ilhas Britânicas em busca do cálice e do assassino de seu progenitor. Filho bastardo do homem que dizem ter chegado mais perto que qualquer outro do cálice, Thomas tem uma grande e secreta vantagem sobre todos. Um diário escrito em latim, hebraico e grego - uma espécie de código - deixado por seu pai, que parece conter informações sobre o esconderijo do tesouro.     &lt;br /&gt;Mas o destino parece desafiar o jovem arqueiro. Bernard de Taillebourg, inquisidor francês, está à caça de Thomas - e do precioso diário de seu pai. Para completar, por trás de Bernard está alguém ainda pior, o calculista Cardeal Bessières, que almeja o mais poderoso e supremo dos cargos, o papado, algo que só o Graal poderia garantir. Para isso, ele seria capaz de absolutamente tudo. Em sua busca desesperada, ele parece contar com o apoio de outros personagens de caráter duvidoso como o fanático Lorde de Roncelets e o lisonjeiro Conde de Coutances. Mas até quando? Até onde o poder do cálice pode corromper, destruir ou construir alianças? Por outro lado, o leal e determinado Thomas contará com o apoio do nobre inglês Lorde Outhwaite e do esgrimista escocês Robbie Douglas, na sua jornada. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Volume 3 – O Herege&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de participar do cerco de Calais, o arqueiro inglês Thomas de Hookton reúne um grupo de homens e viaja para o interior da França. Pretende tomar uma fortificação na Gasconha, perto da Astarac de seus antepassados, e assim chamar a atenção de seu primo Guy Vexille, o assassino de seu pai que, como Thomas, também segue a trilha do Santo Graal. Durante a jornada, deixa um rastro de aldeias saqueadas e, em uma delas, salva da fogueira uma jovem acusada de feitiçaria. Uma mulher que faz com que Thomas perca o controle sobre parte de seus guerreiros, ameaçados o sucesso da missão mais importante de sua vida: encontrar maior relíquia de toda a Cristandade. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5159147727925255533?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5159147727925255533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/trilogia-busca-do-graal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5159147727925255533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5159147727925255533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/trilogia-busca-do-graal.html' title='Trilogia “A Busca do Graal”'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq_nRlai7xI/AAAAAAAAAc4/1rENgRee714/s72-c/exibe_thumb_thumb6.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-1393449166055525056</id><published>2009-09-14T19:15:00.001-03:00</published><updated>2009-09-14T19:15:15.605-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pablo Picasso - Guernica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8 - Pinturas'/><title type='text'>Guernica – Pablo Picasso</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq7AXvV11fI/AAAAAAAAAck/Rv6mZEBdpN4/s1600-h/Picasso_Guernica23.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Picasso_Guernica2" border="0" alt="Picasso_Guernica2" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq7AZvH_h-I/AAAAAAAAAco/iQ0daSIKCGY/Picasso_Guernica2_thumb1.jpg?imgmax=800" width="404" height="182" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;“Não, a pintura não está feita para decorar os cômodos. É um instrumento de guerra ofensivo e defensivo contra o inimigo” (Pablo Picasso)&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Guernica&lt;/b&gt; é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris. Foi exposto no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos, através de um enquadramento triangular das mesmas. O posicionamento diagonal da cabeça feminina, olhando para a esquerda, remete o observador a dirigir também seu olhar da direita para a esquerda, até o lampião trazido ainda aceso sobre um braço decepado e, finalmente, à representação de uma bomba explodindo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq7AbyC2W0I/AAAAAAAAAcs/4GQnoh_-Hgk/s1600-h/guernica3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="guernica" border="0" alt="guernica" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq7AcgGtuNI/AAAAAAAAAcw/mqmboX9Wx70/guernica_thumb1.jpg?imgmax=800" width="304" height="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O quadro, transferido para Nova Iorque durante a Segunda Guerra Mundial, recebeu do pintor a ordem de que apenas quando a Espanha natal fosse um país democrático poderia para lá ser transladada. Ficou sob a guarda do Museu de Arte Moderna de Nova York - MOMA. Isso ocorreu apenas a 9 de Setembro de 1981, sendo Guernica retirada do MOMA rumo a Madrid. Tinha chegado ao final a peregrinação da obra a que chamavam os espanhóis de &amp;quot;&lt;i&gt;el último exiliado&lt;/i&gt;&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fonte: &lt;a title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica_(quadro)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica_(quadro)"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica_(quadro)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-1393449166055525056?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/1393449166055525056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/guernica-pablo-picasso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1393449166055525056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1393449166055525056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/guernica-pablo-picasso.html' title='Guernica – Pablo Picasso'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq7AZvH_h-I/AAAAAAAAAco/iQ0daSIKCGY/s72-c/Picasso_Guernica2_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-6160965934588134184</id><published>2009-09-13T12:28:00.001-03:00</published><updated>2009-09-13T12:29:08.191-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nina Simone - Live in Paris'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><title type='text'>Nina Simone – Live in Paris</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq0PiAzOT_I/AAAAAAAAAcc/aTiwYda3j5w/s1600-h/ninasimoneliveinparisaccord2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="nina simone - live in paris (accord)" border="0" alt="nina simone - live in paris (accord)" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq0Pi4c4AEI/AAAAAAAAAcg/Ttt47Ljcloo/ninasimoneliveinparisaccord_thumb.jpg?imgmax=800" width="204" height="204" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este álbum gravado ao vivo em 1968 em Paris é uma obra de arte dessa pianista, cantora e compositora americana. Composto por doze faixas de belíssimas canções que passam pelo soul, blues, folk e jazz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma obra que não pode faltar em nenhuma coleção!!!!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;01 - Intro &amp;amp; Devils Workshop    &lt;br /&gt;02 - Just in time     &lt;br /&gt;03 - When i Was a Young Girl     &lt;br /&gt;04 - Don't Let me be Misunderstood     &lt;br /&gt;05 - Ne me Quitte Pas     &lt;br /&gt;06 - The way i love you     &lt;br /&gt;07 - Backlash blues     &lt;br /&gt;08 - House of the rising sun     &lt;br /&gt;09 - See line woman     &lt;br /&gt;10 - Please read me     &lt;br /&gt;11 - Ain't Got No...I've Got Life     &lt;br /&gt;12 - Gin house blues&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-6160965934588134184?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/6160965934588134184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/nina-simone-live-in-paris.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6160965934588134184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6160965934588134184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/nina-simone-live-in-paris.html' title='Nina Simone – Live in Paris'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sq0Pi4c4AEI/AAAAAAAAAcg/Ttt47Ljcloo/s72-c/ninasimoneliveinparisaccord_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2083731283253155486</id><published>2009-09-12T15:38:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T00:39:13.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Milos Forman - Um Estranho No Ninho'/><title type='text'>Um Estranho No Ninho</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqfzAf5AI/AAAAAAAAAb0/M_wCT_E9PaQ/s1600-h/gergr%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="gergr" border="0" alt="gergr" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sqvqgp8oaOI/AAAAAAAAAb4/Dwx1I_JkQG8/gergr_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="169" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Drama&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estados Unidos, 1975&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2 horas e 9 minutos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dirigido por Milos Forman&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Baseado no romance homônimo de Ken Kesey&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Randle Patrick McMurphy, um prisioneiro de 38 anos, simula estar louco para não trabalhar numa penitenciária rural.&amp;#160; É, então, transferido para uma Instituição especializada em doentes mentais, o Oregon State Hospital em Salem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="um_estranho_no_ninho_05" border="0" alt="um_estranho_no_ninho_05" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqhGK6CFI/AAAAAAAAAb8/bFJHF1dvHww/um_estranho_no_ninho_05_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="304" height="244" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao chegar à referida Instituição, é recebido pelo médico-chefe, Dr. John Spivey, que lhe explica as razões dele estar ali e, em seguida, é encaminhado ao pavilhão supervisionado pela autoritária e rigorosa enfermeira Mildred Ratched.&amp;#160; Impassível, ela praticamente não move os músculos da face, não demonstra suas emoções, não aparenta fraqueza.&amp;#160; É profissional e sadicamente bem intencionada com suas maçantes sessões de terapia de grupo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqiFWHJ-I/AAAAAAAAAcA/-qvyPpkaYj0/s1600-h/OneFlewRatched2%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="One flew over the cuckoo&amp;#39;s nest" border="0" alt="One flew over the cuckoo&amp;#39;s nest" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqisxpG2I/AAAAAAAAAcE/gzIuJLpu0gU/OneFlewRatched2_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="320" height="198" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesse novo universo, onde se vê permanentemente cercado de pessoas inseguras, ansiosas e constantemente dopadas, McMurphy percebe que o Hospital pode vir a ser pior que a antiga penitenciária.&amp;#160; Não concordando com uma série de regras autoritárias impostas pela enfermeira Ratched, bem como, com o fato de seus companheiros viverem sempre dopados, McMurphy estimula os internos a se revoltarem e a lutarem por um melhor tratamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="cuckoo" border="0" alt="cuckoo" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqjuLhtxI/AAAAAAAAAcI/HrjP2egZZAs/cuckoo_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="320" height="222" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Numa reunião no escritório do Dr. Spivey, os médicos concordam que McMurphy é 'perigoso' e possivelmente uma ameaça para a Instituição, mas certamente não é um doente mental.&amp;#160; A enfermeira Ratched, entretanto, é favorável a mantê-lo no Hospital, não para ajudá-lo, mas pelo fato de estar determinada a dobrá-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Um-Estranho-no-Ninho-4" border="0" alt="Um-Estranho-no-Ninho-4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqkRr5ETI/AAAAAAAAAcM/fmb6NvxFCF0/Um-Estranho-no-Ninho-4_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="271" height="320" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A confrontação entre McMurphy e a enfermeira Ratched, cada um lutando a seu modo pelo controle do grupo, permeia todo o filme&amp;#160;&amp;#160; Mas ele não tem idéia do preço que irá pagar por desafiar uma clínica &amp;quot;especializada&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="one-flew-over-the-cuckoos-nest" border="0" alt="one-flew-over-the-cuckoos-nest" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqlGECJgI/AAAAAAAAAcQ/LOKBzVhFTmc/one-flew-over-the-cuckoos-nest_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="320" height="210" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Jack Nicholson….Randle Patrick McMurphy &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Louise Fletcher….Enfermeira Mildred Ratched &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;William Redfield….Harding &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Michael Berryman….Ellis &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Peter Brocco….Coronel Matteson &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Dean R. Brooks….Dr. John Spivey &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Alonzo Brown….Miller &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Mwako Cumbuka….Warren &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Danny DeVito….Martini &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;William Duell….Jim Sefelt &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Josip Elic….Bancini &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Lan Fendors….Enfermeira Itsu &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Christopher Lloyd….Taber &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Sydney Lassick….Charlie Cheswick &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Will Sampson….Chefe Bromden &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqmS2rIUI/AAAAAAAAAcU/-BJRcLnsrSU/s1600-h/Um-Estranho-no-Ninho-4%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Um-Estranho-no-Ninho-3" border="0" alt="Um-Estranho-no-Ninho-3" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqvqnYIL84I/AAAAAAAAAcY/HG35vYJJGzM/Um-Estranho-no-Ninho-3_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="271" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Oscar 1976 (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Oscar para melhor filme &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Oscar para melhor diretor - Milos Forman &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Oscar para melhor ator principal -&amp;#160; Jack Nicholson &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Oscar para melhor atriz principal - Louise Fletcher &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Oscar pra melhor roteiro adaptado&amp;#160; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Globo de Ouro 1976 (EUA)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Melhor filme – Drama &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor diretor - Milos Forman &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor ator – Drama - Jack Nicholson &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor atriz – Drama - Louise Fletcher &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor revelação masculina - Brad Dourif &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor roteiro &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;BAFTA 1977 (Reino Unido)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Melhor filme &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor diretor - Milos Forman &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor ator - Jack Nicholson &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor atriz - Louise Fletcher &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor ator coadjuvante - Brad Dourif &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor edição &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Prêmio Bodil 1976 (Dinamarca)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Melhor filme americano. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Prêmio César 1977 (França)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Melhor filme estrangeiro. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Prêmio David di Donatello 1976 (Itália)&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Melhor diretor de filme estrangeiro &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Melhor ator estrangeiro - Jack Nicholson &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2083731283253155486?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2083731283253155486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/um-estranho-no-ninho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2083731283253155486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2083731283253155486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/um-estranho-no-ninho.html' title='Um Estranho No Ninho'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sqvqgp8oaOI/AAAAAAAAAb4/Dwx1I_JkQG8/s72-c/gergr_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-707253302210385528</id><published>2009-09-09T13:09:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T13:09:12.115-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Júlio Verne - A Volta ao Mundo em Oitenta Dias'/><title type='text'>A Volta ao Mundo em Oitenta Dias</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqfTGNBlxGI/AAAAAAAAAYE/XUM0t7c6DN0/s1600-h/verne1%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="verne1" border="0" alt="verne1" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqfTIfnuHaI/AAAAAAAAAYI/wKns0Vq4O04/verne1_thumb.jpg?imgmax=800" width="170" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Júlio Verne (1828-1905)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1873&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura francesa&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora RBA, 2003, 255 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Coleção Biblioteca Júlio Verne&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro narra a história do gentleman inglês Phileas Fogg, homem de vida regrada e solitária que faz uma aposta com alguns membros do Reform Club, afirmando ser possível dar a volta ao mundo em apenas 80 dias. Acompanhado do seu recém contratado criado Jean Passepartout, embarcam nessa fantástica viagem pelo globo terrestre, utilizando praticamente todos os meios de transporte da época.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-707253302210385528?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/707253302210385528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/volta-ao-mundo-em-oitenta-dias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/707253302210385528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/707253302210385528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/volta-ao-mundo-em-oitenta-dias.html' title='A Volta ao Mundo em Oitenta Dias'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqfTIfnuHaI/AAAAAAAAAYI/wKns0Vq4O04/s72-c/verne1_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3756164467230411412</id><published>2009-09-08T22:28:00.001-03:00</published><updated>2009-09-18T01:51:54.917-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2 - Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lou-Salomé - Pensamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><title type='text'>Lou Andreas-Salomé</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqcEtU80MhI/AAAAAAAAAX8/-YiDKhCYjO4/s1600-h/Lou%20Andreas-Salom%C3%A9%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Lou Andreas-Salomé" border="0" alt="Lou Andreas-Salomé" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqcEtwux04I/AAAAAAAAAYA/SVW8psnaZ7Q/Lou%20Andreas-Salom%C3%A9_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="141" height="204" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Ouse, ouse... ouse tudo!!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Não tenha necessidade de nada!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Não tente adequar sua vida a modelos, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;i&gt;&lt;/i&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!”&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;(Lou-Salomé)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3756164467230411412?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3756164467230411412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/lou-andreas-salome.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3756164467230411412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3756164467230411412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/lou-andreas-salome.html' title='Lou Andreas-Salomé'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SqcEtwux04I/AAAAAAAAAYA/SVW8psnaZ7Q/s72-c/Lou%20Andreas-Salom%C3%A9_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-4452782385023548144</id><published>2009-09-01T23:43:00.001-03:00</published><updated>2009-09-01T23:43:38.603-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arthur Conan Doyle - Sherlock Holmes'/><title type='text'>Sherlock Holmes – Obra Completa</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bc8GkMpI/AAAAAAAAAWQ/eHCTav76YBk/s1600-h/8506030781_d6.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="8506030781_d" border="0" alt="8506030781_d" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3beLbkDsI/AAAAAAAAAWY/8_iA1J-od_I/8506030781_d_thumb4.jpg?imgmax=800" width="162" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bfnVbs2I/AAAAAAAAAWc/KqUUadTtntk/s1600-h/8506030994_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030994_d" border="0" alt="8506030994_d" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bgE_VtuI/AAAAAAAAAWg/t-rd_LI9re4/8506030994_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bhfyvbjI/AAAAAAAAAWk/vFd1uZRAF0M/s1600-h/850602997X_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="850602997X_d" border="0" alt="850602997X_d" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bh7rdxUI/AAAAAAAAAWo/f4kIRJ8xoJU/850602997X_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bi-e4GLI/AAAAAAAAAWs/GOQAwzigmbA/s1600-h/850603096X_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="850603096X_d" border="0" alt="850603096X_d" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bkMxMpyI/AAAAAAAAAWw/eXM73Tt4N8Q/850603096X_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3blnAaIPI/AAAAAAAAAW0/dF1SaHaTTlE/s1600-h/8506029945_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506029945_d" border="0" alt="8506029945_d" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bmXyM2xI/AAAAAAAAAW4/wFhUrjCdWx4/8506029945_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bnsa1KiI/AAAAAAAAAW8/PNivccoYcH4/s1600-h/8506029953_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506029953_d" border="0" alt="8506029953_d" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3boHXC3fI/AAAAAAAAAXA/kMBaOJjZzV8/8506029953_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bpxwopcI/AAAAAAAAAXE/hyXOc5a8fLg/s1600-h/8506029961_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506029961_d" border="0" alt="8506029961_d" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bqmWBI7I/AAAAAAAAAXI/IZeH17rLbSU/8506029961_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3brvOEKXI/AAAAAAAAAXM/jR64zg7y9_U/s1600-h/8506030919_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030919_d" border="0" alt="8506030919_d" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3btPvbqCI/AAAAAAAAAXQ/q4XB01Tf65U/8506030919_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="79" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3buSGr5iI/AAAAAAAAAXU/TZWxdc1i5WM/s1600-h/8506030927_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030927_d" border="0" alt="8506030927_d" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bvDDMcUI/AAAAAAAAAXY/4-Qncvjklyc/8506030927_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="81" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bwL5d-hI/AAAAAAAAAXc/Zz2nd7shKZo/s1600-h/8506030935_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030935_d" border="0" alt="8506030935_d" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bw04zsSI/AAAAAAAAAXg/UoyeVGGT9GU/8506030935_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bxx6-SNI/AAAAAAAAAXk/iaJhzWOpJXg/s1600-h/8506030943_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030943_d" border="0" alt="8506030943_d" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bygq9Z3I/AAAAAAAAAXo/j5N1YSsawHE/8506030943_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="79" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3bzn1UcsI/AAAAAAAAAXs/OLekouHjPRw/s1600-h/8506030978_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030978_d" border="0" alt="8506030978_d" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3b0CKgIYI/AAAAAAAAAXw/MvDZfgGQxfI/8506030978_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3b1oCxoWI/AAAAAAAAAX0/wvDpXM5G25A/s1600-h/8506030986_d3.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="8506030986_d" border="0" alt="8506030986_d" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3b2cskPvI/AAAAAAAAAX4/696EWdxFJs4/8506030986_d_thumb1.jpg?imgmax=800" width="54" height="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por &lt;i&gt;Sir&lt;/i&gt; Arthur Conan Doyle (1859 - 1930)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;4 romances e 56 contos publicados entre 1887 e&amp;#160; 1927&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura inglesa &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Melhoramentos, 1ª edição, 2001&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 13 Volumes&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Antônio Carlos Vilela&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Romances&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Um estudo em vermelho- romance publicado em 1887. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Signo dos quatro - romance publicado em 1890. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Cão dos Baskervilles - romance publicado em 1902. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O vale do terror - romance publicado em 1915. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Contos&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Um escândalo na Boêmia - Julho de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A liga dos cabeça-vermelha - Agosto de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Um caso de identidade - Setembro de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O mistério do vale Boscombe - Outubro de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;As cinco sementes de laranja - Novembro de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O homem de lábio torcido - Dezembro de 1891 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O carbúnculo azul - Janeiro de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A faixa malhada - Fevereiro de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O polegar do engenheiro - Março de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O solteirão Nobre - Abril de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Diadema de berilos - Maio de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;As faias cor de cobre - Junho de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Estrela de Prata - Dezembro de 1892 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Face Amarela - Fevereiro de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Escriturário da Corretagem - Março de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Tragédia do Gloria Scott - Abril de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Ritual Musgrave - Maio de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Enigma de Reigate - Junho de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Corcunda - Julho de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Residente Paciente - Agosto de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Intérprete Grego - Setembro de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Tratado Naval - Outubro / Novembro de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Problema Final - Dezembro de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A casa vazia - Outubro de 1903 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O construtor de Norwood - Novembro de 1903 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Os Dançarinos - Dezembro de 1903; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A ciclista solitária - Janeiro de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A escola do priorado - Fevereiro de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Pedro Negro - Março de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Charles Augustus Milverton - Abril de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Os seis Bustos de Napoleão - Maio de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Os três estudantes - Junho de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Pince-Nez de Ouro - Julho de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Jogador de Rúgbi Desaparecido - Agosto de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A aventura em Abbey Grange - Setembro de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A segunda mancha - Dezembro de 1904 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura de um Cliente Ilustre - março de 1925 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura do Soldado Lívido - novembro de 1926 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura da Pedra Mazarino - outubro de 1921 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura das Três Empenas - outubro de 1926 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura do vampiro de Sussex - janeiro de 1924 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura dos Três Garridebs - janeiro de 1925 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Problema da Ponte de Thor - fevereiro / março de 1922 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Homem que andava de Rastros - março de 1923 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Juba do Leão - dezembro de 1926 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Inquilina de Rosto Coberto - fevereiro de 1927 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Velho Solar de Shoscombe - abril de 1927 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Negro Aposentado - janeiro de 1927 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura da Casa das Glicínias - Outubro de 1908 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura da Caixa de Papelão - Janeiro de 1893 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura do Círculo Vermelho - Março / Abril de 1911 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Os planos para o Submarino Bruce-Partington - Dezembro de 1908 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura do detetive Moribundo - Dezembro de 1913 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O desaparecimento de Lady Frances Carfax - Dezembro de 1911 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A Aventura da Pata do Diabo - Dezembro de 1910 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Ultimo Adeus de Sherlock Holmes - Setembro de 1917 &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-4452782385023548144?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/4452782385023548144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/sherlock-holmes-obra-completa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4452782385023548144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4452782385023548144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/sherlock-holmes-obra-completa.html' title='Sherlock Holmes – Obra Completa'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3beLbkDsI/AAAAAAAAAWY/8_iA1J-od_I/s72-c/8506030781_d_thumb4.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8226526572459069359</id><published>2009-09-01T22:29:00.001-03:00</published><updated>2009-09-11T22:34:29.481-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Raul Seixas e Marcelo Nova – A Panela do Diabo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><title type='text'>Raul Seixas e Marcelo Nova – A Panela do Diabo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3KXpMIfwI/AAAAAAAAAV4/wD10suCNong/s1600-h/penela_diabo%5B5%5D.gif"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="penela_diabo" border="0" alt="penela_diabo" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3KZo9iMQI/AAAAAAAAAV8/Oo56fdL3caA/penela_diabo_thumb%5B3%5D.gif?imgmax=800" width="243" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Álbum lançado em 1989, chegando as lojas apenas dois dias antes da morte de Raul Seixas. O LP vendeu mais de 150.00o cópias, rendendo um disco de ouro, tornando-se assim um dos discos de maior sucesso do eterno Maluco Beleza.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1 - Be-Bop-A-Lula&lt;/strong&gt; (Vincent/Davis) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2 - Rock 'n' Roll&lt;/strong&gt; (Marcelo Nova/Raul Seixas)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3 - Carpinteiro do Universo&lt;/strong&gt; (Raul Seixas /Marcelo Nova)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4 - Quando Eu Morri&lt;/strong&gt; (Marcelo Nova) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5 - Banquete de Lixo&lt;/strong&gt; (Marcelo Nova/Raul Seixas)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6 - Pastor João e a Igreja Invisível&lt;/strong&gt; (Raul Seixas /Marcelo Nova)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;7 - Século XXI&lt;/strong&gt; (Marcelo Nova/Raul Seixas)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;8 - Nuit&lt;/strong&gt; (Raul Seixas/Kika Seixas) &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;9 - Best Seller&lt;/strong&gt; (Marcelo Nova/Raul Seixas)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;10 - Você Roubou Meu Videocassete&lt;/strong&gt; (Raul Seixas /Marcelo Nova)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;11 - Cãibra no Pé&lt;/strong&gt; (Raul Seixas /Marcelo Nova)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3Nt6xsIxI/AAAAAAAAAWA/C9FRhAydgxg/s1600-h/Idf_D7643790-02%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Idf_D7643790-02" border="0" alt="Idf_D7643790-02" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3NuzxNWnI/AAAAAAAAAWE/mnf0XM5m9b4/Idf_D7643790-02_thumb.jpg?imgmax=800" width="173" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Nuit&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Eu, eu ando de passo leve pra não acordar o dia    &lt;br /&gt;Sou da noite a companheira mais fiel qu'ela queria! Yeah, yeah,yeah, yeah!     &lt;br /&gt;Amo a guerra, adoro o fogo     &lt;br /&gt;Elemento natural do jogo, senhores:     &lt;br /&gt;Jamais me revelarei! Jamais me revelarei!     &lt;br /&gt;Eu, eu ando de passo leve pra não acordar o dia     &lt;br /&gt;Sou da noite a companheira mais fiel qu'ela queria! Yeah, yeah,yeah, yeah!     &lt;br /&gt;E quão longa é a noite. A noite eterna do tempo     &lt;br /&gt;Se comparado ao curto sonho da vida     &lt;br /&gt;Chega enfeitando de azul a grande amante dos homens     &lt;br /&gt;Guardando do sol, seu beijo incomum..... ah!     &lt;br /&gt;Seja bom ou o que não presta     &lt;br /&gt;Acendo as luzes para nossa festa, senhores:     &lt;br /&gt;Eu sou o mistério do sol! Eu sou o mistério do sol!     &lt;br /&gt;Eu, eu ando de passo leve pra não acordar o dia     &lt;br /&gt;Sou da noite a companheira mais fiel qu'ela queria! Yeah, yeah,yeah, yeah!     &lt;br /&gt;Mas é com o sol que eu divido toda a minha energia     &lt;br /&gt;Eu sou a noite do tempo. Ele é o dia da vida     &lt;br /&gt;Ele é a luz que não morre quando chego e anoiteço     &lt;br /&gt;O sol dos dois horizontes a mais perfeita harmonia.....     &lt;br /&gt;Eu, eu ando de passo leve pra não acordar o dia&lt;/p&gt;  &lt;p align="right"&gt;(Raul Seixas/Kika Seixas)&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3Nwl-mTsI/AAAAAAAAAWI/t8OdWnASV-s/s1600-h/S1APhF252055-02%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="S1APhF252055-02" border="0" alt="S1APhF252055-02" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3NxdB_WcI/AAAAAAAAAWM/SbSrQeLQ2-g/S1APhF252055-02_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="164" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8226526572459069359?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8226526572459069359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/raul-seixas-e-marcelo-nova-panela-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8226526572459069359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8226526572459069359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/09/raul-seixas-e-marcelo-nova-panela-do.html' title='Raul Seixas e Marcelo Nova – A Panela do Diabo'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sp3KZo9iMQI/AAAAAAAAAV8/Oo56fdL3caA/s72-c/penela_diabo_thumb%5B3%5D.gif?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-7829781925529264410</id><published>2009-08-22T23:31:00.001-03:00</published><updated>2009-08-22T23:31:46.781-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7 - Bonsai'/><title type='text'>Bonsai de Acer sp.</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;Algumas fotos de bonsai do gênero Acer retiradas da internet.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCp-3JtfWI/AAAAAAAAAVY/Ek8dJ85A3sg/s1600-h/00000037%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="00000037" border="0" alt="00000037" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCp_4f3tzI/AAAAAAAAAVc/mdDzqlNoztw/00000037_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="404" height="324" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqAlNZU8I/AAAAAAAAAVg/HJ4dO0ANDgU/s1600-h/3237contest_hanna_walter_pall_Acer_palmatum2%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="3237contest_hanna_walter_pall_Acer_palmatum2" border="0" alt="3237contest_hanna_walter_pall_Acer_palmatum2" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqBffzgrI/AAAAAAAAAVk/W9mxW2zmsng/3237contest_hanna_walter_pall_Acer_palmatum2_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="404" height="386" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqCW29JxI/AAAAAAAAAVo/V2B2U3wlEgw/s1600-h/a29yg3%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="a29yg3" border="0" alt="a29yg3" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqDPxIlaI/AAAAAAAAAVs/Lx1_0g8V8X4/a29yg3_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="404" height="342" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqDuwd95I/AAAAAAAAAVw/pjB4peeVa8k/s1600-h/imgCA6I4JEA%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="imgCA6I4JEA" border="0" alt="imgCA6I4JEA" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCqES3PD1I/AAAAAAAAAV0/6bgzGtOkjmw/imgCA6I4JEA_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="304" height="359" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-7829781925529264410?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/7829781925529264410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/08/bonsai-de-acer-sp.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7829781925529264410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7829781925529264410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/08/bonsai-de-acer-sp.html' title='Bonsai de Acer sp.'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCp_4f3tzI/AAAAAAAAAVc/mdDzqlNoztw/s72-c/00000037_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5288988671524522835</id><published>2009-08-22T23:17:00.001-03:00</published><updated>2009-09-11T22:40:40.192-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anna Netrebko - Apresentações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><title type='text'>Anna Netrebko</title><content type='html'>&lt;p&gt;Algumas apresentações dessa belíssima soprano russa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:8bf14b37-2c0a-41ca-95f7-1ee1117abace" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="d95b82fd-693d-4355-8db5-9bf55f4be675" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=p_kaOYC_Fww&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCnFk1_LAI/AAAAAAAAAbU/ilbbwX9yv84/video822586f2808c%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('d95b82fd-693d-4355-8db5-9bf55f4be675'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;389\&amp;quot; height=\&amp;quot;291\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/p_kaOYC_Fww&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/p_kaOYC_Fww&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot; 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padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HsHKWGHkH0M&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCmx2-LlfI/AAAAAAAAAbk/k9Ikp-F3WR4/video5e7ce6b9e498%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('55305aca-b788-4dac-a64f-8f303e92dd77'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;382\&amp;quot; height=\&amp;quot;286\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/HsHKWGHkH0M&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/HsHKWGHkH0M&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;382\&amp;quot; height=\&amp;quot;286\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5288988671524522835?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5288988671524522835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/08/anna-netrebko.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5288988671524522835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5288988671524522835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/08/anna-netrebko.html' title='Anna Netrebko'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SpCnFk1_LAI/AAAAAAAAAbU/ilbbwX9yv84/s72-c/video822586f2808c%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5587303507096060620</id><published>2009-07-27T19:46:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T00:12:21.913-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche - A Gaia Ciência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><title type='text'>A Gaia Ciência</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWdjj9vaHI/AAAAAAAAAew/QArx52mO9do/s1600-h/11403%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="11403" border="0" alt="11403" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWdkKe7ebI/AAAAAAAAAe0/C77VeZTpMxo/11403_thumb.jpg?imgmax=800" width="116" height="184" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Friedrich Nietzsche (1844-1900)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura alemã &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Companhia das Letras, 368 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Paulo César de Souza&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWdks_PLwI/AAAAAAAAAe4/ldsSvQZeF8c/s1600-h/Nietzsche%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Nietzsche" border="0" alt="Nietzsche" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWdldVOOnI/AAAAAAAAAe8/0ItaDqiav9A/Nietzsche_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="124" height="155" /&gt;&lt;/a&gt; Friedrich Nietzsche nasceu em Roecken, perto de Leipzig, Alemanha, em 1844. Durante dez anos foi professor de filologia clássica na Universidade da Basiléia, Suíça. Em 1872, publicou seu primeiro livro, &lt;em&gt;O nascimento da tragédia&lt;/em&gt;. Escreveu mais treze obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu. Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Um dos mais importantes filósofos do século XIX, exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais. Morreu em 1900. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A gaia ciência&lt;/em&gt; traz algumas das discussões mais originais de Friedrich Nietzsche a respeito de arte, moral, história, conhecimento, ilusão e verdade. Ao longo de suas 383 seções, aparecem três coisas particularmente associadas ao filósofo: a proclamação da &amp;quot;morte de Deus&amp;quot;, a idéia do &amp;quot;eterno retorno&amp;quot; e a mítica figura de Zaratustra. Ao mesmo tempo, este é o seu livro com a maior diversidade de formas literárias, incluindo versos humorísticos, aforismos, breves diálogos, parábolas, poemas em prosa e pequenos ensaios. Nietzsche publicou &lt;em&gt;A gaia ciência&lt;/em&gt; em 1882 e o ampliou substancialmente em 1887 (data da segunda edição), acrescentando-lhe o prólogo, o quinto capítulo - o mais substancial - e o apêndice com poemas (que constam neste volume também em alemão).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Aforisma 341&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: &amp;quot;Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e seqüência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!&amp;quot;. Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderias: &amp;quot;Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!&amp;quot; Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: &amp;quot;Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?&amp;quot; pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5587303507096060620?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5587303507096060620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/gaia-ciencia-nietzsche.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5587303507096060620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5587303507096060620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/gaia-ciencia-nietzsche.html' title='A Gaia Ciência'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrWdkKe7ebI/AAAAAAAAAe0/C77VeZTpMxo/s72-c/11403_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-4375945248151340664</id><published>2009-07-27T19:41:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:22:23.940-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Milan Kundera - Risíveis Amores'/><title type='text'>Risíveis Amores</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4s8jFQrNI/AAAAAAAAASc/PmlsDN_yxyI/s1600-h/RISIVEIS_AMORES_1233359306P2.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="RISIVEIS_AMORES_1233359306P" border="0" alt="RISIVEIS_AMORES_1233359306P" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4s-Dpw9SI/AAAAAAAAASg/7MqQjk_VdB4/RISIVEIS_AMORES_1233359306P_thumb.jpg?imgmax=800" width="165" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Milan Kundera(1929-&amp;#160; )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1970&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura Tcheca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Nova Fronteira, 1985, 235 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Teresa Bulhões Carvalho da Fonseca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4s-_bM8YI/AAAAAAAAASk/373pXpg_rBM/s1600-h/Kundera9.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Kundera" border="0" alt="Kundera" align="left" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4s_pIYP0I/AAAAAAAAASo/amoagJXcLMk/Kundera_thumb10.jpg?imgmax=800" width="169" height="169" /&gt;&lt;/a&gt; Milan Kundera (1 de abril de 1929, Brno, Tchecoslováquia) foi membro do partido comunista e envolveu-se, assim como outros artistas, na Primavera de Praga de 1968. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Seus livros foram proibidos de serem publicados em seu país , apenas em 2006 foi lançado na República Tcheca o seu livro mais famoso - “A Insustentável Leveza do Ser”. Vive na França desde 1975, tornando-se cidadão francês em 1980.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro é composto por sete contos:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;A maçã de ouro do eterno desejo &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ninguém vai rir &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O jogo da carona &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O simpósio &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Que os velhos mortos cedam lugar aos novos mortos &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O Dr. Havel dez anos depois &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Eduardo e Deus &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A obra trata do equívoco, seja de situações ou de sentimentos. O equívoco, nesse sentido, está na essência do risível, que intitula a obra. Mal-entendidos que abrem perspectivas novas e caminhos para novas situações são uma constante nos contos. O estranhamento mútuo da parte de amantes, a inversão do caráter amoroso são uma mostra da incapacidade de comunicação que permeia as relações humanas na contemporaneidade. A temática, tratada de maneira literária pelo autor, é a velha temática da solidão humana, sua impossibilidade de transposição dos limites da subjetividade. No mundo ambientado pelo autor, os amantes tratam-se reciprocamente como objetos, e não mais do que isso. Falta de capacidade de comunicação e excessivo cinismo são traços comuns de caráter das personagens da obra. A mudança de perspectiva, porém, quase sempre revela nuances desagradáveis aos amantes. O risível é a necessidade humana pela farsa, pela simulação, pela representação teatral e a incapacidade de experimentar sentimentos verdadeiros. Através da incapacidade de comunhão dos personagens, Kundera parece querer desvelar para o leitor a absoluta falta de sentido da vida sob essas condições.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Obtido em: &amp;quot;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ris%C3%ADveis_Amores"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ris%C3%ADveis_Amores&lt;/a&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-4375945248151340664?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/4375945248151340664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/risiveis-amores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4375945248151340664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/4375945248151340664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/risiveis-amores.html' title='Risíveis Amores'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4s-Dpw9SI/AAAAAAAAASg/7MqQjk_VdB4/s72-c/RISIVEIS_AMORES_1233359306P_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-7792745316813661871</id><published>2009-07-26T13:57:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:09:52.995-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2 - Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fernando Pessoa - Álvaro de Campos - Poesia'/><title type='text'>Fernando Pessoa – Álvaro de Campos</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4wKSPeqDI/AAAAAAAAATU/0-NXHeqGgm8/s1600-h/11342%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="11342" border="0" alt="11342" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4wLJLyV1I/AAAAAAAAATY/rUqq8v5lcZ0/11342_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="171" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;Tabacaria&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não sou nada.    &lt;br /&gt;Nunca serei nada.     &lt;br /&gt;Não posso querer ser nada.     &lt;br /&gt;À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Janelas do meu quarto,    &lt;br /&gt;Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é     &lt;br /&gt;(E se soubessem quem é, o que saberiam?),     &lt;br /&gt;Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,     &lt;br /&gt;Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,     &lt;br /&gt;Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,     &lt;br /&gt;Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,     &lt;br /&gt;Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,     &lt;br /&gt;Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.    &lt;br /&gt;Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,     &lt;br /&gt;E não tivesse mais irmandade com as coisas     &lt;br /&gt;Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua     &lt;br /&gt;A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada     &lt;br /&gt;De dentro da minha cabeça,     &lt;br /&gt;E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.    &lt;br /&gt;Estou hoje dividido entre a lealdade que devo     &lt;br /&gt;À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,     &lt;br /&gt;E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Falhei em tudo.    &lt;br /&gt;Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.     &lt;br /&gt;A aprendizagem que me deram,     &lt;br /&gt;Desci dela pela janela das traseiras da casa.     &lt;br /&gt;Fui até ao campo com grandes propósitos.     &lt;br /&gt;Mas lá encontrei só ervas e árvores,     &lt;br /&gt;E quando havia gente era igual à outra.     &lt;br /&gt;Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?    &lt;br /&gt;Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!     &lt;br /&gt;E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!     &lt;br /&gt;Gênio? Neste momento     &lt;br /&gt;Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,     &lt;br /&gt;E a história não marcará, quem sabe?, nem um,     &lt;br /&gt;Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.     &lt;br /&gt;Não, não creio em mim.     &lt;br /&gt;Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!     &lt;br /&gt;Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?     &lt;br /&gt;Não, nem em mim...     &lt;br /&gt;Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo     &lt;br /&gt;Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?     &lt;br /&gt;Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -     &lt;br /&gt;Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,     &lt;br /&gt;E quem sabe se realizáveis,     &lt;br /&gt;Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?     &lt;br /&gt;O mundo é para quem nasce para o conquistar     &lt;br /&gt;E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.     &lt;br /&gt;Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.     &lt;br /&gt;Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,     &lt;br /&gt;Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.     &lt;br /&gt;Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,     &lt;br /&gt;Ainda que não more nela;     &lt;br /&gt;Serei sempre &lt;i&gt;o que não nasceu para isso;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;Serei sempre só &lt;i&gt;o que tinha qualidades;&lt;/i&gt;     &lt;br /&gt;Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,     &lt;br /&gt;E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,     &lt;br /&gt;E ouviu a voz de Deus num poço tapado.     &lt;br /&gt;Crer em mim? Não, nem em nada.     &lt;br /&gt;Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente     &lt;br /&gt;O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,     &lt;br /&gt;E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.     &lt;br /&gt;Escravos cardíacos das estrelas,     &lt;br /&gt;Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;     &lt;br /&gt;Mas acordamos e ele é opaco,     &lt;br /&gt;Levantamo-nos e ele é alheio,     &lt;br /&gt;Saímos de casa e ele é a terra inteira,     &lt;br /&gt;Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Come chocolates, pequena;    &lt;br /&gt;Come chocolates!     &lt;br /&gt;Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.     &lt;br /&gt;Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.     &lt;br /&gt;Come, pequena suja, come!     &lt;br /&gt;Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!     &lt;br /&gt;Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,     &lt;br /&gt;Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei    &lt;br /&gt;A caligrafia rápida destes versos,     &lt;br /&gt;Pórtico partido para o Impossível.     &lt;br /&gt;Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,     &lt;br /&gt;Nobre ao menos no gesto largo com que atiro     &lt;br /&gt;A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,     &lt;br /&gt;E fico em casa sem camisa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,    &lt;br /&gt;Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,     &lt;br /&gt;Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,     &lt;br /&gt;Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,     &lt;br /&gt;Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,     &lt;br /&gt;Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,     &lt;br /&gt;Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -     &lt;br /&gt;Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!     &lt;br /&gt;Meu coração é um balde despejado.     &lt;br /&gt;Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco     &lt;br /&gt;A mim mesmo e não encontro nada.     &lt;br /&gt;Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.     &lt;br /&gt;Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,     &lt;br /&gt;Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,     &lt;br /&gt;Vejo os cães que também existem,     &lt;br /&gt;E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,     &lt;br /&gt;E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vivi, estudei, amei e até cri,    &lt;br /&gt;E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.     &lt;br /&gt;Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,     &lt;br /&gt;E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses     &lt;br /&gt;(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);     &lt;br /&gt;Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo     &lt;br /&gt;E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fiz de mim o que não soube    &lt;br /&gt;E o que podia fazer de mim não o fiz.     &lt;br /&gt;O dominó que vesti era errado.     &lt;br /&gt;Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.     &lt;br /&gt;Quando quis tirar a máscara,     &lt;br /&gt;Estava pegada à cara.     &lt;br /&gt;Quando a tirei e me vi ao espelho,     &lt;br /&gt;Já tinha envelhecido.     &lt;br /&gt;Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.     &lt;br /&gt;Deitei fora a máscara e dormi no vestiário     &lt;br /&gt;Como um cão tolerado pela gerência     &lt;br /&gt;Por ser inofensivo     &lt;br /&gt;E vou escrever esta história para provar que sou sublime.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Essência musical dos meus versos inúteis,    &lt;br /&gt;Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,     &lt;br /&gt;E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,     &lt;br /&gt;Calcando aos pés a consciência de estar existindo,     &lt;br /&gt;Como um tapete em que um bêbado tropeça     &lt;br /&gt;Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.    &lt;br /&gt;Olho-o com o desconforto da cabeça mal voltada     &lt;br /&gt;E com o desconforto da alma mal-entendendo.     &lt;br /&gt;Ele morrerá e eu morrerei.     &lt;br /&gt;Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.     &lt;br /&gt;A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.     &lt;br /&gt;Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,     &lt;br /&gt;E a língua em que foram escritos os versos.     &lt;br /&gt;Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.     &lt;br /&gt;Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente     &lt;br /&gt;Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sempre uma coisa defronte da outra,    &lt;br /&gt;Sempre uma coisa tão inútil como a outra,     &lt;br /&gt;Sempre o impossível tão estúpido como o real,     &lt;br /&gt;Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,     &lt;br /&gt;Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)    &lt;br /&gt;E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.     &lt;br /&gt;Semiergo-me enérgico, convencido, humano,     &lt;br /&gt;E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los    &lt;br /&gt;E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.     &lt;br /&gt;Sigo o fumo como uma rota própria,     &lt;br /&gt;E gozo, num momento sensitivo e competente,     &lt;br /&gt;A libertação de todas as especulações     &lt;br /&gt;E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois deito-me para trás na cadeira    &lt;br /&gt;E continuo fumando.     &lt;br /&gt;Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira    &lt;br /&gt;Talvez fosse feliz.)     &lt;br /&gt;Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.     &lt;br /&gt;O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).     &lt;br /&gt;Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.     &lt;br /&gt;(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)     &lt;br /&gt;Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.     &lt;br /&gt;Acenou-me adeus, gritei-lhe &lt;i&gt;Adeus ó Esteves!&lt;/i&gt;, e o universo     &lt;br /&gt;Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;i&gt;Álvaro de Campos, 15-1-1928&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-7792745316813661871?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/7792745316813661871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/fernando-pessoa-alvaro-de-campos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7792745316813661871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7792745316813661871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/fernando-pessoa-alvaro-de-campos.html' title='Fernando Pessoa – Álvaro de Campos'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sm4wLJLyV1I/AAAAAAAAATY/rUqq8v5lcZ0/s72-c/11342_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3887065865236910317</id><published>2009-07-24T23:23:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:34:25.808-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hermann Hesse - O Lobo da Estepe'/><title type='text'>O Lobo da Estepe</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpshEaEZEI/AAAAAAAAARw/-oF9LNBRaNw/s1600-h/2588813.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="258881" border="0" alt="258881" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Smpsh3zLioI/AAAAAAAAAR0/JX7RfohCcJo/258881_thumb1.jpg?imgmax=800" width="168" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Hermann Hesse (1877-1962)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1927&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura alemã&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora BestBolso, 2009, 250 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Ivo Barroso&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpsisPCAVI/AAAAAAAAAUo/leEw_YsXzgw/s1600-h/hermann_hesse3.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="hermann_hesse" border="0" alt="hermann_hesse" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpsjEkXXSI/AAAAAAAAAR8/pE2BIDjlOkg/hermann_hesse_thumb2.jpg?imgmax=800" width="116" height="159" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; Hermann Hesse (Calw, Alemanha, 2 de julho de 1877 — Montagnola, Suíça, 9 de agosto de 1962) foi um poeta, contista, ensaísta e editor de importantes obras da literatura alemã, naturalizou-se suíço em 1923. Filho de pais protestantes, missionários que tinham pregado o cristianismo na Índia,&amp;#160; foi criado desde jovem para seguir a carreira de pastor, mas ainda adolescente ele recusa a religião e rompe com a família, emigrando para a Suíça e 1912. Sua literatura é muito influenciada pela espiritualidade oriental e pela psicanálise, levando-o a uma nova visão do ser e da filosofia. Ganhou o Prêmio Goethe e o Prêmio Nobel de Literatura em 1946.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Harry Haller é um misantropo, intelectual e alcoólatra de 50 anos, que se auto denomina “Lobo da estepe”. Um homem dividido pela dualidade de sua personalidade, que depende da sua vida solitária em meio aos “imortais”, como Goethe e Mozart, para equilibrar-se à beira do abismo dos problemas sociais e individuais, até que conhece Maria, Hermínia e Pablo, fato que muda sua vida drasticamente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um livro polemico para a época, que aborda vários aspectos da psicologia humana e nos leva a questionar sobre quem realmente somos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles19C729C5/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpsjzjeAZI/AAAAAAAAASA/ix9Qv_I-BtU/untitled_thumb42.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles19C729C5/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpskUBP-hI/AAAAAAAAASE/zUh41O8Gyr8/untitled_thumb45.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles19C729C5/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Smpsknqgn4I/AAAAAAAAASI/Zkvj9Za2vhk/untitled_thumb48.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles19C729C5/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpslWj6AzI/AAAAAAAAASM/-1itKirEC-s/untitled_thumb411.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles19C729C5/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Smpsl2zeK8I/AAAAAAAAASQ/lwa4m8z1RKE/untitled_thumb414.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SmpsisPCAVI/AAAAAAAAAUs/oIk1GoIBv3c/s1600-h/hermann_hesse2.jpg"&gt;&amp;#160;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3887065865236910317?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3887065865236910317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/o-lobo-da-estepe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3887065865236910317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3887065865236910317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/07/o-lobo-da-estepe.html' title='O Lobo da Estepe'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Smpsh3zLioI/AAAAAAAAAR0/JX7RfohCcJo/s72-c/258881_thumb1.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2775696520437504502</id><published>2009-06-23T16:03:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:30:37.583-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2 - Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jiddu Krishnamurti - A Busca'/><title type='text'>Poema “A Busca” de Jiddu Krishnamurti</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SkEnFFUdhsI/AAAAAAAAARQ/7bqqR7KSPWU/s1600-h/Krishnamurti8.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Krishnamurti" border="0" alt="Krishnamurti" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SkEnF_LgPHI/AAAAAAAAARU/_uginZib-WE/Krishnamurti_thumb6.jpg?imgmax=800" width="201" height="240" /&gt;&lt;/a&gt; Jiddu Krishnamurti(1895-1986)&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;A Busca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;- I -    &lt;br /&gt;Longamente peregrinei     &lt;br /&gt;Por este mundo de coisas efêmeras.     &lt;br /&gt;Dele conheci os passageiros deleites.     &lt;br /&gt;Como o belo arco-íris,     &lt;br /&gt;Que muito cedo em nada se desfaz     &lt;br /&gt;Assim, desde as origens do mundo,     &lt;br /&gt;Vi todas as coisas passarem -     &lt;br /&gt;Belas, festivas, deleitáveis.     &lt;br /&gt;Na busca do Eterno     &lt;br /&gt;Perdi-me entre as coisas finitas;     &lt;br /&gt;De todas provei, em busca da Verdade.     &lt;br /&gt;No perpassar das idades,     &lt;br /&gt;Conheci as delícias do mundo efêmero -     &lt;br /&gt;A terna mãe com seus filhos,     &lt;br /&gt;O arrogante e o livre,     &lt;br /&gt;O mendigo que erra pela face da terra,     &lt;br /&gt;O conforto dos ricos,     &lt;br /&gt;A mulher tentadora,     &lt;br /&gt;O belo e o feio,     &lt;br /&gt;O autoritário, o poderoso,     &lt;br /&gt;O homem importante, o benfeitor, o protetor,     &lt;br /&gt;O oprimido e o opressor,     &lt;br /&gt;O tirano e o libertador,     &lt;br /&gt;O homem de muitas posses,     &lt;br /&gt;O renunciante - o sannyasi ,     &lt;br /&gt;O homem prático e o sonhador,     &lt;br /&gt;O arrogante sacerdote de suntuosas     &lt;br /&gt;vestes e o humilde devoto,     &lt;br /&gt;O poeta, o artista, o criador.     &lt;br /&gt;Prostrei-me diante dos altares do mundo,     &lt;br /&gt;Conheci uma a uma das religiões.     &lt;br /&gt;Cerimônias inúmeras pratiquei,     &lt;br /&gt;Regalei-me das pompas do mundo,     &lt;br /&gt;Combatente fui, de batalhas ganhas e perdidas,     &lt;br /&gt;Desprezei e fui desprezado,     &lt;br /&gt;Passei pelas tristezas e agonias     &lt;br /&gt;De inúmeras desditas,     &lt;br /&gt;Nadei em prazeres e na opulência.     &lt;br /&gt;Nos secretos recantos de meu coração, exultei,     &lt;br /&gt;Conheci nascimentos e mortes sem conta,     &lt;br /&gt;Todas essas efêmeras esferas percorri,     &lt;br /&gt;Entre êxtases passageiros, certo de sua perenidade,     &lt;br /&gt;No entanto, jamais encontrei     &lt;br /&gt;O eterno Reino da Felicidade.     &lt;br /&gt;Outrora Eu te buscava -     &lt;br /&gt;Ó Verdade imperecível,     &lt;br /&gt;Ó Felicidade eterna,     &lt;br /&gt;Culminância de toda a Sabedoria!     &lt;br /&gt;No topo da montanha,     &lt;br /&gt;No céu constelado,     &lt;br /&gt;Nas sombras do terno luar,     &lt;br /&gt;Nos templos do homem,     &lt;br /&gt;Nos livros dos doutos,     &lt;br /&gt;Na tenra folha primaveril,     &lt;br /&gt;Nas águas irrequietas,     &lt;br /&gt;No rosto do homem,     &lt;br /&gt;No regato cantarolante,     &lt;br /&gt;Na tristeza, na dor,     &lt;br /&gt;Na alegria e no êxtase -     &lt;br /&gt;Mas não Te encontrei.     &lt;br /&gt;Assim como o montanhista ascende aos altos picos,     &lt;br /&gt;Largando a cada passo seus múltiplos fardos,     &lt;br /&gt;Assim também me alcei às alturas,     &lt;br /&gt;Abandonando as coisa transitórias.     &lt;br /&gt;Como o sannyasi de áureas vestes,     &lt;br /&gt;A buscar felicidade, com sua taça de mendicante,     &lt;br /&gt;Assim também renunciei.     &lt;br /&gt;Como o jardineiro que mata     &lt;br /&gt;As ervas daninhas de seu jardim,     &lt;br /&gt;Assim também aniquilei o ego.     &lt;br /&gt;Como os ventos,     &lt;br /&gt;Sou livre e sem entraves.     &lt;br /&gt;Forte e diligente como o vento     &lt;br /&gt;Que penetra os ocultos recantos do vale,     &lt;br /&gt;Rebusquei Os recessos de minha alma,     &lt;br /&gt;Purificando-me de todas as coisas,     &lt;br /&gt;Passadas e presentes.     &lt;br /&gt;Qual o silêncio que, de súbito,     &lt;br /&gt;Se estende sobre o mundo rumoroso,     &lt;br /&gt;Assim também, subitamente Te encontrei     &lt;br /&gt;No fundo do coração de todas as coisas e do meu próprio.     &lt;br /&gt;Sobre a trilha da montanha,     &lt;br /&gt;Sentado numa pedra,     &lt;br /&gt;A meu lado e dentro de mim Te encontrei     &lt;br /&gt;E, em Ti e em mim contidas, todas as coisas.     &lt;br /&gt;Feliz o homem que em tudo depara e encontra a Ti e a mim.     &lt;br /&gt;Na luz do sol poente,     &lt;br /&gt;A filtrar-se entre delicadas rendas de uma árvore primaveril,     &lt;br /&gt;Eu Te contemplei.     &lt;br /&gt;Nas lucilantes estrelas Te contemplei.     &lt;br /&gt;Na ave que passa célere     &lt;br /&gt;E desaparece no negror da montanha,     &lt;br /&gt;Te contemplei.     &lt;br /&gt;Tua glória despertou a glória que em mim dormia.     &lt;br /&gt;Tendo encontrado, ó mundo,     &lt;br /&gt;A Verdade, a Felicidade eterna,     &lt;br /&gt;Dela desejo dar.     &lt;br /&gt;Vem, meditemos juntos,     &lt;br /&gt;Juntos ponderemos e sejamos felizes,     &lt;br /&gt;Raciocinemos juntos e façamos surgir a Felicidade     &lt;br /&gt;Tendo provado     &lt;br /&gt;E conhecido a pleno as tristezas e dores,     &lt;br /&gt;Os êxtases e alegrias     &lt;br /&gt;Deste mundo efêmero,     &lt;br /&gt;Compreendo tua aflição.     &lt;br /&gt;A glória de uma borboleta só dura um dia,     &lt;br /&gt;Assim também, ó mundo, são teus deleites e prazeres.     &lt;br /&gt;Como as tristezas da criança,     &lt;br /&gt;Assim, ó mundo, são tuas tristezas e dores,     &lt;br /&gt;Teus prazeres, que levam a constante aflição,     &lt;br /&gt;Tuas desditas, que geram maiores desditas,     &lt;br /&gt;Incessante luta e fúteis vitórias.     &lt;br /&gt;Como o delicado botão,     &lt;br /&gt;Após padecer longo inverno,     &lt;br /&gt;Desabrocha e de fragrâncias o ar embalsama,     &lt;br /&gt;Para murchar antes de cair o sol,     &lt;br /&gt;Assim são tuas lutas, teus grandes feitos, e tua morte -     &lt;br /&gt;- Uma roda de dor e de prazer,     &lt;br /&gt;De nascimento e morte.     &lt;br /&gt;Assim como andei perdido entre as coisas transitórias,     &lt;br /&gt;Em busca daquela eterna Felicidade,     &lt;br /&gt;Assim também tu, ó mundo, estás perdido na esfera do efêmero.     &lt;br /&gt;Desperta e reúne tuas forças,     &lt;br /&gt;Olha em torno e medita.     &lt;br /&gt;Aquela Felicidade inacessível,     &lt;br /&gt;Felicidade que é a única Verdade,     &lt;br /&gt;Que é o fim de toda busca,     &lt;br /&gt;De toda indagação e dúvida,     &lt;br /&gt;Que liberta do nascimento e da morte,     &lt;br /&gt;Felicidade que é a única lei,     &lt;br /&gt;O único refúgio,     &lt;br /&gt;A fonte de todas as coisas,     &lt;br /&gt;Que dá perene conforto,     &lt;br /&gt;Essa real Felicidade, que é Iluminação,     &lt;br /&gt;Em ti habita.     &lt;br /&gt;Tendo-me fortalecido,     &lt;br /&gt;Desejo dar Desta Felicidade.     &lt;br /&gt;Tendo alcançado o desprendimento afetuoso,     &lt;br /&gt;Desejo dar Desta Felicidade.     &lt;br /&gt;Tendo alcançado a tranqüilidade apaixonada,     &lt;br /&gt;Desejo dar Desta Felicidade.     &lt;br /&gt;Tendo vencido a vida e a morte,     &lt;br /&gt;Desejo dar     &lt;br /&gt;Desta Felicidade.     &lt;br /&gt;Larga, ó mundo, tuas vaidades     &lt;br /&gt;E segue-me,     &lt;br /&gt;Pois sei o caminho que leva ao cume da montanha,     &lt;br /&gt;Sei o caminho que leva ao fim desta agitação e tormento.     &lt;br /&gt;Só existe     &lt;br /&gt;Uma Verdade,     &lt;br /&gt;Uma Lei     &lt;br /&gt;Um Refúgio,     &lt;br /&gt;Um Guia Para aquela eterna Felicidade.     &lt;br /&gt;Desperta, ergue-te,     &lt;br /&gt;Medita e reúne tuas forças.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;   &lt;br /&gt;II -     &lt;br /&gt;Assim como por uma só noite     &lt;br /&gt;As aves repousam numa árvore,     &lt;br /&gt;Assim também privei com estranhos,     &lt;br /&gt;Em minha longa viagem     &lt;br /&gt;Por muitas terras.     &lt;br /&gt;De cada feixe de trigo     &lt;br /&gt;Tirei uma espiga.     &lt;br /&gt;De cada dia     &lt;br /&gt;Tirei algum proveito.     &lt;br /&gt;Da árvore pesada de frutos,     &lt;br /&gt;Colhi o fruto maduro.     &lt;br /&gt;Mais velozes que a lançadeira do tecelão     &lt;br /&gt;São os meus dias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;   &lt;br /&gt;- III -     &lt;br /&gt;Como, através de estreita janela,     &lt;br /&gt;Contemplamos uma única folha verde, de uma parte do vasto céu azul,     &lt;br /&gt;Assim também comecei a Te perceber, no começo de todas as coisas.     &lt;br /&gt;E, como a folha se descoloriu e murchou,     &lt;br /&gt;E de escura nuvem a nesga celeste se encobriu,     &lt;br /&gt;Assim também Tu esmaeceste e desaparecestes,     &lt;br /&gt;Para renascer outra vez,     &lt;br /&gt;Como aquela folha verde e o reduzido espaço de céu azul.     &lt;br /&gt;Por muitas vidas vi passar o frígido inverno e a verde primavera.     &lt;br /&gt;Aprisionado em minha pequena alcova,     &lt;br /&gt;Eu não via a árvore inteira e todo o céu,     &lt;br /&gt;E jurava que não existia a árvore e nem o vasto céu     &lt;br /&gt;- Para mim, era aquela a Verdade.     &lt;br /&gt;Com a ação destruidora do tempo,     &lt;br /&gt;Minha janela cresceu.     &lt;br /&gt;E contemplei então     &lt;br /&gt;Um ramo com muitas folhas     &lt;br /&gt;E uma vasta expansão do céu, com muitas nuvens.     &lt;br /&gt;Esqueci a folha verde solitária e aquele pequeno espaço da imensidão azul.     &lt;br /&gt;Jurava que não existia a árvore, nem o céu imenso     &lt;br /&gt;- Para mim, era aquela a Verdade.     &lt;br /&gt;Cansado da prisão,     &lt;br /&gt;Da estreita cela,     &lt;br /&gt;Revoltei-me contra minha janela,     &lt;br /&gt;Com os dedos a sangrar,     &lt;br /&gt;Arranquei tijolo após tijolo,     &lt;br /&gt;E contemplei então     &lt;br /&gt;A árvore inteira, seu tronco majestoso,     &lt;br /&gt;Seus ramos numerosos, suas miríades de folhas,     &lt;br /&gt;E uma imensa parte do céu.     &lt;br /&gt;Jurava que não existia outra árvore, nem outra parte do céu     &lt;br /&gt;- Era aquela a Verdade.     &lt;br /&gt;Aquela prisão já não me retém,     &lt;br /&gt;Saí a voar através da janela.     &lt;br /&gt;Ó amigo,     &lt;br /&gt;Agora contemplo todas as árvores e a vastidão do infinito.     &lt;br /&gt;E embora eu viva em cada folha e em cada nesga do vasto céu azul,     &lt;br /&gt;Embora eu viva em cada prisão a espreitar por estreitas frestas,     &lt;br /&gt;Sou livre.     &lt;br /&gt;Não! Nada mais me prenderá -     &lt;br /&gt;ESTA é a Verdade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;   &lt;br /&gt;- IV -     &lt;br /&gt;Ó mundo,     &lt;br /&gt;Em toda a parte buscas a Felicidade.     &lt;br /&gt;Em todos os climas,     &lt;br /&gt;Entre todas as pessoas,     &lt;br /&gt;Entre os animais e entre as verdes árvores,     &lt;br /&gt;À margem das águas turbulentas,     &lt;br /&gt;Nas montanhas altaneiras,     &lt;br /&gt;Nos refrescantes vales     &lt;br /&gt;E nas terras crestadas de sol,     &lt;br /&gt;Sob o céu sereno e estrelado,     &lt;br /&gt;No esplendor do sol poente,     &lt;br /&gt;No frescor da madrugada -     &lt;br /&gt;Todas as coisas buscam essa     &lt;br /&gt;Felicidade.     &lt;br /&gt;Ainda que teus filhos cerquem seus domínios     &lt;br /&gt;De impenetráveis muralhas,     &lt;br /&gt;Vedando o acesso à Felicidade desejada,     &lt;br /&gt;Ainda que teus doutos sacerdotes lutem     &lt;br /&gt;Em defesa dos deuses que mandam adorar,     &lt;br /&gt;Ainda que o conforto dos ricos lhes dê a estagnação,     &lt;br /&gt;Ainda que os oprimidos e exploradores estejam a sofrer,     &lt;br /&gt;Ainda que o pensador não tenha encontrado a solução final,     &lt;br /&gt;Ainda que o sannyasi , renunciando ao mundo, não tenha alcançado a Iluminação,     &lt;br /&gt;Ainda que o mendigo, implorando compaixão de casa em casa, não tenha achado agasalho,     &lt;br /&gt;Ainda que teus filhos prefiram a escuridão da noite à luz do dia,     &lt;br /&gt;E convertam a noite em dia -     &lt;br /&gt;Todos estão buscando aquela perene Ventura     &lt;br /&gt;Como a árvore desolada sofre e anseia pela primavera e seu alegre verdor,     &lt;br /&gt;Assim todos os teus filhos buscam aquela Bem-aventurança.     &lt;br /&gt;A dama mundana, apegada a seu luxo e riquezas,     &lt;br /&gt;A mulher do rosto pintado,     &lt;br /&gt;A donzela leviana,     &lt;br /&gt;O homem que nos trajos busca a satisfação,     &lt;br /&gt;O bebedor insaciável,     &lt;br /&gt;O indivíduo que só se sente bem com alguma ocupação,     &lt;br /&gt;Aquele que mata para deleitar-se,     &lt;br /&gt;O sacerdote de vestes pomposas,     &lt;br /&gt;O homem cingido de simples tanga,     &lt;br /&gt;O ator vestido ao gosto dos espectadores,     &lt;br /&gt;O artista a lutar por criar,     &lt;br /&gt;O poeta a exprimir em palavras a imensidade de seus pensamentos e sonhos,     &lt;br /&gt;O músico cuja alma vibra aos sons,     &lt;br /&gt;O santo com seu ascetismo,     &lt;br /&gt;O pecador, se existe, esquecido de Deus ou do homem,     &lt;br /&gt;O burguês, de tudo amedrontado -     &lt;br /&gt;Todos almejam a Felicidade.     &lt;br /&gt;Eles compram e vendem,     &lt;br /&gt;E constroem palácios magníficos,     &lt;br /&gt;Cercam-se de toda a beleza     &lt;br /&gt;Que o dinheiro pode comprar,     &lt;br /&gt;Plantam jardins, para regalo de seus gostos requintados,     &lt;br /&gt;Cobrem-se de jóias,     &lt;br /&gt;Ora disputam, ora se mostram cordiais,     &lt;br /&gt;Bebem sem comedimento,     &lt;br /&gt;Comem sem moderação,     &lt;br /&gt;Ora rancorosos, ora pacíficos,     &lt;br /&gt;Rezam e amaldiçoam,     &lt;br /&gt;Amam e odeiam,     &lt;br /&gt;Morrem e tornam a nascer,     &lt;br /&gt;São cruéis para com o homem e o bruto,     &lt;br /&gt;Destroem e criam,     &lt;br /&gt;Constroem e destroem -     &lt;br /&gt;Mas todos estão buscando a Felicidade,     &lt;br /&gt;Felicidade nas coisas transitórias.     &lt;br /&gt;A rosa, tão bela e gloriosa,     &lt;br /&gt;Está destinada     &lt;br /&gt;A morrer amanhã.     &lt;br /&gt;Em busca da Felicidade,     &lt;br /&gt;Erguem-se soberbas estruturas,     &lt;br /&gt;Chamam-nas igrejas     &lt;br /&gt;E nelas entram,     &lt;br /&gt;Mas a Felicidade lhes foge, tal como nas ruas desadornadas.     &lt;br /&gt;Inventam um Deus, para terem satisfação,     &lt;br /&gt;Mas, Nele nunca encontram aquilo a que aspiram.     &lt;br /&gt;O incenso, as flores, as velas acesas,     &lt;br /&gt;As vestes esplêndidas, a música empolgante,     &lt;br /&gt;São meros estímulos àquela busca,     &lt;br /&gt;A nota profunda do sino distante,     &lt;br /&gt;A oração monótona,     &lt;br /&gt;Os apelos, prantos e rogos,     &lt;br /&gt;São meros tateios no escuro     &lt;br /&gt;Em busca daquela Felicidade eterna.     &lt;br /&gt;Em busca da felicidade,     &lt;br /&gt;Edificam templos frios, gigantescos,     &lt;br /&gt;Produtos de muitas mentes,     &lt;br /&gt;Trabalho de muitas mãos;     &lt;br /&gt;Os cânticos, o fumo da cânfora queimada,     &lt;br /&gt;A beleza do lótus sagrado     &lt;br /&gt;Não satisfazem seus anseios.     &lt;br /&gt;Desejando ser felizes,     &lt;br /&gt;Subornam e corrompem, profanam     &lt;br /&gt;A Terra, os mares e montanhas.     &lt;br /&gt;Suas imagens esculpidas não respondem a seus chamados.     &lt;br /&gt;Como a enxurrada se precipita da montanha, tudo devastando em seu caminho,     &lt;br /&gt;Assim, num instante, é destruída sua estrutura de felicidade;     &lt;br /&gt;Com seu amor ciumento, mutuamente se destroem.     &lt;br /&gt;Em busca da Felicidade     &lt;br /&gt;Conferem títulos e nomes sonorosos     &lt;br /&gt;Uns aos outros     &lt;br /&gt;E pensam ter encontrado     &lt;br /&gt;A fonte da Eternidade,     &lt;br /&gt;Pensam ter resolvido     &lt;br /&gt;O problema de seu sofrimento.     &lt;br /&gt;Procurando a constante satisfação,     &lt;br /&gt;Casam-se e inebriam-se desta nova felicidade;     &lt;br /&gt;São felizes como a flor,     &lt;br /&gt;Que se abre ao sol,     &lt;br /&gt;Para com o sol morrer.     &lt;br /&gt;Trocam de amor, para renovar seus deleites.     &lt;br /&gt;Transbordam     &lt;br /&gt;De êxtase e,     &lt;br /&gt;Num instante,     &lt;br /&gt;A desdita é o epílogo de sua fugaz alegria.     &lt;br /&gt;Como a nuvem pesada, que se fende e esgota     &lt;br /&gt;E desaparece dos ares,     &lt;br /&gt;Deixando o céu outra vez desnudo,     &lt;br /&gt;Assim é seu amor,     &lt;br /&gt;Que é rico e forte,     &lt;br /&gt;Que cria e destroi.     &lt;br /&gt;Seu amor, tão triunfante ao nascer,     &lt;br /&gt;Tão ardoroso em seus desejos,     &lt;br /&gt;Tão belo em pleno florescer,     &lt;br /&gt;Tão irrefreável em seu preenchimento,     &lt;br /&gt;Fenece como a folha,     &lt;br /&gt;Para renascer e,     &lt;br /&gt;Como a folha,     &lt;br /&gt;De novo morrer.     &lt;br /&gt;Como a árvore tristonha     &lt;br /&gt;Que perdeu sua ridente folhagem,     &lt;br /&gt;Assim é o homem     &lt;br /&gt;Que buscou a Felicidade     &lt;br /&gt;No amor.     &lt;br /&gt;Na solidão,     &lt;br /&gt;E nas ruas apinhadas,     &lt;br /&gt;Busca-se a Felicidade.     &lt;br /&gt;Todo o mundo clama por ela.     &lt;br /&gt;As brisas sussurram,     &lt;br /&gt;As procelas rugem ameaças,     &lt;br /&gt;Mas o homem procura ser feliz.     &lt;br /&gt;Nas coisas passageiras,     &lt;br /&gt;Nas coisas transitórias,     &lt;br /&gt;Naquilo que podem tocar e ver,     &lt;br /&gt;E geme e lamenta a perda de sua felicidade,     &lt;br /&gt;Como a criança chora     &lt;br /&gt;A boneca quebrada.     &lt;br /&gt;Porque sua felicidade, como a tenra folha, murcha e morre.     &lt;br /&gt;Investiga suas esperanças,     &lt;br /&gt;Seus anseios,     &lt;br /&gt;Seus desejos,     &lt;br /&gt;Seu egoísmo,     &lt;br /&gt;Suas disputas e zangas,     &lt;br /&gt;Seus títulos de nobreza,     &lt;br /&gt;Suas ambições,     &lt;br /&gt;Suas glórias,     &lt;br /&gt;Suas recompensas,     &lt;br /&gt;Suas distinções -     &lt;br /&gt;E encontrarás desilusão,     &lt;br /&gt;Vaidade,     &lt;br /&gt;Infelicidade.     &lt;br /&gt;Observa suas distinções de classes,     &lt;br /&gt;Suas distinções espirituais,     &lt;br /&gt;Suas limitações,     &lt;br /&gt;Sua vulnerabilidade,     &lt;br /&gt;Seus preceitos,     &lt;br /&gt;Seus afetos -     &lt;br /&gt;Encontrarás inconstância de propósitos,     &lt;br /&gt;Inconstância de felicidade.     &lt;br /&gt;Aonde quer que olhes,     &lt;br /&gt;Onde quer que andes,     &lt;br /&gt;Em qualquer clima que habites,     &lt;br /&gt;Há sofrimento, há dor,     &lt;br /&gt;Vácuos impreenchíveis,     &lt;br /&gt;Feridas abertas e doloridas,     &lt;br /&gt;Descobertas e expostas,     &lt;br /&gt;Ou cobertas com a armadura     &lt;br /&gt;De festivos folguedos.     &lt;br /&gt;Nenhum homem pode dizer:     &lt;br /&gt;“Minha felicidade é indestrutível”.     &lt;br /&gt;Em toda a parte há declínio e morte,     &lt;br /&gt;E a renovação da vida.     &lt;br /&gt;Assim são os que buscam a felicidade nas coisas transitórias -     &lt;br /&gt;Sua felicidade é coisa momentânea,     &lt;br /&gt;Como a borboleta que prova o mel de todas as flores     &lt;br /&gt;E, no mesmo dia,     &lt;br /&gt;Morre.     &lt;br /&gt;Como o deserto que recebe abundantes chuvas     &lt;br /&gt;Mas permanece terra desolada e sem sombras,     &lt;br /&gt;Assim é sua felicidade.     &lt;br /&gt;Como as areias do mar são suas ações     &lt;br /&gt;Na busca da Felicidade.     &lt;br /&gt;Como a árvore velha e possante,     &lt;br /&gt;Sobranceira às outras, ao céu se eleva,     &lt;br /&gt;Mas sucumbe aos golpes do machado,     &lt;br /&gt;Assim é sua felicidade.     &lt;br /&gt;Felicidade buscam     &lt;br /&gt;No que é transitório,     &lt;br /&gt;Fugidio,     &lt;br /&gt;Objetivo,     &lt;br /&gt;E não a encontram.     &lt;br /&gt;Assim é sua felicidade, que logo se acaba sem satisfazer.     &lt;br /&gt;Pode-se cultivar em areia a árvore da Felicidade?     &lt;br /&gt;A Felicidade que nunca se gasta,     &lt;br /&gt;Que cresce com a ação,     &lt;br /&gt;Que aumenta com o sentimento,     &lt;br /&gt;Que nasce da Verdade,     &lt;br /&gt;Que jamais declina,     &lt;br /&gt;Que não conhece nem fim,     &lt;br /&gt;Que é livre,     &lt;br /&gt;A Felicidade Eterna     &lt;br /&gt;Que eles jamais provaram.     &lt;br /&gt;Felicidade     &lt;br /&gt;Que não conhece solidão,     &lt;br /&gt;Que é certeza imensa,     &lt;br /&gt;Que é desapego,     &lt;br /&gt;Que é amor impessoal     &lt;br /&gt;Que é livre de preconceitos,     &lt;br /&gt;Que não depende de tradição,     &lt;br /&gt;De autoridade,     &lt;br /&gt;De superstições,     &lt;br /&gt;De nenhuma religião,     &lt;br /&gt;A Felicidade não subordinada a outrem,     &lt;br /&gt;nenhum sacerdote,     &lt;br /&gt;Nenhuma seita,     &lt;br /&gt;Que não necessita de títulos,     &lt;br /&gt;Que a nenhuma lei está sujeita,     &lt;br /&gt;Que não pode ser abalada por nenhum Deus ou homem,     &lt;br /&gt;Que é solitária e tudo abarca,     &lt;br /&gt;Que sopra das montanhas nevadas,     &lt;br /&gt;Que sopra do deserto adusto,     &lt;br /&gt;Que arde,     &lt;br /&gt;Que cura,     &lt;br /&gt;Que destrói,     &lt;br /&gt;Que cria,     &lt;br /&gt;Que se alegra na solidão e na multidão,     &lt;br /&gt;Que preenche a alma para toda a Eternidade,     &lt;br /&gt;Que é Deus,     &lt;br /&gt;Que é esposa, a mãe,     &lt;br /&gt;marido, o pai,     &lt;br /&gt;O filho.     &lt;br /&gt;Que de nenhuma classe é,     &lt;br /&gt;Porém da divina aristocracia,     &lt;br /&gt;Que é a suma purificação,     &lt;br /&gt;Que é sua própria filosofia,     &lt;br /&gt;Vasta como os mares,     &lt;br /&gt;Ampla como os céus,     &lt;br /&gt;Profunda como o lago,     &lt;br /&gt;Tranqüila como o vale silencioso,     &lt;br /&gt;Serena como a montanha,     &lt;br /&gt;Livre da sombra da morte,     &lt;br /&gt;Da limitação do nascer,     &lt;br /&gt;Que é a consumação de todos os desejos,     &lt;br /&gt;A suma Finalidade,     &lt;br /&gt;A fonte de toda existência,     &lt;br /&gt;O poço cujas águas nutrem os mundos,     &lt;br /&gt;O êxtase, a alegria de nosso ser,     &lt;br /&gt;Que dá o divino descontentamento,     &lt;br /&gt;Que nasce da Eternidade,     &lt;br /&gt;Que é a destruição do ego,     &lt;br /&gt;O reservatório da Sabedoria,     &lt;br /&gt;Que torna outros felizes,     &lt;br /&gt;Que tem domínio sobre todas as coisas -     &lt;br /&gt;Porque de outrem recebestes tua nutrição     &lt;br /&gt;Ensinado foste pelos lábios de outrem,     &lt;br /&gt;Aprendeste a tirar tua força de outrem,     &lt;br /&gt;Que tua felicidade depende de outrem,     &lt;br /&gt;A sabedoria da boca de outrem,     &lt;br /&gt;Que a Verdade só é alcançável através de outrem,     &lt;br /&gt;Ensinaram-te a adorar o Deus de outrem,     &lt;br /&gt;A prostrar-te ante o altar de outrem,     &lt;br /&gt;Disciplinar-te sob a autoridade de outrem,     &lt;br /&gt;Moldar-te segundo o modelo de outrem,     &lt;br /&gt;Crescer sob a proteção de outrem,     &lt;br /&gt;Ouvir com os ouvidos de outrem,     &lt;br /&gt;A basear tuas opiniões nas de outrem,     &lt;br /&gt;Ouvir com os ouvidos de outrem,     &lt;br /&gt;Sentir com o coração de outrem,     &lt;br /&gt;Pensar com a mente de outrem.     &lt;br /&gt;Nutrido fostes do estímulo das coisas transitórias,     &lt;br /&gt;Do alimento que nunca satisfaz,     &lt;br /&gt;Do saber que desaparece, da luta.     &lt;br /&gt;Nutrido foste pelas mãos dos satisfeitos,     &lt;br /&gt;Com o que é falso e efêmero.     &lt;br /&gt;Foste nutrido pelas leis, pelos governos, pelas filosofias,     &lt;br /&gt;Dirigido, impelido e influenciado,     &lt;br /&gt;Abrigado foste na sombra     &lt;br /&gt;Que a todo instante muda,     &lt;br /&gt;Nutrido de falsa verdades e falsos deuses,     &lt;br /&gt;Estimulado por falsos desejos,     &lt;br /&gt;Alimentado de falsas ambições,     &lt;br /&gt;Sustentado com os frutos da terra,     &lt;br /&gt;Ó mundo!     &lt;br /&gt;Ensinaram-te a buscar a Verdade no que é passageiro     &lt;br /&gt;E te nutriste de coisas transitórias;     &lt;br /&gt;Nesta jamais encontrarás a Felicidade     &lt;br /&gt;Pela qual tua alma anseia e sofre.     &lt;br /&gt;Mas,     &lt;br /&gt;Como um mergulhador que desce ao fundo do mar,     &lt;br /&gt;Em busca da pérola,     &lt;br /&gt;Arriscando a vida pelo gozo transitório,     &lt;br /&gt;Deves tu também penetrar fundo em ti mesmo,     &lt;br /&gt;Em busca da Eternidade.     &lt;br /&gt;Como o audaz alpinista, que escala e conquista os altos cumes,     &lt;br /&gt;vertiginosa     &lt;br /&gt;De onde todas as coisas são vistas em suas verdadeiras proporções.     &lt;br /&gt;Como o lótus que, rompendo o lodo, ao céu se eleva,     &lt;br /&gt;Deves tu também arredar todas as coisas transitórias,     &lt;br /&gt;Se queres descobrir aquele Reino da Felicidade.     &lt;br /&gt;Como a árvore majestosa, cuja força depende de suas raízes     &lt;br /&gt;E alegremente enfrenta os vendavais,     &lt;br /&gt;Deves tu também assentar profundamente em ti mesmo     &lt;br /&gt;Tua força oculta,     &lt;br /&gt;Para enfrentar as vicissitudes do mundo.     &lt;br /&gt;Como a rápida corrente conhece a sua nascente,     &lt;br /&gt;Deves tu também conhecer teu próprio ser.     &lt;br /&gt;Como manso lago azul de ignota profundidade,     &lt;br /&gt;Deve ser insondável a tua profundeza.     &lt;br /&gt;Como o mar encerra uma multidão de seres vivos,     &lt;br /&gt;Em ti jazem ocultos segredos de todos os mundos.     &lt;br /&gt;Como na encosta da montanha,     &lt;br /&gt;Em altitudes várias, diferentes flores crescem,     &lt;br /&gt;Assim também em ti existem     &lt;br /&gt;Gradações de beleza.     &lt;br /&gt;Como a terra em seu seio abriga     &lt;br /&gt;Tesouros que o homem jamais viu,     &lt;br /&gt;Em ti jazem ocultos ignorados segredos.     &lt;br /&gt;Como a imensa e inesgotável força dos ventos,     &lt;br /&gt;Em ti reside imensa e inesquecível energia.     &lt;br /&gt;Como os cumes das montanhas alegrados ao sol,     &lt;br /&gt;Deves tu exultar     &lt;br /&gt;Na Luz do conhecimento de ti mesmo.     &lt;br /&gt;Como a trilha tortuosa da montanha descortina a cada instante vistas novas,     &lt;br /&gt;Assim também em ti há uma revelação constante.     &lt;br /&gt;Como a estrela remota a cintilar em noite escura,     &lt;br /&gt;É aquele que descobriu a si próprio.     &lt;br /&gt;Só em ti se encontra Deus, pois outro Deus não existe,     &lt;br /&gt;És o Deus que todas as religiões e nações adoram,     &lt;br /&gt;Só em ti há alegria, êxtase, energia e força,     &lt;br /&gt;Só em ti existe o poder de crescer, mudar, alterar,     &lt;br /&gt;Só em ti se encontram acumuladas as experiências de muitas idades,     &lt;br /&gt;Só em ti, a fonte de todas as coisas -     &lt;br /&gt;Amor, ódio, ciúme, medo, furor e brandura -     &lt;br /&gt;Só em ti se encerra o poder de criar e destruir,     &lt;br /&gt;Só em ti, o começo de todo pensamento, sentimento e ação.     &lt;br /&gt;Só em ti reside a nobreza,     &lt;br /&gt;Só em ti não há solidão.     &lt;br /&gt;De todas as coisas és senhor,     &lt;br /&gt;De todas as coisas, a fonte.     &lt;br /&gt;Só em ti reside o poder de fazer bem e fazer o mal,     &lt;br /&gt;Só em ti, o poder de criar o Céu e o Inferno,     &lt;br /&gt;Só em ti, o poder de reger o futuro e o presente.     &lt;br /&gt;És senhor do Tempo,     &lt;br /&gt;Só em ti está o Reino da Felicidade,     &lt;br /&gt;Só em ti se encontra a Verdade Eterna,     &lt;br /&gt;Só em ti existe a fonte inesgotável do amor.     &lt;br /&gt;Ó mundo,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer todos os segredos,     &lt;br /&gt;Os tesouros de muitas idades,     &lt;br /&gt;As experiências de muitos séculos,     &lt;br /&gt;A força acumulada de muitas gerações,     &lt;br /&gt;O pensamento do passado,     &lt;br /&gt;Os êxtases e alegrias, as tristezas e dores de passadas eras,     &lt;br /&gt;E as grandes e fúteis ações das muitas vidas que para trás deixaste,     &lt;br /&gt;Os séculos de incerteza e de dúvida,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer o futuro imenso,     &lt;br /&gt;A jubilosa ascensão a sublimes alturas.     &lt;br /&gt;A aventura do bem e do mal,     &lt;br /&gt;O produto de todo pensamento, de todos os sentimentos e ações,     &lt;br /&gt;Das diversas vidas, passadas e futuras,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer teus ódios, teus ciúmes,     &lt;br /&gt;Tuas agonias, teus prazeres e dores,     &lt;br /&gt;Teu amor extático, teu ditoso enlevo,     &lt;br /&gt;Tua ardente devoção, teu borbulhante entusiasmo,     &lt;br /&gt;Teu eficiente zelo, teu culto doloroso,     &lt;br /&gt;Tua incontida adoração,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer o perdurável,     &lt;br /&gt;O eterno, o indestrutível,     &lt;br /&gt;A Divindade, a Imortalidade,     &lt;br /&gt;A Sabedoria, que é o tesouro do Céu,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer o eterno Reino da Felicidade,     &lt;br /&gt;A Beleza que nunca se desvanece ou declina,     &lt;br /&gt;Se queres conhecer a Verdade imperecível e única -     &lt;br /&gt;Então ó mundo,     &lt;br /&gt;Perscruta tuas próprias profundezas     &lt;br /&gt;Com olhos límpidos - se queres perceber todas as coisas.     &lt;br /&gt;Como o lago tranqüilo que reflete o céu,     &lt;br /&gt;Assim deverão todas as coisas em ti se refletir.     &lt;br /&gt;Como a flor que desabrocha à branda luz do sol     &lt;br /&gt;Deves tu te abrir, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Como a águia aos ares se alça incontida e livre,     &lt;br /&gt;Deves tu ascender, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Como o rio desce alegre para o mar,     &lt;br /&gt;Deves tu alegrar-te, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;À montanha forte e pujante     &lt;br /&gt;Deves igualar-te, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Como a gema que cintila ao sol,     &lt;br /&gt;Deves tu cintilar, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Como a mãe que o filho aconchega com terna afeição,     &lt;br /&gt;Assim deves ser, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Como os ventos são livres, e nada os entrava,     &lt;br /&gt;Assim deves ser, se te queres conhecer.     &lt;br /&gt;Se de todas as coisas queres provar,     &lt;br /&gt;Ó mundo,     &lt;br /&gt;E comigo entrar no Reino da Felicidade,     &lt;br /&gt;Livra-te deste veneno que corrompe a Verdade -     &lt;br /&gt;O preconceito.     &lt;br /&gt;Porque és imenso em teus preconceitos,     &lt;br /&gt;Tanto velhos como novos.     &lt;br /&gt;Livra-te da estreiteza de tuas tradições,     &lt;br /&gt;Convenções, hábitos, sentimentos e pensamentos,     &lt;br /&gt;Da estreiteza de tua religião, de teu culto e adoração,     &lt;br /&gt;De teu nacionalismo,     &lt;br /&gt;De teu lar e teu sentimento de posse,     &lt;br /&gt;De teu amor, de tua amizade,     &lt;br /&gt;De teu Deus e da maneira de o venerares,     &lt;br /&gt;De tua concepção da beleza,     &lt;br /&gt;De tuas ocupações e deveres,     &lt;br /&gt;De teus feitos e glórias;     &lt;br /&gt;Da estreiteza de tuas recompensas e punições,     &lt;br /&gt;De teus desejos, ambições e fins,     &lt;br /&gt;De teus anseios e satisfações,     &lt;br /&gt;De teus contentamentos e descontentamentos,     &lt;br /&gt;De tuas lutas e vitórias,     &lt;br /&gt;Da tua ignorância e de teu saber,     &lt;br /&gt;De tuas doutrinas e leis,     &lt;br /&gt;De tuas idéias e opiniões -     &lt;br /&gt;De tudo isso - livra-te!     &lt;br /&gt;O preconceito é como a sombra     &lt;br /&gt;No flanco da montanha,     &lt;br /&gt;Como a nuvem negra     &lt;br /&gt;No céu límpido,     &lt;br /&gt;Como a rosa que murchou     &lt;br /&gt;E já não deleita o mundo,     &lt;br /&gt;Como a praga que destrói     &lt;br /&gt;A seiva que amadurece o fruto.     &lt;br /&gt;Como a ave que se perdeu     &lt;br /&gt;O vigor de suas asas,     &lt;br /&gt;Como o homem que não tem ouvidos     &lt;br /&gt;E é surdo para a música melodiosa,     &lt;br /&gt;Como o homem que não tem olhos     &lt;br /&gt;E é cego para o esplendor do crepúsculo,     &lt;br /&gt;Como as sensações deleitosas     &lt;br /&gt;Para o homem sem vigor.     &lt;br /&gt;O preconceito é como o lago agitado,     &lt;br /&gt;Que não reflete a beleza do céu,     &lt;br /&gt;Como a rocha nua da montanha,     &lt;br /&gt;Como a terra árida de uma região sem sombras,     &lt;br /&gt;Como o leito seco do rio,     &lt;br /&gt;Há muitos verões privado do frescor das águas,     &lt;br /&gt;Como a árvore     &lt;br /&gt;Que perdeu a felicidade de seu verdor,     &lt;br /&gt;Como a mulher estéril,     &lt;br /&gt;Como o sopro do inverno     &lt;br /&gt;Que mirra todas as coisas,     &lt;br /&gt;Como a sombra da morte     &lt;br /&gt;Sobre uma fértil região.     &lt;br /&gt;O preconceito é mau,     &lt;br /&gt;Corruptor do mundo,     &lt;br /&gt;Destruidor do belo,     &lt;br /&gt;Raiz de todas as desditas,     &lt;br /&gt;Medra na ignorância,     &lt;br /&gt;É um estado de total escuridão, impenetrável à luz.     &lt;br /&gt;É abominação,     &lt;br /&gt;Pecado contra a Verdade.     &lt;br /&gt;Se te queres conhecer,     &lt;br /&gt;Livra-te dessa erva daninha que te enleia,     &lt;br /&gt;Te sufoca,     &lt;br /&gt;Te destrói a visão,     &lt;br /&gt;Te mata a afeição,     &lt;br /&gt;Te tolhe o pensamento.     &lt;br /&gt;Quando livre fores, sem peias,     &lt;br /&gt;Teu corpo bem controlado, sem tensão nenhuma,     &lt;br /&gt;Teus olhos capazes de todas as coisas perceber em sua pura nudez,     &lt;br /&gt;Teu coração sereno e rico de afeição,     &lt;br /&gt;Tua mente bem equilibrada,     &lt;br /&gt;Então, ó mundo,     &lt;br /&gt;Os portões daquele Jardim,     &lt;br /&gt;Do Reino da Felicidade,     &lt;br /&gt;Estarão abertos.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;-V -    &lt;br /&gt;Desde o começo dos tempos,     &lt;br /&gt;Desde a origens da Terra,     &lt;br /&gt;Eu conhecia     &lt;br /&gt;O Destino de todas as coisas.     &lt;br /&gt;Como o impetuoso rio conhece     &lt;br /&gt;Desde sua nascente,     &lt;br /&gt;O alvo de sua longa jornada,     &lt;br /&gt;Ainda que percorra muitas terras,     &lt;br /&gt;Assim também eu conhecia     &lt;br /&gt;A meta.     &lt;br /&gt;Como na estação do Inverno     &lt;br /&gt;A árvore nua conhece     &lt;br /&gt;As alegrias da vindoura Primavera,     &lt;br /&gt;Assim também eu conhecia     &lt;br /&gt;A meta.     &lt;br /&gt;Longamente peregrinei     &lt;br /&gt;Através de muitas vidas,     &lt;br /&gt;Por muitas terras,     &lt;br /&gt;Entre muitos povos,     &lt;br /&gt;Em busca daquela meta     &lt;br /&gt;Que eu conhecia.     &lt;br /&gt;Como as águas estagnadas     &lt;br /&gt;Se purificam     &lt;br /&gt;Com a vinda das chuvas,     &lt;br /&gt;Assim também eu ficara     &lt;br /&gt;Inerte     &lt;br /&gt;Até que a tormenta das lágrimas     &lt;br /&gt;Me veio purificar.     &lt;br /&gt;Carreguei o pesado fardo     &lt;br /&gt;De muitas posses,     &lt;br /&gt;Das riquezas do mundo,     &lt;br /&gt;Dos confortos que fazem a estagnação.     &lt;br /&gt;Regalei-me     &lt;br /&gt;Das delícias da abundância,     &lt;br /&gt;Até que a tormenta das lágrimas     &lt;br /&gt;Lavou-me o orgulho da riqueza.     &lt;br /&gt;E como as terras do deserto,     &lt;br /&gt;Sem sombras,     &lt;br /&gt;Assim se tornou minha vida.     &lt;br /&gt;me ante os altares     &lt;br /&gt;Dos santuários que encontrei à margem da estrada;     &lt;br /&gt;Seus Deuses me recusaram     &lt;br /&gt;A meta que eu conhecia.     &lt;br /&gt;Seus sacerdotes me cativaram     &lt;br /&gt;Com a magia de suas palavras,     &lt;br /&gt;A embriaguez de seu incenso.     &lt;br /&gt;Abrigado nas sombras, entre as paredes do templo,     &lt;br /&gt;Na treva permaneci,     &lt;br /&gt;A implorar aquela meta     &lt;br /&gt;Que eu conhecia.     &lt;br /&gt;E, então, de novo,     &lt;br /&gt;O turbilhão da dor     &lt;br /&gt;Jogou-me para a estrada.     &lt;br /&gt;Criei filosofias e credos,     &lt;br /&gt;Complicadas teorias da vida,     &lt;br /&gt;Estranhei-me     &lt;br /&gt;Das criações intelectuais do homem,     &lt;br /&gt;Com elas me engrandeci em arrogância.     &lt;br /&gt;E, tão súbito     &lt;br /&gt;Como a tempestade desaba,     &lt;br /&gt;Vi-me nu,     &lt;br /&gt;Esmagado pela agonia     &lt;br /&gt;Das coisas transitórias.     &lt;br /&gt;Grande era o meu amor,     &lt;br /&gt;Grande a satisfação que me dava,     &lt;br /&gt;Eu cantava,     &lt;br /&gt;Eu dançava,     &lt;br /&gt;No êxtase de meu amor,     &lt;br /&gt;Mas, assim como a tenra rosa     &lt;br /&gt;Emurchece     &lt;br /&gt;Em pleno verão,     &lt;br /&gt;Assim meu amor mirrou     &lt;br /&gt;Em pleno folguedo.     &lt;br /&gt;Fiquei vazio como o amplo céu,     &lt;br /&gt;Implorando a meta     &lt;br /&gt;Que eu conhecia.     &lt;br /&gt;A tudo renunciando,     &lt;br /&gt;Nu como estava,     &lt;br /&gt;Retirei-me do mundo dos prazeres,     &lt;br /&gt;Para a solidão.     &lt;br /&gt;À sombra das grandes árvores,     &lt;br /&gt;No recolhimento do vale silencioso,     &lt;br /&gt;Busquei a meta     &lt;br /&gt;Que minha alma implorava,     &lt;br /&gt;A meta que eu conhecera     &lt;br /&gt;Através dos tempos.     &lt;br /&gt;Como a flor dorme de noite,     &lt;br /&gt;Reservando sua glória     &lt;br /&gt;Para as alegrias da manhã,     &lt;br /&gt;Assim, reunindo minhas forças,     &lt;br /&gt;Penetrei fundo     &lt;br /&gt;Nos arcanos de meu coração,     &lt;br /&gt;Para fruir as alegrias do descobrimento.     &lt;br /&gt;E como o homem que a luz mostra     &lt;br /&gt;No fim de extenso túnel,     &lt;br /&gt;Assim eu divisei     &lt;br /&gt;O alvo de minha busca,     &lt;br /&gt;A meta que eu conhecia.     &lt;br /&gt;Como o construtor dispõe     &lt;br /&gt;Tijolo sobre tijolo,     &lt;br /&gt;Para o edifício de seus sonhos,     &lt;br /&gt;Assim, desde a antigüidade,     &lt;br /&gt;Desde as origens da Terra,     &lt;br /&gt;Eu reuni     &lt;br /&gt;Os resíduos da experiência     &lt;br /&gt;De vidas sucessivas,     &lt;br /&gt;Para a consumação     &lt;br /&gt;Dos anelos de meu coração.     &lt;br /&gt;Olha!     &lt;br /&gt;Minha casa está pronta e bem abastecida,     &lt;br /&gt;E agora sou livre     &lt;br /&gt;Para iniciar a viagem.     &lt;br /&gt;Como o rio potente conhece     &lt;br /&gt;Desde sua nascente     &lt;br /&gt;A meta de sua longa jornada,     &lt;br /&gt;Eu também conhecia     &lt;br /&gt;A meta.     &lt;br /&gt;Assim como em tempo de Inverno     &lt;br /&gt;A árvore desnuda     &lt;br /&gt;Conhece as alegrias da vindoura Primavera,     &lt;br /&gt;Eu também conhecia     &lt;br /&gt;A meta.     &lt;br /&gt;Desde a mais remota antigüidade,     &lt;br /&gt;Desde as origens da Terra,     &lt;br /&gt;Eu conhecia     &lt;br /&gt;A meta final de todas as coisas.     &lt;br /&gt;Olha!     &lt;br /&gt;É chegada a hora,     &lt;br /&gt;A hora que eu aguardava,     &lt;br /&gt;Liberto estou     &lt;br /&gt;Da vida e da morte.     &lt;br /&gt;Tristeza e prazer já me não visitam,     &lt;br /&gt;Liberto estou do apego na afeição,     &lt;br /&gt;Emancipado do mito dos Deuses.     &lt;br /&gt;Como o luar claro e sereno     &lt;br /&gt;Da estação das colheitas,     &lt;br /&gt;Assim sou     &lt;br /&gt;Na minha Libertação.     &lt;br /&gt;Simples como a tenra folha -     &lt;br /&gt;Pois em mim tenho guardados     &lt;br /&gt;Muitos Invernos e muitas Primaveras.     &lt;br /&gt;Como a gota de orvalho é filha do mar,     &lt;br /&gt;Assim também nasci     &lt;br /&gt;No oceano da Libertação.     &lt;br /&gt;Como o rio misterioso     &lt;br /&gt;Que no largo mar se lança,     &lt;br /&gt;Adentro me lancei     &lt;br /&gt;No mundo da Libertação:     &lt;br /&gt;A meta que eu conhecia.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2775696520437504502?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2775696520437504502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/poema-busca-de-jiddu-krishnamurti.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2775696520437504502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2775696520437504502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/poema-busca-de-jiddu-krishnamurti.html' title='Poema “A Busca” de Jiddu Krishnamurti'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SkEnF_LgPHI/AAAAAAAAARU/_uginZib-WE/s72-c/Krishnamurti_thumb6.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5972623089490477838</id><published>2009-06-04T13:38:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:35:17.785-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='William Dietrich - A Chave de Roseta'/><title type='text'>A Chave de Roseta</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4jhn2bSI/AAAAAAAAARI/JSzynZRSlfs/s1600-h/thumbnail.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="thumbnail" border="0" alt="thumbnail" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4kkFMFbI/AAAAAAAAARM/4tf855EkOMk/thumbnail_thumb.jpg?imgmax=800" width="164" height="236" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por William Dietrich&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura Americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Unicórnio Azul, 2008, 400 págs&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse da Contra Capa&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em &lt;i&gt;As Pirâmides de Napoleão&lt;/i&gt;, Ethan Gage solucionou, com a ajuda de um misterioso medalhão, um enigma de cinco mil anos. Agora, Gage se vê lançado à Terra Santa numa obstinada busca por um antiquíssimo texto egípcio impregnado de magia, ao mesmo tempo que Napoleão desfecha sua invasão da Palestina (1799), cujo clímax será o épico cerco de Acre. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois, indo no encalço do general francês até Paris (onde Napoleão nutre a esperança de que os segredos da Antiguidade o elevem ao poder), o astuto e inventivo Gage confronta velhos inimigos com a ajuda de novos e surpreendentes amigos e precisa usar de sagacidade, humor, valentia e uma preciosa cifra arqueológica para evitar que forças sombrias assumam o controle do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-5972623089490477838?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/5972623089490477838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/chave-de-roseta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5972623089490477838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/5972623089490477838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/chave-de-roseta.html' title='A Chave de Roseta'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4kkFMFbI/AAAAAAAAARM/4tf855EkOMk/s72-c/thumbnail_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-1304132299951350424</id><published>2009-06-04T13:37:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:36:22.948-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='William Dietrich - As Pirâmides de Napoleâo'/><title type='text'>As Pirâmides de Napoleão</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160; &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4WPhKISI/AAAAAAAAARA/cuvs5Ags8tM/s1600-h/untitled.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4Yh2zv8I/AAAAAAAAARE/jAznrXCev1Q/untitled_thumb.png?imgmax=800" width="164" height="234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por William Dietrich&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 2008&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura Americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Unicórnio Azul, 2007, 364 págs&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse da Contra Capa&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um antigo medalhão cai nas mãos de um aventureiro norte-americano. Desperta a ganância de uma ramificação herege da Maçonaria, cruza o caminho do então general Napoleão Bonaparte e aguça seu desejo de conquistar o misterioso Egito e desvendar o segredo das enigmáticas pirâmides. Porém, nada é o que parece ser neste romance histórico épico e imperdível.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com muita habilidade, precisão histórica e talento nato para o mistério, o autor William Dietrich leva o leitor para um passeio pelo Egito Antigo e pela expedição francesa, que depôs o governo dos mamelucos, além de dar início aos maiores estudos da egiptologia no mundo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A obra reconstrói toda a campanha de Bonaparte, contada sob olhar de bon vivant Ethan Gage, um antigo discípulo de Benjamin Franklin e exímio atirador. Herói por acidente, o personagem vai fundo no estudo dos deuses e costumes egípcios para encontrar o verdadeiro significado do medalhão, que foi roubado por Cagliostro, mas pode ter pertencido à própria Cleópatra...    &lt;br /&gt;... alguns dizem que ele é amaldiçoado!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a title="http://www.williamdietrich.com/williamdietrich.htm" href="http://www.williamdietrich.com/williamdietrich.htm"&gt;http://www.williamdietrich.com/williamdietrich.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-1304132299951350424?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/1304132299951350424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/as-piramides-de-napoleao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1304132299951350424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/1304132299951350424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/06/as-piramides-de-napoleao.html' title='As Pirâmides de Napoleão'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sif4Yh2zv8I/AAAAAAAAARE/jAznrXCev1Q/s72-c/untitled_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8153720117283727939</id><published>2009-05-11T20:56:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:37:20.083-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Milan Kundera - A Insustentável Leveza do Ser'/><title type='text'>A Insustentável Leveza do ser</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sgi7OTXhJPI/AAAAAAAAAQw/HcSiQa7FAjY/s1600-h/img1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="img" border="0" alt="img" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sgi7Pcu1GMI/AAAAAAAAAQ0/M_izcSttu3E/img_thumb.jpg?imgmax=800" width="165" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Milan Kundera(1929-&amp;#160; )&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1984&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura Tcheca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Nova Fronteira, 1985, 314 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução da edição francesa &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Teresa B. Carvalho da Fonseca&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sgi7P6b4dAI/AAAAAAAAAQ4/NnznF64cVuU/s1600-h/Kundera%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Kundera" border="0" alt="Kundera" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sgi7Q0-3ogI/AAAAAAAAAQ8/niiUDSCy-dI/Kundera_thumb.jpg?imgmax=800" width="138" height="169" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt;&amp;#160; Milan Kundera (1 de abril de 1929, Brno, Tchecoslováquia) foi membro do partido comunista e envolveu-se, assim como outros artistas, na Primavera de Praga de 1968. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Seus livros foram proibidos de serem publicados em seu país , apenas em 2006 foi lançado na República Tcheca o seu livro mais famoso - “A Insustentável Leveza do Ser”. Vive na França desde 1975, tornando-se cidadão francês em 1980.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é um livro sobre a dualidade da vida, um romance sobre os modos de se viver, onde o autor consegue de forma original confrontar o peso com a leveza, nos fazendo refletir sobre cada ato de nossa existência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Logo no inicio é exposta a idéia de Nietzsche sobre o eterno retorno, pensamento complexo que sintetizado em poucas palavras expressa a seguinte idéia – Se você tivesse que viver a vida, exatamente da mesma forma que vive, eternamente sem mudar nada, valeria a pena? Você está satisfeito com os seus atos, com as suas escolhas, a ponto de escolher viver de modo exatamente igual inúmeras vezes? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ambientado em Praga e em Viena no ano de 1968, durante a invasão da Tchecoslováquia pelo exército russo, narra as relações entre quatro personagens: Tomas, Tereza, Sabina e Franz, que têm suas vidas alteradas pelas relações e escolhas que fazem ao longo da vida. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Romance que deve ser lido por todos, pois Kundera com seu singular modo de escrever, consegue mesclar questões filosóficas com um texto muito bem escrito, cheio de humor, erotismo e relatos políticos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8153720117283727939?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8153720117283727939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/05/insustentavel-leveza-do-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8153720117283727939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8153720117283727939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/05/insustentavel-leveza-do-ser.html' title='A Insustentável Leveza do ser'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sgi7Pcu1GMI/AAAAAAAAAQ0/M_izcSttu3E/s72-c/img_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2978602916635291476</id><published>2009-04-18T02:27:00.000-03:00</published><updated>2009-09-18T01:49:38.893-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artistas Desconhecidos'/><title type='text'>Artistas Desconhecidos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Não se deve julgar os homens pela fisionomia, mas sim submetendo-os a provações.&amp;quot; (Napoleão Bonaparte)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta frase cai perfeitamente bem&amp;#160; para programa “Britain’s Got Talent”, que vêm a cada dia descobrindo artistas, pessoas que a primeira vista causam incredulidade ao relatarem seus sonhos e vocações, mas que postas a prova causam verdadeiro rebuliço na platéia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segue abaixo dois exemplos de verdadeiros artistas, que por muito tempo ficaram no anonimato e que finalmente irão poder ocupar o lugar que merecem. Pessoas simples que passariam desapercebidas por quase todos, mas que possuem um talento fora do comum.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;(Não está sendo possível abrir os vídeos diretamente do blog, mas é só clicar novamente para que abra na página do YouTube.)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vale muito a pena ver!!!!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Paul Pots&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:c02e2502-9291-41b2-8f38-d06938b9044a" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="40b22ea7-0ca0-4139-9785-e26728163b31" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=egYaIL6hJBQ" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se0gYiOROFI/AAAAAAAAAeQ/UEi8ulGeSJY/video1243db66fbd5%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('40b22ea7-0ca0-4139-9785-e26728163b31'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egYaIL6hJBQ&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egYaIL6hJBQ&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Susan Boyle&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:6bedb33f-fe04-41a9-a22a-5c7fac1e8f6f" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="d0f67a55-587e-418c-8f89-67e6cb47f290" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se0gZi6zLTI/AAAAAAAAAeY/TzhDJ1T73xE/videof1eb643ab55c%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('d0f67a55-587e-418c-8f89-67e6cb47f290'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/j15caPf1FRk&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/j15caPf1FRk&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2978602916635291476?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2978602916635291476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/artistas-desconhecidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2978602916635291476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2978602916635291476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/artistas-desconhecidos.html' title='Artistas Desconhecidos'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se0gYiOROFI/AAAAAAAAAeQ/UEi8ulGeSJY/s72-c/video1243db66fbd5%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2330426865897402698</id><published>2009-04-17T00:12:00.000-03:00</published><updated>2009-07-27T20:38:18.407-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Clavell - Changi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Changi</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaR_BDg0tI/AAAAAAAAAL8/h0LcDw3Ys04/s1600-h/CHANGI_1233937589P%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="CHANGI_1233937589P" border="0" alt="CHANGI_1233937589P" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSA6Zp4QI/AAAAAAAAAMA/g7QYMwnfWsQ/CHANGI_1233937589P_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="161" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da Obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por James Clavell (1924 – 1994)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1962&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura inglesa&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Título Original: “King Rat”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Record, 1ªedição, 334 págs. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_Y9QLOe8I/AAAAAAAAAPw/cJtWtENLItU/s1600-h/450px-James_Clavell%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="450px-James_Clavell" border="0" alt="450px-James_Clavell" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_Y-TbKJ2I/AAAAAAAAAP0/Q4S9XvR9SNI/450px-James_Clavell_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="162" height="213" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Charles Edmund Dumaresq Clavell (Sydney, Austrália, 10 de outubro de 1924 - Vevey, Suíça, 7 de setembro de 1994) nasceu na Austrália, mas foi criado na Inglaterra e naturalizado americano, foi escritor e diretor de cinema. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a segunda guerra mundial serviu a Real Artilharia Britânica, foi capturado em 1942 pelos japonese na ilha de Java e internado no campo de prisioneiros de Changi em Cingapura, fato que influenciou toda a sua obra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dirigiu filmes famosos como “Ao Mestre, Com Carinho” de 1967 com Sidney Poitier e “A Mosca da Cabeça Branca” de 1958, refilmado como “A Mosca” na década de 80.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escreveu seis romances durante a sua carreira:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Changi (King Rat), 1962&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tai Pan, 1966&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Xógum (Shogun), 1975&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Casa Nobre (Noble House), 1981&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Turbilhão (Whirlwind), 1986&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gai Jin, 1993&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;James Clavell conta a história de um cabo americano, conhecido por todos simplesmente como “Rei”, que controla todo o “mercado negro” de produtos comercializáveis do campo de concentração japonês.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O “Rei” é apenas mais um entre os dez mil presos em Changi, mas que com suas astúcia consegue “dominar” seus companheiros e até mesmo os carcereiros, fazendo de tudo para se dar bem e aguentar este inferno.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Baseado na própria vivência do autor, que foi preso durante a guerra nesta prisão, este nos revela o dia a dia dos soldados&amp;#160; que lutam para sobreviver, aguardando o término do conflito entre as nações do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles2087BCE/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSBeC5PqI/AAAAAAAAAME/oRAkcKUn-pw/untitled_thumb4%5B2%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles2087BCE/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSBsM2XgI/AAAAAAAAAMI/XY7spxIoS50/untitled_thumb4%5B5%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles2087BCE/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSCDMEbbI/AAAAAAAAAMM/eSImuCBVr_A/untitled_thumb4%5B8%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles2087BCE/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSCg4bSRI/AAAAAAAAAMQ/EMqOw5ThrlU/untitled_thumb4%5B11%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles2087BCE/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSDONaS9I/AAAAAAAAAMU/ajJLeG0TV3Y/untitled_thumb4%5B14%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2330426865897402698?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2330426865897402698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/changi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2330426865897402698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2330426865897402698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/changi.html' title='Changi'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaSA6Zp4QI/AAAAAAAAAMA/g7QYMwnfWsQ/s72-c/CHANGI_1233937589P_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2807922749857347194</id><published>2009-04-16T01:45:00.002-03:00</published><updated>2009-07-27T20:48:28.057-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Viviane Mosé - Pensamento Chão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='2 - Poesia'/><title type='text'>Viviane Mosé - Poesia</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/See5UnIUuaI/AAAAAAAAAOY/NeVF7Wyq1AU/s1600-h/capa_pensamento_chico%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="capa_pensamento_chico" border="0" alt="capa_pensamento_chico" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/See5VELqsSI/AAAAAAAAAOc/vT5mXXGzr1k/capa_pensamento_chico_thumb.jpg?imgmax=800" width="160" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;(Pensamento Chão, Editora Record, 2007)&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;Seqüencia - “Poemas-Tempo”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;quem tem olhos para ver o tempo soprando sulcos na pele&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;soprando sulcos na pele soprando sulcos?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;o tempo anda riscando o meu rosto&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;com uma navalha fina&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;sem raiva nem rancor&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;o tempo riscou meu rosto &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;com calma&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(eu parei de lutar contra o tempo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ando exercendo instantes&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que ganhei presença)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que a vida anda passando a mão em mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a vida anda passando a mão em mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que a vida anda passando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a vida anda passando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que a vida anda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a vida anda em mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que há vida em mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a vida em mim anda passando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que a vida anda passando a mão em mim.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;e por falar em sexo quem anda me comendo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;é o tempo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;na verdade faz tempo que eu escondia&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;porque ele me pegava à força e por trás&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;se você tem que me comer&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;que seja com meu consentimento&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;e me olhando nos olhos&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;acho que ganhei o tempo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;de lá para cá ele tem sido bom comigo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;dizem que ando até remoçando&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Visite o site da autora: &lt;a href="http://www.vivianemose.com.br/"&gt;www.vivianemose.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2807922749857347194?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2807922749857347194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/viviane-mose-poesia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2807922749857347194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2807922749857347194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/viviane-mose-poesia.html' title='Viviane Mosé - Poesia'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/See5VELqsSI/AAAAAAAAAOc/vT5mXXGzr1k/s72-c/capa_pensamento_chico_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5504256188560370238</id><published>2009-04-15T00:59:00.001-03:00</published><updated>2009-09-11T22:38:46.170-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Viviane Mosé - Café Filosófico - Nietzsche'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5 - Filosofia'/><title type='text'>Café Filosófico - Nietzsche</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Viviane Mosé conduz este café filosófico exibido pela TV Cultura, que tem como tema um dos maiores filósofos do século XIX, Friedrich Nietzsche.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vale a pena assistir!!!!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Parte 1&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 361px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:c982841f-a186-476c-8d7d-b8173cfa21f5" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="a5617833-ced2-468d-ae44-c466e6513663" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7SQgWqm_Tyk" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Sqr7igNXjtI/AAAAAAAAAag/APTUVf9eskA/video8ef496372d89%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('a5617833-ced2-468d-ae44-c466e6513663'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;361\&amp;quot; height=\&amp;quot;301\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; 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 &lt;p&gt;Parte 4&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 344px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:dc5a3a8b-522c-4dba-a87f-641e3078291f" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="39259286-1b0f-430e-b3f8-6c72af05b966" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=mz8S584TmHo" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeVbnVLJM5I/AAAAAAAAAa0/PeYJfwvf1So/video1f9e343e45fd%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('39259286-1b0f-430e-b3f8-6c72af05b966'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;344\&amp;quot; height=\&amp;quot;288\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/mz8S584TmHo&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/mz8S584TmHo&amp;amp;hl=en\&amp;quot; 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 &lt;p&gt;Parte 7&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 335px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:b8eafb65-dcf9-4e4b-860f-ae2a86bed1eb" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="677c9790-0880-4610-af67-fa2d12d7da57" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fZGuNvy8Jes" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeVbpkGeEUI/AAAAAAAAAbM/yXYrqQIQWKA/videodf2be52cb015%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('677c9790-0880-4610-af67-fa2d12d7da57'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;335\&amp;quot; height=\&amp;quot;279\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/fZGuNvy8Jes&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/fZGuNvy8Jes&amp;amp;hl=en\&amp;quot; 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display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="13719089" border="0" alt="13719089" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuRns2STI/AAAAAAAAAJ0/iOxU-w-qHMg/13719089_thumb.jpg?imgmax=800" width="161" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Título Original: One Flew Over The Cuckoo's Nest&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Ken Kesey(1935-2001)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1962&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Record, 336págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_b3mqqAJI/AAAAAAAAAQA/Bj96PUJCiHk/s1600-h/Ken_Kesey_higher%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Ken_Kesey_higher" border="0" alt="Ken_Kesey_higher" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_b4qIorJI/AAAAAAAAAQE/kCQN3gDzld4/Ken_Kesey_higher_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="149" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; Ken Elton Kesey (La Junta, Colorado, EUA, 17 de setembro de 1935 - Eugene, Oregon, EUA, 10 de novembro de 2001 ) foi um artista importante dos anos 50 e 60, influenciando com suas idéias e movimentos a contracultura da época, ele dizia que era “muito novo para ser um beatnik e muito velho para ser um hippie”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Participou nos anos 50 como voluntario em um programa governamental secretamente financiado pela CIA, que estudava os efeitos das drogas psicoativas na busca de uma arma química. Anos depois ele brincava dizendo que o melhor ácido que tomou na vida foi financiado pelo governo dos EUA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Trabalhou por um tempo em um hospital psiquiátrico, convivendo com os pacientes e presenciando os tipos de tratamento aplicados, o que levou a escrever “Um Estranho no Ninho”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em um refúgio nas montanhas de São Francisco chamado La Junta, começou uma comunidade alternativa, onde faziam leituras de textos e poesias e se discutia e criava todo o tipo de arte, promoveu festas movidas a LSD, atraindo uma grande quantidade de pessoas para a cidade, o que a tornou muito famosa na época.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Kesey foi um dos responsáveis por tornar o LSD popular, apresentando a droga a mais gente que qualquer outro ícone dos anos 60, desencadeando o movimento psicodélico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;McMurphy é&amp;#160; um típico malandro, que para escapar da prisão finge ser louco e acaba internado em um hospício. Sua entrada acaba desestabilizando toda a ala psiquiátrica, controlada ditatorialmente pela enfermeira Ratched, a “Chefona”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem narra a história é o “Chefe”, um índio esquizofrênico que todos pensam ser surdo e mudo, que com a chegada de McMurphy começa a se libertar, nos levando por viagens através da mente humana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro foi escrito a partir das próprias experiências do autor, que trabalhou em um hospital psiquiátrico e foi voluntario como cobaia para experimentos da CIA sobre os efeitos do LSD na mente humana. Muitas passagens do livro foram escritas sob o efeito desta droga.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é um romance brilhante, recomendado a todos que se interessam pela psique, mostra como é a realidade de um sanatório e como são os efeitos dos tratamentos aplicados, nos fazendo refletir se realmente são os pacientes que devem ser considerados loucos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este foi um livro muito importante para a contracultura, influenciando o movimento Hippie.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles272E3A6/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuSPg64oI/AAAAAAAAAJ4/7zuPUunxjok/untitled_thumb42.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles272E3A6/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuSYgr2-I/AAAAAAAAAJ8/k8pzP0EFvbU/untitled_thumb45.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles272E3A6/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuS6VmZtI/AAAAAAAAAKA/vfTFxrX0AWA/untitled_thumb48.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles272E3A6/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuTMhORwI/AAAAAAAAAKE/KEiP68WW9FU/untitled_thumb411.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles272E3A6/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuThn71LI/AAAAAAAAAKI/KNfSIaAmoVU/untitled_thumb414.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-952946761341971627?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/952946761341971627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/um-estranho-no-ninho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/952946761341971627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/952946761341971627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/04/um-estranho-no-ninho.html' title='Um Estranho no Ninho'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeTuRns2STI/AAAAAAAAAJ0/iOxU-w-qHMg/s72-c/13719089_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-8817616328363996436</id><published>2009-03-24T01:38:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:40:11.176-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aldous Huxley - Admirável Mundo Novo'/><title type='text'>Admirável Mundo Novo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Schjpw9I2cI/AAAAAAAAAJE/OI5DL87EWg4/s1600-h/admiravel20sag_grd6.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="admiravel%20sag_grd" border="0" alt="admiravel%20sag_grd" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SchjqXEb-ZI/AAAAAAAAAJI/8ekAIcOpYjM/admiravel20sag_grd_thumb4.jpg?imgmax=800" width="154" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito por Aldous Huxley(1894-1963)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Publicado em 1932&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura inglesa &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editora Globo, 2001, 312 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Lino Vallandro e Vidal de Oliveira&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_cGcuf2tI/AAAAAAAAAQI/50rxd2bGkXs/s1600-h/aldous_huxley%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="aldous_huxley" border="0" alt="aldous_huxley" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_cHX0_8cI/AAAAAAAAAQM/CmQSpa1BQNI/aldous_huxley_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="154" height="180" /&gt;&lt;/a&gt; Aldous Leonard Huxley (Godalming, Inglaterra, 26 de Julho de 1894 — Los Angeles, EUA, 22 de Novembro de 1963) foi um grande escritor do século XX, além de ensaísta e roteirista. Membro de uma família de intelectuais, formou-se com honra em literatura inglesa pela Universidade de Oxford, onde conheceu Bertrand Russell e se tornou amigo de D. H. Lawrence.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Começou a ter problemas com a visão ainda adolescente, permanecendo quase cego por toda a vida. Viveu por um tempo na Itália na década de 20, presenciando o regime fascista de Mussolini, e em 1937 mudou-se para Los Angeles, trabalhando como um dos mais bem remunerados roteiristas de Hollywood.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fez uso da substancia mescalina, um alucinógeno extraído do cacto peiote,&amp;#160; narrando suas experiências em “As Portas da Percepção” (1954), livro que influenciou a cultura hippie e que forneceu a Jim Morrison inspiração para o nome de sua banda, The Doors. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escreveu 47 livros ao longo de sua vida, abordando temas como liberdade individual, tecnologia e política. Em 1959, foi agraciado pela Academia Americana de Artes e Letras com um prêmio por seus romances. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é um romance extraordinário, cujo o enredo se passa em 637 d.F. (depois de Ford), o primeiro empresário a utilizar o artifício conhecido como “linha de montagem”, e narra a forma de organização que a humanidade terá no futuro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O estado controla tudo e todos, os seres humanos são divididos em castas, cada uma responsável por uma atividade dentro da sociedade, os alfas no topo da pirâmide com o controle administrativo, os ípsilons na base com as tarefas mais sórdidas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Todos são criados em laboratório, em uma “linha de montagem”, cada lote recebendo as características pré-determinadas para a função que irão exercer durante a vida, os alfas: altos, belos e inteligentes, os ípsilons: baixos, feios e com capacidade de realizar uma única função.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma sociedade onde família, monogamia, privacidade e pensamento criativo constituem crime, na qual pensamentos de “pai” e “mãe” são meramente históricos, relacionamentos emocionais intensos ou prolongados são proibidos e considerados anormais, onde a promiscuidade é moralmente obrigatória e a higiene um valor supremo, uma vida baseada na dose diária da droga “soma”,o segredo da felicidade eterna.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em meio a toda esta “perfeição” vive Bernard Marx, um alfa que&amp;#160; tem uma infelicidade doentia, acalentando um desejo não natural por solidão, não vendo mais graça nos prazeres infinitos da promiscuidade compulsória, um questionador do sistema, que vai buscar em uma reserva selvagem, um dos poucos lugares onde a vida antiga “imperfeita” ainda subsiste, resposta para as suas dúvidas existenciais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles29B7932/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SchjrCXHU1I/AAAAAAAAAJM/U0JtkenaHiI/untitled_thumb42.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles29B7932/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SchjsMt4CuI/AAAAAAAAAJQ/SHauudoz0Q0/untitled_thumb45.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles29B7932/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Schjsn0dmRI/AAAAAAAAAJU/BPvKUz0t5_I/untitled_thumb48.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles29B7932/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Schjtf-xnSI/AAAAAAAAAJY/7ocxqXE9uA0/untitled_thumb411.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles29B7932/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Schjtm4PmCI/AAAAAAAAAJc/NEjz1PqpiqY/untitled_thumb414.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-8817616328363996436?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/8817616328363996436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/admiravel-mundo-novo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8817616328363996436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/8817616328363996436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/admiravel-mundo-novo.html' title='Admirável Mundo Novo'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SchjqXEb-ZI/AAAAAAAAAJI/8ekAIcOpYjM/s72-c/admiravel20sag_grd_thumb4.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-3056147704660492467</id><published>2009-03-22T21:39:00.001-03:00</published><updated>2009-07-27T20:40:51.715-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='James Clavell - Xógum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Xógum – A Gloriosa Saga do Japão</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaKdd9k0I/AAAAAAAAAIg/0Boygm1RdrA/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaL3zBWwI/AAAAAAAAAIk/JM-G2KQgzXk/image_thumb.png?imgmax=800" width="139" height="205" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaNallWDI/AAAAAAAAAIo/mY_LD0SO6g0/s1600-h/image6.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaOvLAN4I/AAAAAAAAAIs/88fUqj0moGE/image_thumb1.png?imgmax=800" width="139" height="205" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da Obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por James Clavell (1924 – 1994)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1975 &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura inglesa&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Nova Cultural, 1ªedição , 1251 págs. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 2 Volumes&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Jaime Bernardes&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_ZDQlGDNI/AAAAAAAAAP4/TthU_79T_Jk/s1600-h/450px-James_Clavell%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="450px-James_Clavell" border="0" alt="450px-James_Clavell" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_ZEUy_u8I/AAAAAAAAAP8/EiA4WkeK3hA/450px-James_Clavell_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" width="164" height="213" /&gt;&lt;/a&gt; Charles Edmund Dumaresq Clavell (Sydney, Austrália, 10 de outubro de 1924 - Vevey, Suíça, 7 de setembro de 1994) nasceu na Austrália, mas foi criado na Inglaterra e naturalizado americano, foi escritor e diretor de cinema. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a segunda guerra mundial serviu a Real Artilharia Britânica, foi capturado em 1942 pelos japonese na ilha de Java e internado no campo de prisioneiros de Changi em Cingapura, fato que influenciou toda a sua obra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dirigiu filmes famosos como “Ao Mestre, Com Carinho” de 1967 com Sidney Poitier e “A Mosca da Cabeça Branca” de 1958, refilmado como “A Mosca” na década de 80.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escreveu seis romances durante a sua carreira:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Changi (King Rat), 1962&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tai Pan, 1966&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Xógum (Shogun), 1975&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Casa Nobre (Noble House), 1981&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Turbilhão (Whirlwind), 1986&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gai Jin, 1993&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Misturando fatos históricos com ficção, James Clavell constrói esta magnífica obra, que já vendeu mais de cinco milhões de exemplares pelo mundo,&amp;#160; ambientada no Japão feudal de 1600, período de grande&amp;#160; importância na história japonesa. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro retrata o momento que antecede o Período Edo, momento da história do Japão que vai de 1603 até 1867, quando ocorre a Restauração Meiji. Esse período marca o governo do Xogunato Tokugawa e é o início do Japão moderno. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;John Blackthorne é um piloto inglês que após adquirir portulanos portugueses consegue levar o navio Erasmus até o Japão, ao aportar depois de dois anos de viagem encontra um país dividido em disputas pelo poder, levando-o a enfrentar as forças conflitantes da época. Em meio a grandes disputas Blackthorne se aproxima de Toranaga, daimio e principal candidato ao posto de Xógum, tendo que sobreviver ao ambiente acaba aprendendo muito sobre a cultura e o modo de pensar japonês. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Romance repleto de personagens ricamente montadas,&amp;#160; baseadas nas principais figuras históricas da época, uma trama muito bem escrita, uma das melhores obras que já li!!!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles4932D3/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaPgCoHTI/AAAAAAAAAIw/kTNAVs4LoaM/untitled_thumb4%5B2%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles4932D3/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaQXkKBHI/AAAAAAAAAI0/1pmzVZ8RyEs/untitled_thumb4%5B5%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles4932D3/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaQ28jl4I/AAAAAAAAAI4/jaBSufsGRUs/untitled_thumb4%5B8%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles4932D3/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaRX9UgbI/AAAAAAAAAI8/Xi2iK-gC0nA/untitled_thumb4%5B11%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles4932D3/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaSL6oH2I/AAAAAAAAAJA/bF40Gj0nc6o/untitled_thumb4%5B14%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-3056147704660492467?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/3056147704660492467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/xogum-gloriosa-saga-do-japao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3056147704660492467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/3056147704660492467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/xogum-gloriosa-saga-do-japao.html' title='Xógum – A Gloriosa Saga do Japão'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/ScbaL3zBWwI/AAAAAAAAAIk/JM-G2KQgzXk/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-6925906713047797084</id><published>2009-03-09T18:31:00.001-03:00</published><updated>2009-09-20T00:38:04.525-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='William Wyler - Ben-Hur'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3 - Filmes'/><title type='text'>Ben-Hur</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKkItqEiI/AAAAAAAAAH0/xBfrIjJ3nGs/s1600-h/benhur210241.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="ben-hur-2-1024[1]" border="0" alt="ben-hur-2-1024[1]" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKl387tAI/AAAAAAAAAH4/x02xlEugxAg/benhur210241_thumb.jpg?imgmax=800" width="300" height="175" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Drama Épico&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Estados Unidos, 1959&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;3 horas e 32 minutos&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;Dirigido por William Wyler&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O filme retrata a saga de Judah Ben-Hur, rico mercador judeu, que é traído por Messala, um amigo da juventude e atual chefe das legiões romanas, que por terem visões políticas divergentes condena-o a viver como escravo em uma galera romana, levando o pacífico Ben-Hur a lutar pela liberdade e pela oportunidade de vingança.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbpnLDkSG4I/AAAAAAAAAIQ/VtuHpUiNKjw/s1600-h/webl1365%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="webl1365" border="0" alt="webl1365" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbpnMzEoKOI/AAAAAAAAAIU/X49iA5slmO0/webl1365_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="295" height="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A história se passa em Jerusalém no início do século I, com passagens históricas e cenários magníficos, um filme brilhante e muito bem feito, sendo o primeiro a ganhar 11 prêmios da academia, posição que manteve até 1997 quando o filme Titanic igualou em número de estatuetas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_QkHykk4dc24/SI9p9a7zdyI/AAAAAAAAAa0/Bh5bqm-erms/s400/ben-hur02.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O roteiro foi baseado no romance homônimo escrito por Lew Wallace(1827-1905); advogado, diplomata, militar e escritor americano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.variety.com/graphics/photos/_storypics/benhur_miniseries.jpg" width="290" height="205" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;li&gt;Charlton Heston .... Judah Ben-Hur &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Stephen Boyd .... Messala &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Jack Hawkins .... Quintus Arrius &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Haya Harareet .... Esther &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Hugh Griffith .... Sheik Ilderim &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Martha Scott .... Miriam &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Cathy O'Donnell .... Tirzah &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Sam Jaffe .... Simonides &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Frank Thring .... Pontius Pilate &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;Terence Longdon .... Drusus &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;George Relph .... Tiberius Caesar &lt;/li&gt;  &lt;li&gt;André Morell .... Sextus    &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbpnNs7ASGI/AAAAAAAAAIY/hSTJLRPy8ew/s1600-h/webl1359%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="webl1359" border="0" alt="webl1359" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbpnPKk2UeI/AAAAAAAAAIc/bdcQNDgLIhE/webl1359_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="184" height="237" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Oscar 1960 (EUA)&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Oscar para melhor filme &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor diretor - William Wyler &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor direção artística a cores &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor ator principal - Charlton Heston &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor ator coadjuvante - Hugh Griffith &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor fotografia &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor figurino a cores &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhores efeitos especiais &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor montagem &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor trilha sonora &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Oscar para melhor som &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;Globo de Ouro 1960 (EUA)&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Globo de Ouro para melhor filme - drama &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Globo de Ouro para melhor diretor - William Wyler &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Globo de Ouro para melhor ator coadjuvante - Stephen Boyd &lt;/li&gt;      &lt;li&gt;Prêmio especial, dado a Andrew Marton, devido à sua direção na cena da corrida de bigas. &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;BAFTA 1960 (Reino Unido)&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Prêmio de Melhor filme. &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p&gt;David 1961 (Itália)&lt;/p&gt;    &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Prêmio de Melhor filme estrangeiro. &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt;    &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles89252E/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKmmZEmDI/AAAAAAAAAH8/BoS_q4_VdlY/untitled_thumb4%5B2%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles89252E/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKnsRaF8I/AAAAAAAAAIA/_42kGO_Uwtc/untitled_thumb4%5B5%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles89252E/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKoUHjRJI/AAAAAAAAAIE/Dn2MAV5eh7c/untitled_thumb4%5B8%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles89252E/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKpPtDT1I/AAAAAAAAAII/LdS7ZAj4T9M/untitled_thumb4%5B11%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles89252E/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKqOEIyFI/AAAAAAAAAIM/VBguqUs2nV0/untitled_thumb4%5B14%5D.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-6925906713047797084?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/6925906713047797084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/ben-hur.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6925906713047797084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/6925906713047797084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/03/ben-hur.html' title='Ben-Hur'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SbWKl387tAI/AAAAAAAAAH4/x02xlEugxAg/s72-c/benhur210241_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-200294302310517791</id><published>2009-02-24T00:10:00.002-03:00</published><updated>2009-07-27T20:41:25.939-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Robert Heinlein - Um Estranho Numa Terra Estranha'/><title type='text'>Um Estranho Numa Terra Estranha</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaRzVZVY0I/AAAAAAAAAL0/LNIL7zGE-T4/s1600-h/346011%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="346011" border="0" alt="346011" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaR0JPKzjI/AAAAAAAAAL4/Yqmu97O3rJs/346011_thumb.jpg?imgmax=800" width="153" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;&lt;strong&gt;Dados da obra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Robert A. Heinlein (1907-1988) &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1961&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura norte-americana&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 100%"&gt;Dados desta edição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Círculo do Livro, 1973, 491 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de José Sanz&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_XVZv0zcI/AAAAAAAAAPo/qPKttbMqPwg/s1600-h/robert-heinlein2%5B12%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="robert-heinlein2" border="0" alt="robert-heinlein2" align="right" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_XWVp8mHI/AAAAAAAAAPs/z2B2NrldAAU/robert-heinlein2_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="150" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; Robert Anson Heinlein (Butler, Missouri, EUA, 7 de julho de 1907 — Carmel, Califórnia, EUA, 8 de maio de 1988) foi um grande mestre da ficção científica e o primeiro escritor deste gênero a viver exclusivamente da sua obra literária.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Formado pela Academia Naval de Annapolis seu grande sonho era servir a Marinha dos Estados Unidos, profissão que exerceu até 1934 quando foi reformado após contrair tuberculose, ao sair da marinha estudou física e matemática na Universidade da Califórnia e trabalhou em vários ramos: arquitetura, política, corretagem de imóveis e mineração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde jovem apreciava astronomia e era leitor assíduo de ficção científica, em 1938 transpôs para o papel seus conhecimentos, iniciando sua brilhante carreira literária. Ganhou quatro vezes o Prêmio Hugo (a maior láurea norte-americana em ficção científica) pelos seguintes livros:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1956 – Estrela dupla (Double Star)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1960 – Tropas Estelares (Starship Troopers)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1962 – Um Estranho Numa Terra Estranha (Stranger in a Strange Land)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;1967 – Revolta na Lua (The Moon is a Harsh Mistress)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 1998 o livro “Tropas Estelares” virou filme e foi muito criticado pelos fãs do autor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como um homem que não foi criado em nosso meio se sentiria ao se deparar com nosso modo de viver? O que ele acharia da nossa cultura? Da nossa política? Da nossa religião? Das nossas relações interpessoais? Estas são apenas algumas perguntas que Robert Heinlein nos responde em “Um Estranho Numa Terra Estranha”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Valentine Michael Smith nasceu a bordo de uma espaçonave e foi o único sobrevivente dos tripulantes que partiram para explorar Marte, foi criado pelos habitantes deste planeta até que no inicio da idade adulta outra expedição aparece e o traz para a Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na Terra todos querem conhecer o “Homem de Marte”, sendo filho de dois ilustres cientistas herda todos os direitos sobre as suas invenções, tornando-se o homem mais rico do planeta. Todos querem se aproveitar dele, reportares, políticos, governos…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tendo de aprender a agir como humano, ele nos leva a repensar sobre nossos valores e tabus. Um livro brilhante, um dos melhores de ficção científica já escritos!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Heinlein cria neste livro o termo “Grokar”, como parte de um idioma marciano fictício, verbo que um dos personagens define como: “Grokar significa entender tão profundamente que o observador se torna parte do observado—mesclar-se, misturar-se, perder a identidade em uma experiência em grupo. Significa quase tudo que chamamos de religião, filosofia e ciência—e significa para nós, os menores (porque nós somos da Terra) o que as cores significam para um cego.” &lt;/p&gt; &lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este foi o livro de bolso do final da década de 60, influenciando a contracultura e se tornando uma espécie de manifesto do movimento hippie, devido aos seus temas de liberdade sexual, de auto-responsabilidade, liberdade individual e sua visão da influência da religião na cultura e política humana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Quando Heinlein acabou de escrever o livro, seus editores exigiram que ele reduzisse drasticamente as 220.000 palavras do original e removesse algumas cenas que poderiam ser consideradas excessivamente chocantes para a época. A versão editada resultante tinha cerca de 160.000 palavras quando foi finalmente publicada em 1961. Após a morte de Heinlein sua esposa em 1991 conseguiu fazer com que a versão original fosse publicada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;Classificação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles1D87C78/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaNkIhPgRaI/AAAAAAAAAHY/Cx8wYPizNWE/untitled_thumb42.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles1D87C78/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaNkI573teI/AAAAAAAAAHc/vi6h8nB2wos/untitled_thumb45.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles1D87C78/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaNkJIsJr0I/AAAAAAAAAHg/7KVfKuwplwE/untitled_thumb48.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles1D87C78/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaNkJhXFCyI/AAAAAAAAAHk/nvj5fDrTgkk/untitled_thumb411.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles1D87C78/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaNkJ9D9QHI/AAAAAAAAAHo/Cidej7OHq4o/untitled_thumb414.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-200294302310517791?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/200294302310517791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/um-estranho-numa-terra-estranha.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/200294302310517791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/200294302310517791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/um-estranho-numa-terra-estranha.html' title='Um Estranho Numa Terra Estranha'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaR0JPKzjI/AAAAAAAAAL4/Yqmu97O3rJs/s72-c/346011_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-7524447313814219054</id><published>2009-02-23T19:24:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T22:32:47.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4 - Músicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The Beatles - Sgt. Pepper&apos;s Lonely Hearts Club Band'/><title type='text'>The Beatles - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaMh70mGltI/AAAAAAAAAHM/igGVwJUluLo/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaMh8zboXVI/AAAAAAAAAHQ/hXfXmv2BR3g/image_thumb1.png?imgmax=800" width="196" height="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band foi lançado em 1967 quando os Beatles resolveram se tornar uma banda de estúdio, pela primeira vez puderam se dedicar mais na criação de um álbum, resultando nessa magnífica obra de arte considerado o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música. Em 2003 assumiu o topo da lista feita pela revista americana Rolling Stone elegendo os 500 melhores álbuns de todos os tempos .&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O álbum é composto por treze faixas com duração total de cerca de 40 min compostas por John Lennon e Paul McCartney, exceto &amp;quot;Within You Without You&amp;quot; composta por George Harrison. Estas canções levam ao limite o conceito do rock, agregando orquestrações, instrumentos hindus, gravações tocadas ao revés e sons de animais, a produção e arranjos foi de George Martin.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O álbum não se destacou somente pelas músicas, mas também pela capa onde os quatro Beatles estão vestidos de sargentos diante de uma colagem de fotos de várias pessoas ilustres do mundo, incluindo Aldous Huxley, Oscar Wilde, Karl Marx, Marilyn Monroe e muitos outros.&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&amp;quot;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band&amp;quot; - 2:02 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;With a Little Help from My Friends&amp;quot; - 2:44 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Lucy in the Sky with Diamonds&amp;quot; - 3:28 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Getting Better'&amp;quot; - 2:47 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Fixing a Hole&amp;quot; - 2:36 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;She's Leaving Home&lt;i&gt;&amp;quot; - 3:35&lt;/i&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Being for the Benefit of Mr. Kite!&amp;quot; - 2:37 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Within You Without You&amp;quot; - 5:05 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;When I'm Sixty-Four&amp;quot; - 2:37 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Lovely Rita&amp;quot; - 2:42 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Good Morning Good Morning&amp;quot; - 2:41 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)&amp;quot; - 1:18 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&amp;quot;A Day in the Life'&amp;quot; - 5:33 &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-7524447313814219054?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/7524447313814219054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/beatles-sgt-pepper-lonely-hearts-club.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7524447313814219054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/7524447313814219054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/beatles-sgt-pepper-lonely-hearts-club.html' title='The Beatles - Sgt. Pepper&amp;#39;s Lonely Hearts Club Band'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaMh8zboXVI/AAAAAAAAAHQ/hXfXmv2BR3g/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-5478453184316352427</id><published>2009-02-22T03:45:00.002-03:00</published><updated>2009-07-27T20:41:59.756-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fernando Pessoa - Alberto Caeiro - Poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1 - Livros'/><title type='text'>Poesia – Alberto Caeiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaRZ_S9j5I/AAAAAAAAALs/lbOsKtpg0II/s1600-h/11343%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="11343" border="0" alt="11343" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaRazSAY-I/AAAAAAAAALw/ETZ0rJCaaKY/11343_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="165" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Coletânea de poemas escritos por Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura portuguesa &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Editora Companhia das Letras, 1ªedição 2001, 312 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Edição de Fernando Cabral Martins e Richard Zenith, autores dos dois ensaios que integram o livro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O texto de orelha é assinado pelo artista plástico e escritor Nuno Ramos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o autor&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_c7l80ayI/AAAAAAAAAQQ/as8NOalgRvA/s1600-h/fernando%20pessoa%203%5B4%5D.gif"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="fernando%20pessoa%203" border="0" alt="fernando%20pessoa%203" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/Se_c8m-R9aI/AAAAAAAAAQU/938uBqrW9tY/fernando%20pessoa%203_thumb%5B2%5D.gif?imgmax=800" width="150" height="223" /&gt;&lt;/a&gt; Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, Portugal, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, Portugal, 30 de Novembro de 1935) é considerado um dos maiores poetas do século XX e sua genialidade comparada a de Camões.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante a vida publicou apenas alguns poemas em inglês e o livro &lt;em&gt;Mensagem (1934)&lt;/em&gt;, uma de suas obras mais célebres, onde ele remonta o passado heróico de Portugal. Foi um dos fundadores da revista Orpheu (1915), que representa o marco do modernismo em Portugal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É o maior e mais famoso criador de heterônimos, alguns estudiosos declaram que criou pelo menos 72, sendo Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e o “semi-heterônimo” Bernardo Soares os mais aclamados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sua última frase escrita antes de morrer foi “I know not what tomorrow will bring... &amp;quot; (&amp;quot;Não sei o que o amanhã trará&amp;quot;).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A livro é uma coletânea de poemas escritos pelo heterônimo Alberto Caeiro, poeta ligado a natureza e que se declarava “anti-metafísico”, desprezando e repreendendo qualquer pensamento filosófico, afirmando que “pensar é estar doente dos olhos”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Alberto Caeiro nasceu em Lisboa 1889 e morreu de tuberculose em 1915, passou a maior parte da vida no campo, não teve profissão nem educação quase alguma, era de estatura média, louro e com olhos azuis.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Poema IX de “O Guardador de Rebanhos”&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;Sou um guardador de rebanhos    &lt;br /&gt;O rebanho é os meus pensamentos     &lt;br /&gt;E os meus pensamentos são todos sensações.     &lt;br /&gt;Penso com os olhos e com os ouvidos     &lt;br /&gt;E com as mãos e os pés     &lt;br /&gt;E com o nariz e a boca.     &lt;p&gt;Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la      &lt;br /&gt;E comer um fruto é saber-lhe o sentido. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Por isso quando num dia de calor      &lt;br /&gt;Me sinto triste de gozá-lo tanto.       &lt;br /&gt;E me deito ao comprido na erva,       &lt;br /&gt;E fecho os olhos quentes,       &lt;br /&gt;Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,       &lt;br /&gt;Sei a verdade e sou feliz. &lt;/p&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles38DA777/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh4.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaD0mOgTfxI/AAAAAAAAAGw/g7tpJUTq5ss/untitled_thumb42.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles38DA777/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaD0mTEwWNI/AAAAAAAAAG0/bM5Pp4H_pnU/untitled_thumb45.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles38DA777/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled_thumb4" border="0" alt="untitled_thumb4" src="http://lh6.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SaD0m64aThI/AAAAAAAAAG4/YawLoYC6168/untitled_thumb48.png?imgmax=800" width="20" height="20" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Thiago%20Giaconi/AppData/Local/Temp/WindowsLiveWriter-429641856/supfiles38DA777/untitled4.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; 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 &lt;p&gt;O Filme recebeu três indicações ao Oscar (&amp;quot;Melhor Trilha Sonora de Filme Musical&amp;quot;, &amp;quot;Melhor Som&amp;quot;, e &amp;quot;Melhor Canção original&amp;quot;)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A música “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso é interpretada por Aloysio de Oliveira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 355px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:d2990150-e2be-4305-bd3d-2c4f4d23aa3e" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="89ea50be-e978-492c-bade-757b2bb0e205" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_mQHr8bAojU" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SrMRGewAGdI/AAAAAAAAAeM/z3b8sWUCi4U/video7c40f01aae8d%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('89ea50be-e978-492c-bade-757b2bb0e205'); 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display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="imagem[4]" border="0" alt="imagem[4]" src="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaREfWdmnI/AAAAAAAAALo/tCZo78FBZO8/imagem%5B4%5D_thumb.jpg?imgmax=800" width="166" height="244" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados da obra&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Escrito por Trevanian, pseudônimo de Rodney William Whitaker(1931-2005)&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Publicado em 1979 &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Literatura norte-americana &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;Dados desta edição&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Editora Landscape, 1ªedição 2006, 479 págs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução de Denis Mattar&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sobre o autor&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Rodney William Whitaker (Nova Iorque, EUA, 12 de Junho de 1931 - Inglaterra, 14 de Dezembro de 2005), foi escritor e professor universitário, publicou obras sob os pseudônimos Nicholas Seare, Beñat Le Cagot e principalmente como Trevanian, não gostava da imprensa e por muito tempo manteve sua identidade oculta. Serviu na guerra da coréia e após se casar morou por um tempo na região basca. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O filme “Escalado Para Morrer”, dirigido e estrelado por Clint Eastwood, foi baseado em um de seus livros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Sinopse&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Filho de uma condessa russa e de um conde prussiano, Nicholai Hel foi criado em Xangai após o caos da primeira grande guerra, cresceu convivendo com pessoas de diversas nacionalidades tornando-se fluente em sete idiomas (Inglês, Russo, Chinês, Francês, Alemão, Japonês, Euskara). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Amigo e protegido de um general japonês, este lhe apresentou o Jogo&amp;#160; do Go, levando-o ao Japão para estudar com o maior mestre da época.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde jovem apresentava aptidão para artes marciais, aprendendo jiu-jitsu e uma arte conhecida como Nu-Matar, na qual é possível matar uma pessoa com qualquer objeto que se tenha em mãos, uma folha de papel, uma caneta ou até mesmo um copo de plástico. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sobreviveu à destruição de Hiroxima e após a segunda grande guerra&amp;#160; foi acusado de conspiração e espionagem pelos americanos, sendo torturado e preso em uma solitária por anos, período no qual aprendeu a língua basca e desenvolveu o Sentido de Proximidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Após libertado tornou-se o assassino de aluguel mais completo, bem pago e procurado do mundo, além de um amante habilidoso, exímio explorador de cavernas e capaz de atingir um raro tipo de excelência pessoal, um estado de perfeição espontânea conhecido como shibumi.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Livro é inteiro montado em cima de um tabuleiro de Go, envolve conspirações, assassinatos, espionagem, exploração de cavernas (espeleologia), arte&amp;#160; marcial e misticismo.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Personagens Importantes&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nicholai Hel&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hannah Stern – Sobrinha de um velho amigo&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hana – Gueixa e amante de Nicholai&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;KishiKawa Takashi – General Japonês&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Otake – Mestre de Go&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Le Cagot- Amigo &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;Classificação&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49vXgZJ8I/AAAAAAAAAE4/0U_eNeEpe9k/s1600-h/untitled%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49v1BZEmI/AAAAAAAAAE8/1-WF9oVdPfk/untitled_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="16" height="16" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49vXgZJ8I/AAAAAAAAAE4/0U_eNeEpe9k/s1600-h/untitled%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49v1BZEmI/AAAAAAAAAE8/1-WF9oVdPfk/untitled_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="16" height="16" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49vXgZJ8I/AAAAAAAAAE4/0U_eNeEpe9k/s1600-h/untitled%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49v1BZEmI/AAAAAAAAAE8/1-WF9oVdPfk/untitled_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="16" height="16" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49vXgZJ8I/AAAAAAAAAE4/0U_eNeEpe9k/s1600-h/untitled%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49v1BZEmI/AAAAAAAAAE8/1-WF9oVdPfk/untitled_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="16" height="16" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49vXgZJ8I/AAAAAAAAAE4/0U_eNeEpe9k/s1600-h/untitled%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="untitled" border="0" alt="untitled" src="http://lh3.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SZ49v1BZEmI/AAAAAAAAAE8/1-WF9oVdPfk/untitled_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="16" height="16" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-292344003522959900?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/292344003522959900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/shibumi.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/292344003522959900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/292344003522959900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/shibumi.html' title='Shibumi'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_8dydosF1VEY/SeaREfWdmnI/AAAAAAAAALo/tCZo78FBZO8/s72-c/imagem%5B4%5D_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5605683490820548559.post-2322107465647468364</id><published>2009-02-19T00:52:00.002-03:00</published><updated>2009-07-27T20:27:48.411-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6 - Geral'/><title type='text'>Início</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sempre tive vontade de compartilhar minhas experiências em relação às diferentes manifestações artísticas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Espero por meio deste blog elucidar um pouco sobre arte, principalmente literatura, cinema e música.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Meu intuito é apresentar a obra descrevendo diversas características que envolvem sua compreensão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literatura: &lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Título &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Autor &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ano da primeira publicação &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Editora, edição, número de páginas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Tradutor &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Idioma original &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Biografia do autor &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Sinopse &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Principais personagens &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Classificação &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Outros dados relevantes &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Cinema:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Título &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Direção &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ano de lançamento &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;País de origem &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Elenco &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Sinopse &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Prêmios &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Classificação &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Música&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Título do álbum &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Artista &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ano de lançamento &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Faixas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Biografia do artista &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Classificação &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5605683490820548559-2322107465647468364?l=discutindoarte.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://discutindoarte.blogspot.com/feeds/2322107465647468364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/inicio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2322107465647468364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5605683490820548559/posts/default/2322107465647468364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://discutindoarte.blogspot.com/2009/02/inicio.html' title='Início'/><author><name>Thiago Giaconi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156917231374510224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_8dydosF1VEY/S8_SXelGpLI/AAAAAAAAArk/Cbq16aO0iEA/S220/fewqfe.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
